domingo, junho 17, 2007

Festival Guarnicê de Cinema - 4º e 5º Dia

Nestes dois dias me superei. Assisti 18 curtas-metragens e um longa. Além dos filmes, estive bastante presente no curso de Produção de Audio e Vídeo, e confesso que fiquei bastante empolgado com essa coisa de escrever um roteiro e produzir um vídeo. Eu devia realmente ter participado dos outros festivais que passaram.

O curso ministrado pela produtora Clélia Bessa rendeu muitas dicas, como formatação de formulários e projetos, e até alguns contatos interessantes que podem ajudar em produções de audio e vídeo, fora que fiquei sabendo que é possível conseguir equipamentos e materiais de graça através da CTAV. Agora só resta criar.












Choque de Linguagem

Em um dos posts anteriores, eu disse que me aventuraria em outros cinemas. Acho que comecei por um bom terreno, o dos curtas. Pequenos e descomprometidos comercialmente, os curtas-metragens servem como experimentos, uma forma de expressão mais livre dos artistas e comunicadores, e até mesmo como um exercício de linguagem.

Alguns filmes que assisti foram verdadeiros choques de linguagem. Possuíam uma narrativa nada convencional e seus significados não estavam nem um pouco aliados às interpretações mais lógicas que constumamos ter em filmes mais comerciais (Isso não é uma regra). Surrealismo, simbolismo, expressionismo; formas mais vanguardistas de expressão acabam sendo alternativas mais criativas de contar uma estória ou tratar de algo, sendo as vezes, até as mais eficazes para determinados assuntos. Uma coisa é certa, sempre fica uma sede de reflexão e entendimento desses filmes que parecem tão complexos.

Filmes Assistidos

- Wood & Stock - Sexo, Drogas e Rock'n'roll (Longa-metragem), de Otto Guerra

-[(OPUS.(NÔUMENO)], de Felipe Moura

-O Eixo do Homem, de Marcius Barbiere

-Borralho, de Artuno Sabóia

-O Brilho dos Meus Olhos, de Allan Ribeiro

-Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba, de Thomas Farkas e Ricardo Dias

-"Yansan", de Carlos Eduardo Nogueira

-Sol de Amém, de Ives Albuquerque

-Adro da Candelária, de Alexandre Guerreiro

-Balada do Vampiro, de Estevan Silveira

-Juro que Vi: Matinta perera, de Humberto Avelar

-Cabaceiras, de Ana Bárbara Ramos

-"Memórias Sentimentais de um Editor de Passos", de Daniel Turini

-O Crime da Ulen, de Murilo Santos

-Redenção, de João Paulo Furtado

-Trash in Rio, de Luis Fernando Reis

-Lady Christiny, de Alexandre Lino

-Olhar da Violência, de Márcio Moreira

-Remando Contra a Maré do Atrazo, de Leonício Aires da Silva

Um comentário:

Anônimo disse...

ahhh...q vontade de ter ido...rsrs mas aqui foi muito bem descrito ...o fato eh que depois de ler me sinto um pouco participante do guarnicê...mantenha-me informada... de tudo por aí... um abraço!