<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012</id><updated>2012-02-01T14:51:14.420-02:00</updated><category term='festival de cinema'/><category term='série de tv'/><category term='meme'/><category term='diretores'/><category term='política'/><category term='reflexões'/><category term='.ponto-de-vista.'/><category term='experimento'/><category term='lost'/><category term='documentário'/><category term='resenha crítica'/><category term='jornalismo'/><category term='cinema'/><category term='curta-metragem'/><category term='internet'/><category term='estética'/><category term='tv'/><category term='diverso'/><category term='mídia'/><category term='animação'/><category term='atores'/><category term='pesquisa'/><category term='blogs'/><category term='cinema brasileiro'/><title type='text'>.Ponto-de-Vista.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>122</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8751641460594911357</id><published>2011-06-28T13:30:00.001-03:00</published><updated>2011-06-28T13:39:37.782-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Sobre anacronismo e hipocrisia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem é jovem nestas primeiras décadas do século XXI sabe: existe uma atenuada tendência por parte de indivíduos saudosistas em se criticar as novas gerações enquanto se exalta os magnificentes feitos do passado. Por intermédio desta perspectiva, a contemporaneidade é lamentável, os jovens são vazios e despolitizados, as artes estão sofrendo uma crise criativa e sucumbem completamente ao mercado, o jornalismo está desvirtuado pela demasiada efemeridade da informação, e a superficialidade reina num mundo cada vez mais fadado ao fracasso completo da intelectualidade humana. Tudo assim, em uma ótica profundamente radical e&amp;nbsp;apocalíptica,&amp;nbsp;de uma postura de inadaptação completa aos tempos modernos. Quem de nós, jovens ou não, nunca cruzamos com um argumento assim?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compreensível pode até ser essa postura, pois não acredito que na história da humanidade passamos por mudanças tão profundas que envolvem um complexo de fatores em espaço tão limitado de tempo como as que acontecem desde o século XX. E essa geração que muito fez em nosso passado sofre inéditos choques culturais. Os meninos e meninas que no passado lutaram contra ditaduras, engajavam-se em movimentos sociais, viveram a&amp;nbsp;efervescência&amp;nbsp;do rock ou um dos melhores tempos do cinema, e tinham um&amp;nbsp;forte&amp;nbsp;interesse político, hoje têm de lidar com a atualidade branda, com outros valores, nova dinâmica de vida e enxergar os jovens atuais gostarem de um Restart, na música; ou Piratas do Caribe, no cinema; e nada de política, só redes sociais. Mas a realidade atual é realmente essa? Não existe uma simplificação excessiva? No calor do momento, há quem consiga enxergar com clareza a nossa atual circunstância sem sequer necessitar de um distanciamento histórico mínimo antes de um julgamento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já me deparei com pessoas assim, repletas dos seus discursos anacrônicos e generalistas, e o que me levou a escrever este post foi justamente o teor em geral cruel e acusatório das críticas a esta nova geração que, aos tracos e barrancos, sobrevive às transformações constantes e frenéticas. Falam dos jovens como se estes tivessem brotado da terra, já educados por seres inferiores do submundo, e dotados de uma genética defeituosa. Referem-se a contemporaneidade como se esta tivesse ocorrido por um acaso, de repente, como de um&amp;nbsp;&lt;i&gt;Big Bang&lt;/i&gt; ou de um estalar de dedos de um ser superior ao ordenar que haja as trevas. Para eles, o passado é tão glorioso que não deve ser relacionado com o presente infame, com esta Idade Média pós-moderna - muito menos em uma relação de causa e efeito. Nunca, isso é um absurdo! Os filhos da geração passada são o que são porque biologicamente falhos.&amp;nbsp;Ninguém tem culpa senão o próprio jovem acerebrado que nasceu com massa encefálica a menos, e, por isso, deve ser condenado e relegado a críticas eternas&amp;nbsp;- assim soa o arrogante discurso de quem critica radicalmente a juventude de hoje, discurso este que serve&amp;nbsp;apenas&amp;nbsp;para paralisar, evitar trabalhar as possibilidades desta geração, e expressar um sentimento que mais parece dor de cotovelo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8751641460594911357?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8751641460594911357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8751641460594911357&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8751641460594911357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8751641460594911357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2011/06/sobre-anacronismo-e-hipocrisia.html' title='Sobre anacronismo e hipocrisia'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4722457125343365023</id><published>2011-06-28T10:29:00.000-03:00</published><updated>2011-06-28T10:29:01.080-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><title type='text'>Vídeo: Simetria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assisti a esse vídeo no blog Diário de Bordo, do Pablo Villaça. Achei o conceito muito interessante por criar uma espécie de &lt;i&gt;split screen&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(divisão de tela),&amp;nbsp;fixa na tela, no qual as imagens de ambos os lado constantemente se contrapõem, completam-se, igualam-se, opõe-se ou traçam uma relação de causa e efeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="225" src="http://player.vimeo.com/video/22564317?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;color=ffffff" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/22564317"&gt;Symmetry&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/everynone"&gt;Everynone&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4722457125343365023?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4722457125343365023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4722457125343365023&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4722457125343365023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4722457125343365023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2011/06/video-simetria.html' title='Vídeo: Simetria'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2251545861965612796</id><published>2011-05-03T11:29:00.006-03:00</published><updated>2011-05-04T20:44:42.767-03:00</updated><title type='text'>Sobre a morte de Osama</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fato que toda essa caçada a Osama Bin Laden, que levou a sua morte, está intrinsecamente ligada à política belicista norte-americana e ao famoso slogan "guerra ao terror" que, em diversas ocasiões, não passou de desculpas para a busca de interesses próprios em terras estrangeiras. No entanto, há uma grande confusão: mesmo que haja distorções nos ideais políticos e militares dos EUA, e que o país tenha conquistado com isso a antipatia e xenofobia de boa parte do globo a respeito de sua prepotência e não raras violações de direitos internacionais, a operação que terminou na morte de Osama foi sim necessária e fundamental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem diga que assassinar o terrorista foi um erro, uma vingança que não compensará as perdas do 11 de setembro e de outros ataques. Outros chegam a dizer que os EUA mereceram os ataques terroristas e torcem o nariz para a conquista de Obama.&amp;nbsp;Mas a questão fundamental é se seria certo esquecer todos os atos terroristas e deixar tudo como estar, não é justo combater um alucinado que atenta contra a democracia e que matou quase 3 mil pessoas em um único atentado? A letargia ou inércia diante de terroristas não seria um estímulo ou alimento a estes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo que consideremos toda a história atual dos EUA, as suas constantes intervenções abusivas no cenário mundial, a manipulatória "guerra ao terror" e política do medo, e o conservadorismo religioso, ainda assim a caçada a Bin Laden é um ato correto e justo, como seria se fosse o caso de qualquer outro país - mesmo que por trás das ações do governo norte-americano haja outras&amp;nbsp;intenções.&amp;nbsp;Abominável e condenável é usar essas motivações afim de manipular a população, o que já fizeram os republicanos no governo Bush.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Erros a parte dos EUA, a luta contra o terrorismo e a busca por justiça tem de existir; caso contrário, o caminho ficará livre pra qualquer outro terrorista armar sua cena. Portanto, particularmente, criticar a morte de Bin Laden é estar apontando como um erro o fato errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Update:&lt;/b&gt; E dizer que Osama não morreu é tão especulatório e conspiratório quanto dizer que o homem nunca foi à Lua. Principalmente nos dias de hoje, em que documentos secretos são publicados quase todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Update 2:&lt;/b&gt; Sabemos da quantidade de interesses que existem por parte dos EUA em guerras como a do Iraque e Afeganistão. Em suma, o que digo nesse texto é que a morte de Bin Laden é um fato positivo, mesmo que com pouquíssimo efeito; mas não necessariamente concordo com as posturas assumidas historicamente pelos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Update 3:&lt;/b&gt; A cada nova notícia sobre esse capítulo da História, percebo o quão complexa é essa questão. Sou a favor do combate ao terrorismo, todo e qualquer país deve luta e buscar por justiça. No entanto, a CIA revelou recentemente que Osama estava desarmado no momento da emboscada, que as informações que levaram o exército americano ao paradeiro do terrorista foram obtidas através de técnicas de torturas, e também que a soberania do Paquistão não fora respeitada. E se tem uma coisa perigosa, que pode gerar novos conflitos, ou pior, tornar esse mundo menos seguro, é o desrespeito às leis internacionais. Por outro lado, foi o Paquistão que saiu em maus&amp;nbsp;lençóis&amp;nbsp;nessa história toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um terrorista morreu, mas as leis internacionais não foram respeitadas. Acho que não caminhamos muito!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2251545861965612796?