
Fraca! Assim definiria a estréia da 4ª temporada de Lost. Sempre fui suspeito ao falar da série, mas tentando analisar realmente através de um olhar crítico, The Beginning of the End decepciona por ser apenas um episódio de repercussão dos grandes fatos ocorridos no final da 3ª temporada.
Pouco revelador (algo típico de Lost), a estória quase não evolui e apenas presenciamos o luto dos personagens pela descoberta da morte de um personagem no fim da temporada anterior, assim como a suspeita de que as pessoas a caminho da ilha possam não ser bem intencionada. No intuito de alongar mais a estória, os roteiristas acrescentam ainda duas sequências desnecessárias que tiram o tempo que poderia ser aproveitado no desenrrolar dos fatos. Para piorar, mais dúvidas são abertas e quase nenhuma revelação nos é liberada.
Mesmo com suas falhas de rítmo, The Beginning of the End conta com momentos decisórios que marcam uma ida sem retorno no caminhar da estória de Lost. E ver a reação dos personagens, que a tanto
assistimo-os em situações não tão intensas (a não ser em season-finales) é sempre interessante. Mas o melhor e mais promissor elemento nesta nova fase é sem dúvida o tratamento dado as circunstâncias, como o clima aterrorizante impregnado à sequencia da cabana de Jacob, assim como a ambientação misteriosa dos flashforwards. Com isso, vemos uma das cenas de maior suspense da série enquanto o resto das sequências fazem de Lost, agora, uma série sombria, com um tom noir.
Enquanto na temporada passada os flashbacks já não faziam efeito, os flashforwards dessa vez, tornam mais angustiante o destino dos personagens. E agora que vemos o futuro destes, é cada vez maior o contato com as conspirações que envolvem todos os mistérios. É impossível não sentir um frio na espinha quando Hurley recebe, em situação de seu futuro, a visita fria, misteriosa e ameaçadora de um homem engravatado chamado Matthew Abbadon.
Se eu falar das atuações, vou ser repetitivo. Mas vale ressalta Jorge Garcia, que melhorou muito nas cenas de drama, e os momentos em que Ben (Michael Emerson) apenas aparece (sem necessariamente falar). Fantásticos!
Um episódio sem avanços consideráveis, no típico rítmo de Lost, mas que já dá os sinais de que os roteiristas estão querendo mesmo levar a série ao fim (estão impregando rítmo). Só falhando por ser um ínicio de temporada morno, talvez os pontos que julgamos negativos devido a exigência de um caráter especial ao episódio, não seriam assim encarados
se este não se tratasse de uma abertura de temporada. Em altos e baixos, a série agora é outra, mais sombria e angustiante, e esse primeiro episódio é hábil em prender qualquer um que o assista a ver que nova série é essa e que rumos são esses que ela caminha.
Sinistro! O quadro na parede da terível cabana de Jacob na imagem abaixo me dá arrepios. Clique na imagem para amplia-la.

A GRANDE QUESTÃO:
. Por que Jack, após decidir novamente voltar a ilha, não procurou por Hurley, e ao invés disso, foi atrás de Kate (momento season finale)? Será que aconteceu alguma coisa com Hurley?!
Pouco revelador (algo típico de Lost), a estória quase não evolui e apenas presenciamos o luto dos personagens pela descoberta da morte de um personagem no fim da temporada anterior, assim como a suspeita de que as pessoas a caminho da ilha possam não ser bem intencionada. No intuito de alongar mais a estória, os roteiristas acrescentam ainda duas sequências desnecessárias que tiram o tempo que poderia ser aproveitado no desenrrolar dos fatos. Para piorar, mais dúvidas são abertas e quase nenhuma revelação nos é liberada.Mesmo com suas falhas de rítmo, The Beginning of the End conta com momentos decisórios que marcam uma ida sem retorno no caminhar da estória de Lost. E ver a reação dos personagens, que a tanto
assistimo-os em situações não tão intensas (a não ser em season-finales) é sempre interessante. Mas o melhor e mais promissor elemento nesta nova fase é sem dúvida o tratamento dado as circunstâncias, como o clima aterrorizante impregnado à sequencia da cabana de Jacob, assim como a ambientação misteriosa dos flashforwards. Com isso, vemos uma das cenas de maior suspense da série enquanto o resto das sequências fazem de Lost, agora, uma série sombria, com um tom noir.
Enquanto na temporada passada os flashbacks já não faziam efeito, os flashforwards dessa vez, tornam mais angustiante o destino dos personagens. E agora que vemos o futuro destes, é cada vez maior o contato com as conspirações que envolvem todos os mistérios. É impossível não sentir um frio na espinha quando Hurley recebe, em situação de seu futuro, a visita fria, misteriosa e ameaçadora de um homem engravatado chamado Matthew Abbadon.Se eu falar das atuações, vou ser repetitivo. Mas vale ressalta Jorge Garcia, que melhorou muito nas cenas de drama, e os momentos em que Ben (Michael Emerson) apenas aparece (sem necessariamente falar). Fantásticos!
Um episódio sem avanços consideráveis, no típico rítmo de Lost, mas que já dá os sinais de que os roteiristas estão querendo mesmo levar a série ao fim (estão impregando rítmo). Só falhando por ser um ínicio de temporada morno, talvez os pontos que julgamos negativos devido a exigência de um caráter especial ao episódio, não seriam assim encarados
se este não se tratasse de uma abertura de temporada. Em altos e baixos, a série agora é outra, mais sombria e angustiante, e esse primeiro episódio é hábil em prender qualquer um que o assista a ver que nova série é essa e que rumos são esses que ela caminha.Sinistro! O quadro na parede da terível cabana de Jacob na imagem abaixo me dá arrepios. Clique na imagem para amplia-la.

A GRANDE QUESTÃO:
. Por que Jack, após decidir novamente voltar a ilha, não procurou por Hurley, e ao invés disso, foi atrás de Kate (momento season finale)? Será que aconteceu alguma coisa com Hurley?!