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2251545861965612796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2251545861965612796&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2251545861965612796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2251545861965612796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2011/05/sobre-morte-de-osama.html' title='Sobre a morte de Osama'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-913676979374626992</id><published>2011-04-08T15:10:00.000-03:00</published><updated>2011-04-08T15:10:59.586-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>A Chacina no Rio Não é uma Questão Sem Resposta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="internal-source-marker_0.12767212313001763" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Não  damos ainda a devida atenção à saúde mental. Falamos muito de ir ao médico,  prevenir-se, cuidar da saúde física, mas muito pouco sobre a importância da  saúde mental, da análise, do autoconhecimento, e de uma espiritualidade. E  quando falo de espiritualidade não me refiro a religião, até porque considero as  religiões, ao contrário da fé, um malefício a mente de qualquer pessoa. Trato  aqui sobre o que para uns se chama evolução espiritual, e para outros, uma vida  psíquica mais saudável. Para mim, saúde mental mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Em  geral, a primeira vez que um indivíduo visita um psicólogo na vida é quando  sofre algum problema de depressão, ansiedade e, em raros casos, na infância,  quando de algum comportamento estranho. Saúde mental, na mente atrofiada de  muitos indivíduos, é coisa para doido, drogados, traumatizados e  desequilibrados. O senso comum e o preconceito ridículo que existe contra  deficientes mentais, psicóticos e indivíduos viciados se estendem para além dos  pacientes e atinge o próprio segmento da saúde, a psicologia e as instituições  psiquiátricas, que geralmente são associadas aos casos mais graves de  deficiência ou transtornos mentais. Seguindo essa linha de raciocínio comum,  ligar saúde mental a loucura grave e irreversível seria o mesmo que achar que  hospital é lugar de pessoas em fase terminal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Há  aquelas pessoas que nunca foram sequer a um psicólogo, a maioria. Estes nunca  passaram por uma avaliação da mais básica, mesmo que em sua vida pessoal tenham  sofrido as situações mais trágicas, tenham seqüelas que nem sabem que possuem,  tenham sofrido pressões horríveis durante a vida, sejam acometidas por uma idéia  preconceituosa ou fóbica. O primeiro empecilho é o difícil acesso ao serviço,  pois tanto é caro como a população não tem condições financeiras de usufruí-lo.  O segundo problema reside na falta de políticas públicas que aumentem a  quantidade de serviços gratuitos ou públicos de boa qualidade. E por último,  temos o preconceito e o senso comum que está mais atrelado ao medo e ao receio  do indivíduo em se associar, mesmo que distantemente, a um doente mental do que  a uma simples falta de informação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Não  existe uma educação que ensine qualquer pessoa a viver bem, mas existe o  autoconhecimento, o aconselhamento, a prevenção, o desabafo, a superação,  mecanismos que, pelos quais, podemos transcender questões que, na maioria das  vezes, não conseguiríamos fazer sozinhos. Existem muitos potenciais psicopatas e  sociopatas por aí, assim como existem psicóticos e neuróticos aos montes. De  acordo com a psicanálise (e me corrija algum psicanalista, caso eu esteja  errado), somos constituídos de uma dessas três estruturas: neuróticos,  psicóticos e perversos. De pelo menos uma você não escapa. &amp;nbsp;Quando inconscientes  de nossas próprias questões, somos todos uma bomba-relógio, seja para cometer  uma simples e singela auto-sabotagem ou para entrar numa escola matando  crianças. Isso, claro, considerando as idiossincrasias, o universo de cada  pessoa e até as suas heranças genéticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Portanto,  não acho essa tragédia ocorrida ontem no Rio um simples fato aleatório, uma  questão sem resposta, um acontecimento sem explicação, como muitos pregam  perplexos. O assassino teve uma história, é filho de uma mulher esquizofrênica,  carregou essa herança genética e não possuía um acompanhamento psicológico e  psiquiátrico. Vinte e três anos é &amp;nbsp;um tempo mais que suficiente para se  descobrir um caso de esquizofrenia previsível e mantê-lo sobre  controle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #444444; font-family: Verdana; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Penso  que, assim como não temos a educação ambiental ainda como um eixo na nossa  educação - o que é uma prova grandiosa da nossa falibilidade -, ainda somos  ignorantes o suficiente para, óbvio, ignorarmos a necessidade de um  acompanhamento psicológico a todo e qualquer cidadão. É uma questão de saúde!  Isso não acabaria com os atos violentos contra o próximo ou contra si mesmo, mas  diminuiria, e muito, esses casos, além de contribuir consideravelmente pra  qualidade de vida. Mas entramos aqui em outra questão: como podemos ter uma tão  comumente desprezada saúde mental se nem temos ainda um sistema de saúde que  cuide razoavelmente ao menos do nosso bem mais valorizado, o corpo? Mas o  intuito desse texto, acredito, concluí: o que ocorreu ontem no Rio de Janeiro  tem sim uma resposta, e é a que a maioria não quer enxergar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-913676979374626992?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/913676979374626992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=913676979374626992&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/913676979374626992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/913676979374626992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2011/04/chacina-no-rio-nao-e-uma-questao-sem.html' title='A Chacina no Rio Não é uma Questão Sem Resposta'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8656266837750502523</id><published>2010-10-28T00:35:00.001-02:00</published><updated>2010-10-28T10:35:10.900-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>Toy Story 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Toy Story 3&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(EUA, 2010), escrito e dirigido por&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lee Unkrich&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty, Don Rickles, Michael Keaton, Wallace Shawn&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jodi Benson.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjsJ7V5KAI/AAAAAAAAA6I/53DdonrGTos/s1600/new-toy-story-3-poster-01-800-75.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 139px; height: 204px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjsJ7V5KAI/AAAAAAAAA6I/53DdonrGTos/s320/new-toy-story-3-poster-01-800-75.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532931797517150210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu tinha apenas onze anos quando assistir a &lt;em&gt;Toy Story&lt;/em&gt; pela primeira vez. Foi a primeira grande animação feita inteiramente por computação gráfica e apresentando um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mundo de forma tridimensional. Mas não era apenas esse caráter &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tecnológico do desenho que encantava as platéias e profissionais de cinema no mundo inteiro, essa animação tinha m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ais, possuía divertidos e marcantes personagens, um roteiro incrivelmente amarrado e sensível, ótimas tiradas cômicas, um visual fabuloso, e uma história&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; que agradava das crianças aos avós destas. E foi a Pixar, com seu &lt;em&gt;Toy Story&lt;/em&gt;, quem inaugurou o gênero Animação como o conhecemos hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se no primeiro filme da trilogia descob&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rimos que bonecos têm vida p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rópria e são completamente dependentes do afeto de seus donos, a ponto de um novo boneco de uma criança se apresentar como uma ameaça para os veteranos desta, no segundo filme acompanhamos a angustiante descoberta desses personagens de que eles podem ser descartados por seus donos. Logo, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy Story 3,&lt;/span&gt; os brinqued&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;os de Andy encaram a possibilidade de serem abandonados, já que seu dono cresceu e vai para a faculdade. Esse temor e sina são trabalhados de forma profunda e sensível na trama, através dos personagens Woody, Buzz e os outros brinquedos que já conhecemos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o agora jovem Andy já prestes a entrar na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;faculdade, os&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;brinquedos co&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;meçam a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;se&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;questionar sobre qual será o destino&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; deles. Acidentalmente doados a uma creche, os personagens &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjvNWKf3II/AAAAAAAAA6Q/qUOt-TJbNj8/s1600/toy_story_3_promo_pic_2.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 234px; height: 131px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjvNWKf3II/AAAAAAAAA6Q/qUOt-TJbNj8/s320/toy_story_3_promo_pic_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532935154791603330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;se encantam com a aparência do local e a perspectiv&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a de que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;lá sempre serão úteis às crianças. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por sa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ber que a doação não &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;passou de um engano, Woody foge e tenta retornar para a casa de seu dono antes que este vá embora. Enquanto isso, Buzz Lightyear e os outros brinquedos de Andy descobrem a terrível realidade da creche, inclusive a de que eles não podem sair de lá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O filme abre com uma cena divertidíssima em que vemos uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;aventura dos brinquedos imaginada (e brincada) por Andy&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, quando este ainda era uma criança. A sequência serve como um eficaz contraponto a situação que se segue. Desejando chamar a atenção do seu dono, os brinquedos, liderados pelo "caubói" Woody, bolam um plano para que estes sejam vistos por Andy dentro de um baú em seu quarto, e assim, surja uma pequena possibilidade do jovem retomar o interesse em brincar. E claro que o plano não da certo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explorando o drama e os conflitos desses brinquedos diante da dúvida a cerca de seus destinos, o roteiro de John Lasseter, Andrew Stanton e Lee Unkrich é brilhante ao retratar a questão quase existencial desses personagens de forma incrivelmente delicada e sutil. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Logo, não deixa de ser comovente presenciar a situ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ação de submissão deles a seu dono&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, que temem ser jogados no lixo por não serem mais úteis. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mesmo que esses brinquedos tenham como objetivo de vida  servir a sua criança, buscar o próprio destino que não seja um lixão acaba se apresentando como uma possibilidade, e implicando em  conflitos internos riquíssimos para esses  personagens. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjvpSjJJrI/AAAAAAAAA6Y/5_zZCP3MUoo/s1600/Toy-Story-3_2.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 224px; height: 120px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjvpSjJJrI/AAAAAAAAA6Y/5_zZCP3MUoo/s320/Toy-Story-3_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532935634857567922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enquanto Woody toma, na história, a posição de boneco fiel ao seu dono, Lotso assume o oposto, e ganha o posto de personagem mais ambíguo e complexo do filme. De aparência amigável e todo cor-de-rosa, o ursinho Lotso&lt;/span&gt; se revela, no decorrer da trama, um brinquedo cínico e manipulador capaz de tornar o ambiente da creche em uma prisão para todos os brinquedos de lá. Rivalizando diretamente com a comovente cena de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy Story 2&lt;/span&gt; em que a "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;cowgirl&lt;/span&gt;" Jessie relembra os momentos que teve com a sua dona, o sombrio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashback&lt;/span&gt; de Lotson explica as razões e os traumas que o tornaram em um urso de pelúcia cruel.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Repleto de cenas de ação empolgantes e muitíssimo bem elaboradas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy Story 3&lt;/span&gt; assume um ritmo mais veloz de narrativa, intercalando cenas importantes e intimistas de desenvolvimento das personagens com sequências tensas e sombrias. Como é de praxe, a Pixar simplesmente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;arrasa &lt;/span&gt;nos detalhes da animação, desde os cenários complexos como a creche, passando pela variedade de brinquedos, até as expressões das personagens. A qualidade tecnológica da imagem possibilita efeitos mais convincentes e gráficos mais reais; além disso, a direção de &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lee Unkrich fez um trabalho excepcional na concepção de muitas das cenas, utilizando marcas e características de gên&lt;/span&gt;eros cinematográficos nas composições, por exemplo, de momentos como aquele em que vemos por fora de uma máquina (de guloseimas) a sombra de personagens através da estrutura externa do objeto, semelhante àquelas cenas de filmes &lt;span style="font-style: italic;"&gt;noir &lt;/span&gt;e de espionagem onde os bandidos estão reunidos em tono de uma mesa jogando baralho, banhados por uma luz que irrompe na escuridão do lugar. Dessa mesma forma, algumas sequências são tão lúgubres e tensas que mais parecem tiradas de um filme de terror, como aquela em que bebês brincam violentamente com os brinquedos novos da creche ou o momento em que dois personagens são perseguidos por um bebê de brinquedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy 3&lt;/span&gt; consegue ser tão ou mais engraçado quanto os seus predecessores. Cenas como a da versão um tanto caliente do Buzz Lightyear, ou aquelas envolvendo a Barbie e o Ken, divertem e dão o alívio cômico necessário a trama. Também não deixam de ser divertidas as referêcias a elementos dos filmes anteriores, a exemplo, "O Garra". Da mesma forma, &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjv5vgCM2I/AAAAAAAAA6g/idFJ6Q2TWYQ/s1600/toystory3_64.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 244px; height: 163px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjv5vgCM2I/AAAAAAAAA6g/idFJ6Q2TWYQ/s320/toystory3_64.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532935917507064674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;as referências a filmes foram inseridas de forma orgânica, até mesma a já batida alusão a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Missão Impossível&lt;/span&gt; funcionou perfeitamente sem que soasse gratuita. Desenvolvendo uma tensão crescente, a última meia hora da animação dá conta de aprofundar os conflitos e a premissa até o limite, culminando em uma emocionante sucessão de eventos digna de um capítulo final de uma trilogia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por mais que &lt;em&gt;Toy Story&lt;/em&gt; se trate de uma animação e  que carregue, por isso, um aspecto de ludicidade e infantilidade, a  série conseguiu em todos os três filmes desenvolver de forma eficiente o  potencial dramático da premissa elaborada. Isso, aliás, tem se revelado  como uma característica desse contemporâneo gênero cinematográfico, que, por ter seu humor acentuado, trabalha o drama dentro de uma sutileza inteligente. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy Story 3&lt;/span&gt;, porém, não hesita em desenvolver ao máximo os aspectos  sombrios e comoventes de sua própria história, enquanto consegue divertir e encantar. Teremos aí mais um clássico do cinema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Cotação: Excelente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8656266837750502523?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8656266837750502523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8656266837750502523&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8656266837750502523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8656266837750502523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/10/toy-story-3.html' title='Toy Story 3'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TMjsJ7V5KAI/AAAAAAAAA6I/53DdonrGTos/s72-c/new-toy-story-3-poster-01-800-75.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3301733866478893061</id><published>2010-10-13T16:13:00.007-03:00</published><updated>2010-10-13T17:34:25.041-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Meu Puxadinho, Minha Vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLYXmNRRJEI/AAAAAAAAA6A/qZp5YVNwLW4/s1600/dilma_serra.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 198px; height: 133px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLYXmNRRJEI/AAAAAAAAA6A/qZp5YVNwLW4/s320/dilma_serra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527631537808417858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não costumo postar sobre política no meu cantinho de cinema, mas esse blog acaba por refletir a realidade e o que se passa em minha mente. Impossível sair ileso das eleições, e o principal órgão lesado é o cérebro. A cada canção de campanha divulgada em carros de som, um agrupamento muito importante de neurônios são dizimados de nossas cabeças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas estamos no segundo turno para a presidência do país, a propaganda é branda e repleta de melancolia. Dois lados, duas campanhas. De um lado, Dilmão, mulher de culhões, a quem boto fé, ao contrário de boa parte dos brasileiros que, de tantas eleições consecutivas, perderam parte da memória e lembram apenas do passado imediato de oito anos atrás. Antes disso, aparentemente nada mais. Do outro lado, Serrinha, homem de voz mansa, circunspecto, mas contraditoriamente um poço de rispidez e impaciência. Ele só fala de saúde, Lula e faz uma campanha que não tem muito a ver com os ideais de seu partido. Claro! Em tempos de crise econômica, revelar tendências neoliberais é cometer suicídio eleitoral partidário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foquemos mais ainda em Serra. Sua já famosa declaração mais que reveladora (da sua visão de mundo) feita no debate dos candidatos a presidente do segundo turno, na Band, mostra o quanto ele seria um bom presidente (dos ricos). Na dita declaração, Serra afirma que, enquanto Ministro do Planejamento, sua grande contribuição foi aumentar o crédito dos materiais de construção para que a população pudesse "construir seus puxadinhos", essa foi sua defesa contra a acusação de que era contra o programa Minha Casa, Minha Vida. É, isso é que é uma visão elitista e preconceituosa do mundo. Para o pobre, basta um puxadinho, apenas isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MLdRON_S340?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MLdRON_S340?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3301733866478893061?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3301733866478893061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3301733866478893061&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3301733866478893061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3301733866478893061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/10/meu-puxadinho-minha-vida.html' title='Meu Puxadinho, Minha Vida'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLYXmNRRJEI/AAAAAAAAA6A/qZp5YVNwLW4/s72-c/dilma_serra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1374678163592310708</id><published>2010-10-12T19:35:00.005-03:00</published><updated>2010-10-13T15:38:10.265-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Minha História de Vendedor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLSKO0kjdJI/AAAAAAAAA54/4H3rR8AiolI/s1600/vendedor.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 127px; float: left; height: 206px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527194629925205138" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLSKO0kjdJI/AAAAAAAAA54/4H3rR8AiolI/s320/vendedor.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Conseguir um emprego na área de Comunicação Social, em São Luís, não é fácil. É currículo pra cá, e é currículo pra lá, você faz verdadeiros passos de dança distribuindo esses documentos que pouco importam na cidade onde quem te indica é quem te atribui menor ou maior credibilidade. Constrangedor. Nesse tenta disso e tenta aquilo, já caí em armadilhas como reuniões de recrutamento de vendedores de Erba Life, mas também dei entrevistas e passei por alguns processos seletivos interessantes, sem muito sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha última grande oportunidade, fui selecionado para trabalhar em uma multinacional misteriosa, onde eu seria vendedor em eventos e exposições de "obras" vindas de Londres e Madri, nas quais eu poderia ter alto rendimento financeiro. Fiquei empolgadíssimo. Imaginava-me estudando obras de artes plásticas e convencendo granfinos a comprar quadros maravilhosos produzidos por artistas renomados da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Uma pausa para que você ria por dentro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira reunião após eu ter sido selecionado, descubro que a empresa é a Barsa e que eu estava sendo contratado para vender livros e cursos de língua estrangeira. Tudo bem! O sonho se desfez, mas até gostei quando soube o valor da generosíssima comissão por produto. Seria uma oportunidade única de, de repente, iniciar um investimento financeiro que, num futuro, pudesse me possibilitar fazer os cursos que idealizo. Arrisquei na Barsa, hoje estou um vendedor. Quem diria! Não tenho vergonha desse trabalho, é algo provisório, que alguma coisa vai me ensinar. Não vendi nada ainda, mas já pude conversar com umas setenta pessoas dessa ilha. No meio dessa gente toda, em uma determinada agência de advocacia, num determinado prédio comercial, em um determinado bairro, cruzei com a pessoa que considero a mais pedante e mal educada com que já troquei palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nome feio e com pretensa internacionalidade, o homem, que devia ter seus 30 a 40 anos, respondeu à minha apresentação básica de representante da Barsa e ao meu anúncio do material de capacitação em língua estrangeira, com palavras desafiante, intimidadoras e pouco educadas, em tom de humilhação: "Aqui ninguém precisa de língua estrangeira. Eu sou formado em Oxford, morei anos na Inglaterra. Falo mais de 3 línguas e ainda ensinaria o teu professor de inglês a falar a língua direito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabendo que o dever de um vendedor é o de vender benefícios, o que poderia eu oferecer a um homem tão bem instruído? Talvez um pouco de educação, mas isso a Barsa vende em produtos infantis. Surpreso, claro, coloquei no comando um certa personagem de vendedor, que venho desenvolvendo como forma de superar minha timidez e insegurança. Recordei-me, então, dos informativos cursos dados pela técnica e bem sucedida equipe paranaense de vendas. E assim respondi com entusiasmo: "Parabéns! Isso é muito bom! São de pessoas assim que nós, da Barsa, gostamos de atender". Mentira! Mas era exatamente o que eu deveria dizer. Outra opção seria a de sair bruscamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o espanto do homem de aparência marcial e impiedosa, reagi com completa naturalidade e segurança. Minhas congratulações ao seu magnífico repertório de conhecimento soaram quase verdadeiras até para mim mesmo. Desmantelado por constatar que a superioridade divina dos indivíduos formados em Oxford em nada me intimidara, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gentleman&lt;/span&gt; em pessoa tentou se mostrar inacessível, afirmando que não havia tempo algum na agenda dele para que eu pudesse apresentar meu produtos, pois ele é "um homem muito ocupado". "Ok!", pensei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de conseguir um espaço para mostrar outros materiais a ele, revelei, então, que sou um representante da Barsa. "Barsa?! Já tive várias edições, elas eram muito boas. Mas hoje a Barsa está completamente desatualizada". "Não, senhor! A Barsa, hoje, está completamente reformulada. Além dos dezoito volumes em livros, ela possui ainda um DVD-Rom multimídia com todo o conteúdo da enciclopédia, fora o Portal na internet, atualizado semanalmente". Constatei, assim, um exemplo de ignorância e desinformação em um filho de Oxford na frente de suas companheiras, a recepcionista e a sua aparente namorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sem graça, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gentleman&lt;/span&gt; decidiu me atender (nem sei por que insisti), mas sob a condição de ser um horário marcado. "Tal dia, às oito horas em ponto. Te dou dez minutos para me convencer desses produtos. Tá bom, quinze!", ele me pressionou, agora menos cruelmente ."Ok, pode deixar, horário marcado. Até mais, Dr. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gentleman&lt;/span&gt;. E obrigado pela atenção!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não imaginava que existissem realmente pessoas assim tão crentes de sua superioridade em relação a outras pessoas. Pensava que esse tipo patológico de gente existisse apenas no cinema e na literatura mesmo, ele é quase um clichê. No entanto, é um grande paradoxo que ele tenha a necessidade de se exaltar dessa maneira; quem é, apenas é, e está seguro disso. Talvez ele seja, na verdade, mais frágil do que aparenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha aposta para o dia marcado? Ele vai comprar a Barsa Luxo, a mais cara, apenas para mostrar o seu poder de compra. Espero que tenha uma platéia na sala do Dr. &lt;em&gt;Gentleman&lt;/em&gt;, assim ele vai querer fazer um espetáculo de exibicionismo maior.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1374678163592310708?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1374678163592310708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1374678163592310708&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1374678163592310708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1374678163592310708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/10/minha-historia-de-vendendor.html' title='Minha História de Vendedor'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TLSKO0kjdJI/AAAAAAAAA54/4H3rR8AiolI/s72-c/vendedor.gif' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6966536676923425572</id><published>2010-10-04T15:51:00.004-03:00</published><updated>2010-10-04T17:56:14.917-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.ponto-de-vista.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Meu Gosto pelo Novo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Particularmente, acredito que se algo não está dando certo deve ser mudado. Acho que essa idéia, que sempre esteve presente na minha mente e fez de mim quem sou, é que, desde criança, fez com que eu não me identificasse com muitas coisas daqui, do Maranhão. Gosto de poder experimentar o novo, ir a lugares diferentes, comer algo que nunca havia experimentado, chocar os sentidos, inverter a realidade, avançar sem saber direito para onde ir. O Maranhão é um péssimo lugar pra se viver essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores, os mesmos jardins, tudo é igual, mas estou triste. Por que será?! Ouço constantemente o próprio maranhense dizer que vivermos em um lugar provinciano, mas essa mesma pessoa é cheia de idéias retardadas, posições anacrônicas, auto censuras, e satisfações pelo mesmo do mesmo. O novo não pode ser expectado porque não há parâmetros na cabeça de quem se enclausura nessa prisão da mesmice. Parece que ser maranhense é estar fadado a essa condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia vou embora dessa terra onde tudo é igual. Como um internauta disse, "o Maranhão tem um grande passado pela frente". E de passado tenho horror, principalmente quando ele é ruim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6966536676923425572?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6966536676923425572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6966536676923425572&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6966536676923425572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6966536676923425572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/10/meu-gosto-pelo-novo.html' title='Meu Gosto pelo Novo'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6423008206404820740</id><published>2010-09-29T12:01:00.005-03:00</published><updated>2010-09-30T20:22:15.246-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Imagens do Exílio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TKNVm5A_AKI/AAAAAAAAA5o/BOVyEuJHWBY/s1600/img.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 230px; height: 230px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TKNVm5A_AKI/AAAAAAAAA5o/BOVyEuJHWBY/s320/img.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522351694714699938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao mesmo tempo em que o Brasil sofria com os traumas políticos do passado, o brasileiro sentia a decepção de sua primeira empreitada democrática ruir com o presidente Collor, e como consequência, sua auto-estima era cada vez mais afetada. O cinema nacional, intrinsecamente a esse contexto, se encontrava em uma profunda crise. Com a Embrafilmes fechada pelo então presidente, a quantidade de filmes produzidos por ano caiu a quase zero e projetos foram cancelados. O cinema nacional estava, assim como o país, completamente desacreditado em si próprio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Refletindo a história que se escrevia, o cinema brasileiro veio a ter suas primeiras reações justamente com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;impeachment&lt;/span&gt; de Collor e as primeiras políticas de Itamar Franco, continuadas no governo de FHC. Tem-se aí o início da Retomada. Quando os recursos da extinta Embrafilmes foram distribuídos, os projetos paralisados puderam ser retomados e os novos diretores, que só esperavam por fomento, tiveram espaço e oportunidade. Uma das primeiras produções - ou a primeira - a se destacar internacionalmente foi o filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Terra Estrangeira&lt;/span&gt;, de Walter Salles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem início com o anúncio do confisco das poupanças dos brasileiros pelo governo de Collor, e segue mostrando personagens que, pela política vigente no país, se encontram completamente sem rumo. Paco (Fernando Alves Pinto) vai para Portugal após sua mãe ter morrido no momento em que soube dos confiscos das finanças dela. Lá, o personagem conhece e se envolve com Alex (Fernanda Torres), namorada de um traficante. Os dois brasileiros, sem perspectivas, flertam com o crime e não sabem qual rumo tomar. O filme deixa clara a sensação de desamparo dos personagens e trabalha, antes de tudo, as feridas do brasileiro daquela época, o luto e a descrença na própria nação, forçando o contato do telespectador com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo em preto-e-branco, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Terra Estrangeira&lt;/span&gt; nos apresenta ao Brasil da primeira metade dos anos 90 de forma melancólica, querendo falar do presente triste que abatia o país. Marcando por abordar personagens que não conseguem ver o futuro na própria nação, o filme de Salles mostra o retorno destes - que agora tinham a imagem da terra estrangeira como uma solução - à pátria mãe Portugal. Impedidos de voltar pelas reviravoltas da trama, a imagem &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TKNWQQXv19I/AAAAAAAAA5w/D-e8jDBq3nY/s1600/terra-estrangeira.bmp"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 248px; height: 161px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TKNWQQXv19I/AAAAAAAAA5w/D-e8jDBq3nY/s320/terra-estrangeira.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522352405358827474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mais marcante do filme é aquela em os dois protagonistas estão abraçados em uma praia com um navio encalhado à beira mar, impedido de retornar ao lugar de onde saíram. Essa foi a situação de muitos brasileiros como Paco e Alex, que não tinham mais perspectivas e esperanças no futuro do Brasil. Nas palavras do próprio Walter Salles, o que abatia o país naquela época era "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não mais o exílio político dos anos da ditadura, mas um novo, econômico, que vem transformando o Brasil dos anos 90 num país de emigração, pela primeira vez em quinhentos anos&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou apaixonado por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Terra Estrangeira&lt;/span&gt;. É um documento magnífico daquele período do Brasil, um filme que retrata com precisão a tristeza e falta de perspectiva do brasileiro já traumatizado da era Collor. A cena mais emblemática desse filme para mim é a final, ganhando até mesmo daquela do navio a beira mar. Embalada pela canção "Vapor Barato", de Gal Costa, a cena mostra o destino de Paco e Alex, que ainda tentam voltar para a nação deles, porém, mais cheios ainda de desesperança, perdidos e sem rumo. O momento final é perplexo quanto a realidade brasileira. Apesar de se passar em Portugual, o filme, ao meu ver, abre alí a Retomada do cinema nacional. Belíssima pela composição, a cena é pontuada por uma canção que faz jus a mensagem do filme e, incrivelmente, tem tudo a ver com a situação das personagens. Fiquei até a me questionar se aquilo que Gal canta, se a "minha grande, minha pequena, minha grande obsessão" fosse na realidade o Brasil. Fica aqui a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma grande indecisão, coloquei um vídeo da cena final de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Terra Estrangeira&lt;/span&gt;. É um &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;spoiler &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;gravíssimo&lt;/span&gt; para quem nunca assistiu ao filme, mas vale a pena ser revisto por aqueles que já o assistiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/g1rofNG5ix8&amp;amp;hl=" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" fs="1" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6423008206404820740?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6423008206404820740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6423008206404820740&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6423008206404820740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6423008206404820740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/imagens-do-exilio.html' title='Imagens do Exílio'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TKNVm5A_AKI/AAAAAAAAA5o/BOVyEuJHWBY/s72-c/img.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6298386216024576931</id><published>2010-09-24T21:18:00.003-03:00</published><updated>2010-09-24T21:21:42.378-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>A Origem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Inception&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (EUA, 2010), escrito e dirigido por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Christopher Nolan&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt, Michael Caine, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ken Watanabe&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; e Cillian Murphy&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0-OWQ0hGI/AAAAAAAAA44/yNeq_OG0L6M/s1600/26.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 191px; height: 279px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0-OWQ0hGI/AAAAAAAAA44/yNeq_OG0L6M/s320/26.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520637134441317474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Christopher Nolan é um cineasta que, em praticamente toda a sua trajetória, tentou fugir do básico, do simples e do convencional. A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;inversão ou experimentação em estruturas narrativas e o desenvolvimento ao extremo &lt;/span&gt;dos conceitos elaborados em cada filme comprovam a inquietação e as grandes intenções de um diretor que busca unir o entretenimento a um conteúdo cinematográfico de grande qualidade, e um produto industrial a idéias mais autorais, sempre tendo como ponto central a figura humana. Dessa vez, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Origem&lt;/span&gt;,  Nolan explora o fascinante e misterioso mundo dos sonhos, e consequentemente, do subconsciente humano, em uma trama inventiva e frenética, que evolui até o máximo e além daquilo que se espera para um único filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frente de uma equipe de espiões industriais, Dom Cobb (DiCaprio) é um dos melhores no que faz, ele rouba segredos da mente das pessoas através de uma tecnologia que permite a invasão dos sonhos alheios. Uma vez dentro do sonho da vítima, a equipe tenta encontrar as informações secretas desejadas, ou então, a fim de manipulá-la, leva-a a ter outro sonho dentro do sonho no qual já se encontra, criando níveis diferentes capazes de confundi-la. Fugitivo da justiça americana, Cobb aceita a proposta do grande empresário Saito (Watanabe) de invadir os sonhos  do herdeiro bilionário Robert Fisher (Murphy) da indústria concorrente para "instaurar" uma idéia, uma tarefa inédita e de extremo risco para a Cobb, seu parceiro Arthur (Gordon-Levitt) e o resto da equipe. Em troca, Cobb conquistaria a entrada livre nos EUA e reencontraria seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressionando por transcender, em poucos &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_CIm42VI/AAAAAAAAA5A/tJ33NAR7NVU/s1600/23.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 240px; height: 171px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_CIm42VI/AAAAAAAAA5A/tJ33NAR7NVU/s320/23.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520638024128977234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;minutos de filme, os próprios conceitos recém apresentados na trama sobre a capacidade de invadir sonhos e roubar idéias, Norlan faz questão de tornar a trama - em seu roteiro escrito de forma fenomenal - mais complexa através da inversão do principal objetivo da invasão. Invés de entrar na mente de alguém para adquirir as informações mais secretas, a equipe de Cobb passa a ser incumbida de implantar uma idéia na mente de Fisher. Esse tipo de inversão de lógica, que normalmente esperaria um segundo filme para ser explorada, torna a história infinitamente mais complexa, ao mesmo tempo em que possibilita um desenvolvimento muito mais profundo e criativo das idéias elaboradas por Norlan, assim como do modo de funcionamento do subconsciente em seu estado mais dominante. Imergindo no universo dos sonhos, Norlan cria leis para os sonhos em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Origem&lt;/span&gt; que não se difere muito dos nossos mais cotidianos "passeios" noturnos. Logo, fatos que ocorrem no exterior de quem sonha, e que podem ser captados pelos seus sentidos, são completamente capazes de interferir nos sonhos. Então, chove torrencialmente enquanto um personagem dorme com vontade de urinar ou sons externos são absorvidos, configurando-se como parte integrante daquela "realidade". Outra lei de igual fascínio reside na diferença temporal que existe entre o mundo real e um sonho, sendo cinco segundo no primeiro equivalente a um minuto no segundo. Um sono de dez horas, então, implica em uma semana para quem está dormindo. Se essas leis por si só tornam esse universo impressionante e cheio de possibilidades, quando inserido o conceito dos sonhos dentro de outros sonhos a história ganha complexidade, reviravoltas e um ritmo que exigem o máximo de atenção e concentração possíveis do espectador. E mesmo assim, Christopher Nolan não faz questão de se prender a explicações repetitivas, confiando na inteligência e perspicácia de seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retratando os cenários das imagens oníricas com relativa lucidez, o incrível &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design &lt;/span&gt;de produção parece fugir da tentadora possibilidade de construir cenários surrealistas ou irreais, comuns a obras que retratam os sonhos e &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_rHL4ZAI/AAAAAAAAA5Q/7i3VNM_st4c/s1600/25.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 217px; height: 144px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_rHL4ZAI/AAAAAAAAA5Q/7i3VNM_st4c/s320/25.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520638728121902082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;inconsciente humano. Focando-se mais no processo de manipulação da equipe de Codd a Robert Fisher, Norlan evita devaneios e imagens confusas que possam complicar mais ainda a vida do espectador. É possível perceber, também, que a concepção dos cenários de cada um dos sonhos muito tem a ver com a subjetividade e experiências de vida de cada um. Em maior ou menor grau, isso pode ser percebido. A aparência dos sonhos arquitetados pela equipe de Cobb (isso mesmo, em cada sonho existe um arquiteto, e a esse, outros sonhadores podem ser "ligados") é diferente daquelas em que outros personagens são arquitetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo que lidar com tamanha complexidade narrativa, o elenco de um modo geral faz um excelente trabalho. DiCaprio surge tão intenso como nas produções anteriores, e faz de Cobb um homem misterioso e complexo, quase que no limite de sua sanidade; a exemplo, a cena em que Cobb fica em dúvida se atira ou não em uma imagem de sua falecida esposa, fruto de uma projeção mental dele mesmo. A introdução de projeções da falecida esposa de Cobb logo no início do filme serve como as primeiras pistas para o misterioso passado do personagem, que vai sendo revelado em perfeita sincronia com a trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é possível que o trabalho mais fenomenal desta produção esteja na montagem. Lee Smith teve o desafio de tornar clara a velocidade do tempo em cada um dos níveis de sonho, pois em cada sonho que os personagens se submetem, em cada nível mais profundo de sonho, o tempo passa de forma diferente do &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_1x7WBqI/AAAAAAAAA5Y/ioAsIdEt6ts/s1600/27.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 235px; height: 132px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0_1x7WBqI/AAAAAAAAA5Y/ioAsIdEt6ts/s320/27.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520638911393957538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nível anterior (seguindo a escala que já citei aqui). O montador, portanto, tem completo êxito em sua montagem, pois todos os níveis de sonhos aparentaram ser dotados de uma sincronia particular graças a uma montagem inteligente e criativa. Assim,  perto do clímax da ação, foi utilizado um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;slow motion&lt;/span&gt; no nível um de sonho, enquanto a urgência e caos cresciam gradativamente de nível para nível, até àquele que Cobb denomina como limbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explorando ao máximo o universo criado, Christopher Nolan faz de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Origem&lt;/span&gt; um exemplar do gênero ficção científica, respeitando as regras estabelecidas e indo muito além do que o próprio espectador pode imagina, às últimas consequência. O desfecho, por mais confuso que seja, segue toda a lógica estabelecida desde o início e - espero que eu esteja errado - é possível que algumas pessoas acreditem ver incoerências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cotação: Excelente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6298386216024576931?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6298386216024576931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6298386216024576931&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6298386216024576931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6298386216024576931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/origem.html' title='A Origem'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJ0-OWQ0hGI/AAAAAAAAA44/yNeq_OG0L6M/s72-c/26.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3507336816245890706</id><published>2010-09-20T12:02:00.002-03:00</published><updated>2010-09-25T18:44:05.246-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>2019 - O Ano da Extinção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Daybreaker&lt;/span&gt; (AUT/EUA, 2009), escrito e dirigido por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Micheal Spierig&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peter Spierig&lt;/span&gt;, com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Willen Dafoe, Ethan Hawke, Sam Niel e Claudia Karven&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd2uimR6EI/AAAAAAAAA4g/o5hJqeln2p8/s1600/daybreakers.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 185px; height: 252px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd2uimR6EI/AAAAAAAAA4g/o5hJqeln2p8/s320/daybreakers.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519010410299254850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os irmãos Michael e Peter Spierig possuem uma experiência cinematográfica relativamente pequena e pouquíssima expressiva, ambos dirigiram e escreveram apenas três filmes, entre eles, este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019 - O Ano da Extinção&lt;/span&gt;, o primeiro a ter uma estrutura e repercussão de um filme A. Esta foi a primeira película que pude assistir da dupla e, à primeira impressão, pude constatar que se tratam de diretores que arriscam investir nas próprias inventividades e que são dotados de uma preciosa intenção, a de desenvolver seus personagens dentro das situações criadas. Infelizmente, eles ficam apenas na intenção e pouco conseguem fazer no desenrolar da história. Tratando de uma das criaturas mais famosas e fascinantes do cinema e da literatura, a dupla nos apresenta a vampiros que vivem em uma realidade completamente diferente daquelas já vistas em outras histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2019, após uma pandemia de um misterioso vírus, quase toda a população é composta por vampiros que passaram a viver de uma forma semelhante àquela dos humanos, mas ainda dependentes do sangue e sob extrema intolerância a raios ultravioletas. Praticamente dizimada, o resto da raça humana é caçada e seu sangue comercializado como alimento. Com a escassez cada vez maior do sangue humano, o governo decide criar um substituto do alimento dos vampiros. O cientista Edward Dalton (Hawke), um vampiro que não aceita a própria natureza e luta pela conservação da raça humana é um dos encarregados de projetar a substância, mas em meio a fracassos e ao caos da falta de sangue, ele acaba se juntando a um grupo de humanos que poderão ajudá-lo a salvar a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciando de forma promissora, a primeira cena de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019&lt;/span&gt; mostra uma vampira adolescente se suicidando por não conseguir aceitar as condições as quais vive, como a eterna aparência juvenil, devido a sua natureza vampiresca. O que pode parecer incoerente, na verdade, trabalha a complexidade de sentimentos existentes em um indivíduo que não morre e nem pode amadurecer. A imortalidade, geralmente tratada de forma positiva nas histórias de vampiros, logo na abertura é representada como uma &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd29tK6wnI/AAAAAAAAA4o/_GRV9H4u_u4/s1600/filmes_609_Daybreakers+7.JPG"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 236px; height: 124px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd29tK6wnI/AAAAAAAAA4o/_GRV9H4u_u4/s320/filmes_609_Daybreakers+7.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519010670835319410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;característica negativa através do ponto de vista de uma pessoa. Porém, o elemento inovador desta história de vampiros se trata da premissa em que estas criaturas substituíram os humanos em seu habitat, passando a caçá-los. Essa idéia, por si só, é atraente e cheia de possibilidades, o que já conta de forma positiva para o roteiro. Além disso, os irmão Spierig nos apresenta à curiosa adaptação dessa nova sociedade formada por vampiros, onde carros bloqueiam a luz solar, vias subterrâneas possibilita o trânsito de vampiros pelas cidades e o sangue humano é extraído como uma fonte não renovável prestes a acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explorar a natureza vampírica sob a ótica da não aceitação desse mal e da culpa, remete, de certa forma, a série &lt;span style="font-style: italic;"&gt;X-Men&lt;/span&gt;, em que mutantes tentam lidar com os próprios poderes especiais enquanto são discriminados socialmente. A diferença é que, enquanto a mutação é um dado natural em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;X-Men&lt;/span&gt;, o vampirismo em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019&lt;/span&gt; é decorrente de uma infecção, o que nos faz traçar um paralelo imediato dos vampiros com doentes e do vampirismo como um sintoma. Dessa forma, é louvável a intenção dos diretores em retratar o conflito de alguns personagens com a natureza vampírica, como a auto repressão de Edward Dalton aos seus instintos vampiresco, que, evitando ingerir sangue humano e não se conformando com a dizimação da humanidade, não hesita em tentar se transformar novamente em humano quando se ver frente a essa possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coerente a realidade de uma civilização dominada por vampiros, o diretor de arte Bill Booth faz um bom trabalho ao usar arquiteturas e designers sofisticados e elegantes, sempre com tons escuros, luzes que variam do branco ao vermelho, refletindo bem as características desse famosos personagens. O mesmo pode ser percebido nos figurinos compostos quase que predominantemente por cores neutras, mas com uma estilização meio retrô, tentando remeter ao estilo mais tradicional dos vampiros. A fotografia, no entanto, é decepcionante pelo exagero nos tons de azul escuro, quando não, num sépia forçado em imagens que mostram a luz do dia, o que entrega a imaturidade do fotógrafo Ben Nott, que tenta criar uma atmosfera mais envolvente sem sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitando a artificialidade vista na maquiagem dos vampiros da saga &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crepúsculo&lt;/span&gt;, a equipe de maquiagem de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019&lt;/span&gt; se sai muito bem ao dar o tom branco pálido à pele dos atores, assim como dá a aparência realista e impressionante às criaturas chamadas de subespécies, uma evolução dos vampiros que sofrem abstinência de sangue humano. Os efeitos especiais, impressionantemente, cumprem muito bem o seu papel, desde o aspecto pastoso do sangue humano coagulado, até as sequências de ação, falhando apenas em alguns detalhes, como a aparência das pupilas dos vampiros que aparentam terem sido criadas digitalmente. As cenas de ação, como aquela em que uma subespécie invade a casa de Edward e ataca a ele e seu irmão, são eficientes e causam a tensão e impacto necessários aos espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd3QXISPvI/AAAAAAAAA4w/dR1SRQGVS1U/s1600/filmes_609_Daybreakers+3.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 133px; height: 199px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd3QXISPvI/AAAAAAAAA4w/dR1SRQGVS1U/s320/filmes_609_Daybreakers+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519010991336210162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No entanto, as maiores falhas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019&lt;/span&gt; residem no seu roteiro. Justamente por abordar uma proposta promissora, o roteiro deixa a muito a desejar por não desenvolver os conflitos possíveis. A relação de Edward e com o seu irmão Frankie - que gosta de ser vampiro - pouco acrescenta a trama,  já que a diferença ideológica de ambos não serve nem para esclarecer os motivos que levam alguns indivíduos a gostar de ser vampiro (algo do qual ainda falarei). Já Charles Bromley (Niel), o homem a frente do laboratório de hematologia responsável por desenvolver o substituto do sangue, surge como um "vilão" bidimensional que, mesmo demonstrando se importar com a filha, não hesita em transformá-la em uma vampira contra a própria vontade dela. É mais um daqueles que parecem gostar muito de ser vampiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;X-men&lt;/span&gt;, 2019 esquece de desenvolver os motivos que levam alguns vampiros gostarem de serem vampiros. Se na série dos mutantes vemos o orgulho que o vilão Magneto sente de seus poderes, tudo o que este sofreu e que o levou a se voltar contra a humanidade (Magneto acreditava que um novo holocausto aconteceria com os mutantes); em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019&lt;/span&gt;, aqueles que se orgulham de ser vampiro têm sua postura fracamente justificada. Frankie, o irmão de Edward, dá uma justificativa pedestre de gostar de ser vampiro porque nunca conseguiu ser um bom humano, enquanto Charles Bromley parece não sentir o menos remorso de extinguir os últimos integrantes da humanidade, o que uma falha significativa, pois nas primeiras cenas do filme já fica estabelecida a proposta de vampiros com certos comportamentos e consciência humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante por estabelecer conceitos novos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;2019 - O Ano da Extinção &lt;/span&gt;&lt;span&gt;decepciona por não respeitá-los e ao deixar escapar as diversas possibilidades de examinar o comportamento dessas criaturas  fantásticas imersas em um contexto peculiar para elas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cotação: Regular&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3507336816245890706?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3507336816245890706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3507336816245890706&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3507336816245890706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3507336816245890706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/2019-o-ano-da-extincao.html' title='2019 - O Ano da Extinção'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TJd2uimR6EI/AAAAAAAAA4g/o5hJqeln2p8/s72-c/daybreakers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7804179643465031510</id><published>2010-09-18T23:09:00.005-03:00</published><updated>2010-09-19T10:25:42.219-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Pra Quem Acredita na Velha Mídia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;A dita velha mídia perdeu mesmo a mão. Enquanto pesquisas afirmam que os formatos e veículos mais tradicionais de jornalismo no Brasil estão perdendo credibilidade, estes mesmos parecem não se dar conta dos fatos e divulgam informações que não possuem comprovação alguma em forma de denúncia. Depois que as acusações demonstraram não surtir o efeito desejado, apenas esquecem-se do assunto. Em tempos de eleição, a Veja, Folha, O Globo e tantos outros veículos vindos do mesmo saco favorecem indiscretamente a campanha do candidato do PSDB José Serra, seja através de "denúncias" que prejudiquem a campanha da candidata Dilma Rousseff, ou no simples favorecimento ao candidato "ocultamente" aliado.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns dias, a Veja divulgou que o filho de Erenice Guerra 'obteve R$ 5 milhões' na intermediação de uma empresa de transporte aéreo com os Correios. Já a Folha de São Paulo, dias depois, veiculou que um lobby opera dentro da Casa Civil da Presidência da  República e acusa filho da ministra Erenice Guerra de cobrar dinheiro  para obter liberação de empréstimo no BNDES para um empresário, fora as acusações &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;de que o comitê de Dilma Rousseff teria violado o sigilo fiscal de um  grupo de pessoas ligadas ao PSDB e a seu candidato presidencial, José  Serra.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt; Esse mesmo jornal chegou a publicar na capa de uma edição do ano passado uma ficha falsa e incriminatória de Dilma Rousseff, e a própria Folha de São Paulo assumiu que essa ficha fora recebida por e-mail. Ou seja, uma informação completamente isenta de credibilidade e comprovação.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante que essas acusações feitas através desses veículos são  divulgadas em uma velocidade surpreendente por outros jornais, telejornais, revistas e programas radiofônicos da mesma velha estirpe. As denúncias são, na sua maioria, feitas sem uma prova concreta como base e de forma precipitada, ganhando espaço e importância desmesurados, em tons de escândalos já corriqueiros, mesmo que atentem contra a imagem e honra de alguém. Coincidência? Corrupção deve sim ser denunciada, mas o objetivo maior do jornalismo é informar trabalhando dentro de princípios éticos.  A maior falha da Veja, Folha, grupo UOL, entre outras é de não assumir sua posição política, fingindo uma imparcialidade e compromisso com a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o caso da mega quebra de sigilo promovida em 2001 pela filha de José Serra, Verônica Serra, e a irmã de Daniel Dantas, Verônica Dantas, não ganha igual repercussão? Por que essa &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.cartacapital.com.br/politica/sinais-trocados"&gt;matéria&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt; da Carta Capital não teve igual repercussão?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/cara-da-folha-de-s-paulo"&gt;Nesse post&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;, o cineasta Jorge Furtado mostra a ficha do consultor que a Folha de São Paulo usou para formular acusações contra a ex-ministra Erenice Guerra, e &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/folha-escancarou-ficha-falsa-de-dilma-mas-escondeu-a-do-consultor.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:georgia;" &gt;, Luiz Carlos Azenha detalha o tendenciosismo do mesmo jornal na construção da reportagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7804179643465031510?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7804179643465031510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7804179643465031510&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7804179643465031510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7804179643465031510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/pra-quem-acredita-na-velha-midia.html' title='Pra Quem Acredita na Velha Mídia'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4441125240224515078</id><published>2010-09-14T12:35:00.001-03:00</published><updated>2010-09-14T15:47:10.011-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='festival de cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Conheci São Paulo Dias Antes de Chegar Lá</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-R79X3fxI/AAAAAAAAA3o/MbWTRS5ZRt4/s1600/capa.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 245px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-R79X3fxI/AAAAAAAAA3o/MbWTRS5ZRt4/s320/capa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516788527825125138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há quase duas semanas pude visitar pela primeira vez a cidade de São Paulo. Foi uma oportunidade única, pois na mesma viagem eu pude desfrutar de dois importantes eventos culturais da metrópole, a Bienal Internacional do Livro e o Festival de Curta metragem de São Paulo. E, de quebra, conhecer a cidade. Ao ter certeza que a viagem aconteceria, meu espírito explorador tomou as rédeas. Pouco conhecia sobre São Paulo, estávamos eu e mais duas primas queridas, e nenhum de nós havia ido lá antes. Sem guia, decidi fazer o meu  próprio guia de viagem e foi nesse instante que a viagem começou. Participar dos eventos e conhecer essa cidade incrível em apenas cinco dias era meu objetivo, então diminuir trajetos e perdas de tempo era fundamental. Isso só se tornou possível graças a algumas ferramentas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Devo dizer que a maioria das pessoas tem uma imagem de São Paulo da qual não concordo, cheguei até a ouvir que "SP não tem nada para se fazer, a cidade não tem praia". No entanto, o simples fato de poder conhecer outra cidade, culturalmente rica, e também participar de dois eventos de interesse pessoal era o suficiente pra me deixar ansioso. Dominado pela curiosidade e por uma breve noção a respeito da noite paulistana e de alguns outros pontos turístico como o Parque Ibirapuera e a Vila Madalena, iniciei minha jornada virtual em busca do que seria interessante descobrir por lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Conhecer um pouco a cidade com antecedência foi até uma forma de me sentir seguro em um local estranho, e também de estar antenado, de estar consciente do que rolaria na cidade. A princípio, busquei sites de turismo de São Paulo, voltados a apresentar a cidade e os seus &lt;span style="font-style: italic;"&gt;points&lt;/span&gt; culturais. Cada lugar me levava a uma rua, que me levava a um bairro, do qual eu teria que chegar por alguma avenida, que eu poderia ter acesso por alguma linha de metrô, e assim por diante. O mais importante, então, era saber de onde eu sempre partiria, o meu local de hospedagem. E minha mania de planejamento me levou até a buscar o melhor trajeto do aeroporto até o hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após os sites de turismo, fui em busca de compreender geograficamente a cidade, e passei a acessar o &lt;a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;amp;tab=wl"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google Maps&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que destrinchava bairros, avenidas, ruas e lugares. Passei a ter um certo conhecimento "virtual" da cidade e a descobrir onde se localizava certos pontos. Confesso que achei isso muito divertido, me parece uma forma de não ter apenas uma noção superficial da cidade em uma "visitada" pouco informativa. Na verdade, bom mesmo é explorar e conhecer a fundo, tentar sair da visão turística, mesmo que isso seja quase impossível. E o &lt;a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;amp;tab=wl"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google Maps&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; funciona perfeitamente para isso, pois, apesar de apresentar a cidade (o mundo) de forma mapeada, define trajetos pelas ruas da cidade, apresentando tempo e distância, e abre links para sites de determinados lugares identificados nos mapas, como shoppings, restaurantes, bares, casas noturnas, museus, estações de metrô e trem, hóteis, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-SIkXiD_I/AAAAAAAAA3w/nR_hceQamTA/s1600/maps2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 199px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-SIkXiD_I/AAAAAAAAA3w/nR_hceQamTA/s320/maps2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516788744451133426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-SyF8U0RI/AAAAAAAAA34/ayb0l9M6Mbg/s1600/maps1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 193px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-SyF8U0RI/AAAAAAAAA34/ayb0l9M6Mbg/s320/maps1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516789457838461202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se o &lt;a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;amp;tab=wl"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google Maps&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; situa o usuário através de uma estrutura hipermidiática, o &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CB0QFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fearth.google.com%2Fintl%2Fpt-BR%2F&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=google%20earth&amp;amp;ei=YsKPTNiYNsOC8gbs783cDQ&amp;amp;usg=AFQjCNG4Gx2ZJX7916QGomKmtLgUs9MLwg&amp;amp;cad=rja"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google Earth&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; impressiona pelas já habituais imagens de satélite, mas com as mesmas disponibilidades de links que no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maps&lt;/span&gt;. Funções como a definição de trajetos virtuais pela cidade também são disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-TqefqeBI/AAAAAAAAA4A/10mPVLq8VTE/s1600/ge2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 189px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-TqefqeBI/AAAAAAAAA4A/10mPVLq8VTE/s320/ge2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516790426501806098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-T6Vo8vxI/AAAAAAAAA4I/iYKbWoCyEQM/s1600/ge1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 189px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-T6Vo8vxI/AAAAAAAAA4I/iYKbWoCyEQM/s320/ge1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516790699002740498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O diferencial está mesmo é na possibilidade do usuário de postar imagens reais de locais por onde passou, aproximando cada vez mais o software da Google a um passeio virtual pelo mundo. Enquanto o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maps&lt;/span&gt; me localizava geograficamente, o &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CB0QFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fearth.google.com%2Fintl%2Fpt-BR%2F&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=google%20earth&amp;amp;ei=YsKPTNiYNsOC8gbs783cDQ&amp;amp;usg=AFQjCNG4Gx2ZJX7916QGomKmtLgUs9MLwg&amp;amp;cad=rja"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Earth&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; me apresentava a cidade virtualmente. Funções como a flexibilidade do ângulo de visão do usuário (90º até quase 0º do chão) e as construções 3D de prédios e relevos dão o toque mais realista e são parte de uma evolução constante do software, que a Google já divulgou que, futuramente, será um passeio virtual pelo mundo com imagens reais e em 3D. A seguir, imagens de construções em 3D, uma do MASP, na av. Paulista; e a outra, da ponte Estaiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-UOXkTBeI/AAAAAAAAA4Q/TZoT2DAqzSk/s1600/ge3.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 189px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-UOXkTBeI/AAAAAAAAA4Q/TZoT2DAqzSk/s320/ge3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516791043117483490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-VFVlhjdI/AAAAAAAAA4Y/_EKEIoLKGPc/s1600/ge4.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-VFVlhjdI/AAAAAAAAA4Y/_EKEIoLKGPc/s320/ge4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516791987478564306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarmos a Sampa, não deu outra. Mais reconheci do que conheci, e, de quebra, instrui o motorista do taxi que não sabia bem onde estava o hotel. O resultado foi uma viagem intensa, cansativa e proveitosa, sem perdas de tempo, sem muitos pedidos de informação, e poucos gastos com transporte. Participei razoavelmente dos eventos e pude ainda conhecer bem a cidade. Ah, eu com um GPS!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4441125240224515078?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4441125240224515078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4441125240224515078&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4441125240224515078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4441125240224515078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/conheci-sao-paulo-dias-antes-de-chegar.html' title='Conheci São Paulo Dias Antes de Chegar Lá'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TI-R79X3fxI/AAAAAAAAA3o/MbWTRS5ZRt4/s72-c/capa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6274877106622361375</id><published>2010-09-07T13:35:00.001-03:00</published><updated>2010-09-08T00:40:02.725-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.ponto-de-vista.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Novos Planos e Metas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;Este blog, definitivamente, é um termômetro que mede o ritmo e o entusiasmo das minhas idéias. Não sei ao certo o que influencia o que primeiro, se o blog me leva a abrir reflexões e a ter visões mais entusiasmadas a respeito dos temas que aqui pontuo, ou se minhas postagens são reflexo de uma movimentação interior minha. Coincidentemente, o tempo que passei escrevendo para este blog, mesmo que esporadicamente, senti um progresso considerável tanto no consumo quanto na produção de informação e cultura. O contrário ocorreu enquanto me mantive distante daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que acredito que este espaço possa influenciar radicalmente nos meus hábitos, idéias e paixões. O fato é que um breve post sobre Cinema 3D já foi o suficiente pra movimentar a minha cabeça e sentir a empolgação de fazer este blog funcionar como um processo de desenvolvimento pessoal e profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direto ao assunto. Pretendo assistir a um filme por dia e comentar o máximo possível todos eles.  A vontade existe. Se vou conseguir, não sei. Tenho muitas tarefas, mas não deixa de ser uma meta interessante. Vamos lá!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6274877106622361375?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6274877106622361375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6274877106622361375&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6274877106622361375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6274877106622361375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/novos-planos-e-metas.html' title='Novos Planos e Metas'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4298021613902178399</id><published>2010-09-05T15:12:00.006-03:00</published><updated>2011-07-21T14:19:51.386-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>Considerações sobre o Cinema 3D</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais em: &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;www.cinemaadentro.tk&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-left: 0pt; margin-top: 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_157795458"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513495424641710866" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIPe4ICCuxI/AAAAAAAAA2g/T2_69snMJhY/s320/filme-em-3d.jpg" style="float: left; height: 171px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0pt; margin-right: 10px; margin-top: 0pt; width: 178px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;www.cinemaadentro.tk&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Um dos maiores equívocos em grande parte das propagandas de &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;cinemas 3D&lt;/a&gt; e nos próprios filmes que hoje experimentam essa nova tecnologia é a promessa de transportar as imagens para fora da tela, como se essa impressão ótica fosse o grande trunfo dessa nova tecnologia. Foi por conta dessas propagandas enganosas que senti uma certa frustração ao assistir pela primeira vez a um filme em três dimensões, há quase dois anos. Tratava-se da segunda película projetada em 3D na cidade onde moro, o filme-concerto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;U2 3D&lt;/span&gt;, que mostrava vários trechos da turnê Vertigo Tour, da banda irlandesa. Lembro de ter percebido que essa tecnologia não apresentava tamanha liberdade aos objetos cênicos de um filme como sempre foi propagado por aí, o que havia era apenas uma percepção mais palpável e realista destes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é que essas propagandas enganosas parecem ter sido disseminadas como consequência de uma grande incompreensão da própria tecnologia que estava (ainda está) sendo experimentada por parte dos produtores de &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;cinema &lt;/a&gt;e dos exibidores. Dessa forma, o maior problema não reside nas já velhas e descredibilitadas propagandas de &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;cinemas 3D&lt;/a&gt;, mas sim nas novas empreitadas cinematográficas com essa tecnologia. É visível que muitos produtores de cinema não entenderam ainda a essência e as verdadeiras potências da imagem em três dimensões. Muitos &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;filmes 3D&lt;/a&gt;, ainda hoje, são feitos tendo como base a ingênua idéia de que a terceira dimensão da imagem pode proporcionar uma maior interatividade ou impressão de que os personagens ou objetos podem sair da tela, levando o espectador a sentir-se mais dentro daquela realidade fictícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-right: 0pt; margin-top: 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_157795462"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513495689782547266" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIPfHjwi00I/AAAAAAAAA2o/JcvJhcGMMZY/s320/imax_shark_big.jpg" style="float: right; height: 162px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 0pt; margin-top: 0pt; width: 162px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;www.cinemaadentro.tk&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É fato que existe um sobressalto  quando um objeto com aparentes três dimensões voa em direção ao público, a impressão de solidez e palpabilidade realmente existe, mesmo que mínima. Contudo, na tecnologia 3D todas as imagens estão presas a tela, nada dali sai, pois diferentemente de uma imagem holográfica a 3D não ocupa um lugar em um espaço real, mas sim simula este espaço. Em sua essência, o cinema em três dimensões não foi criado para transpor nada da tela, e nem para criar esta impressão; ao contrário, ele parte do princípio de criar a profundidade dos elementos na imagem, através de uma técnica chamada estereoscópia, que consiste em captar uma mesma imagem em dois ângulos diferentes alinhados de forma horizontal, como se fosse a imagem de dois olhos, um esquerdo e outro direito. Essa técnica permite que vejamos objetos em uma imagem dotados de profundidade e não chapados, como na imagem de duas dimensões. A terceira dimensão, aliás, é a própria profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a tentativa de provocar essa impressão de transposição da tela (ou parede) pode acabar resultando para o espectador em uma frustrante quebra da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quarta parede&lt;/span&gt;, o que, consequentemente, destrói a ilusão quando este descobre que objeto nenhum sai da tela, pois claro, tudo aquilo é ficção. Indo na contramão de muitas produções, a recente animação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Como Treinar o seu Dragão&lt;/span&gt; esquece de tentar impressionar o público com os já clichês de "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;atirar&lt;/span&gt; coisas contra a platéia" e passa a trabalhar com o que realmente importa na imagem tridimensional: o seu terceiro elemento, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;profundidade&lt;/span&gt;. Dessa forma, assim como no recente  e impressionante &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Avatar&lt;/span&gt;, o que está no fundo, a nova dimensão dessa realidade fictícia e as impressões que causam ao espectador ganham maior relevância e são melhor experimentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.cinemaadentro.tk/"&gt;cinema 3D&lt;/a&gt; não veio pra confundir a realidade fictícia da tela com a nossa de espectador, nem para confundir os espectador com o personagem. O cinema 3D veio pra tornar aquela história fictícia mais verdadeira, pra trabalhar mais ainda a nossa fantasia e imersão. No dia que o cinema se transformar numa espécie de game holográfico aí sim transportar objetos e personagens para fora da tela pode passar a funcionar narrativamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4298021613902178399?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4298021613902178399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4298021613902178399&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4298021613902178399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4298021613902178399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2010/09/consideracoes-sobre-o-cinema-3d.html' title='Considerações sobre o Cinema 3D'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIPe4ICCuxI/AAAAAAAAA2g/T2_69snMJhY/s72-c/filme-em-3d.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4626571325890787170</id><published>2010-04-05T16:10:00.003-03:00</published><updated>2010-05-02T19:57:29.265-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>A Casa de Alice</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/S7o0_wQcRBI/AAAAAAAAA0E/nesNIg2m6fA/s1600/casa-de-alice-poster01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 159px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/S7o0_wQcRBI/AAAAAAAAA0E/nesNIg2m6fA/s320/casa-de-alice-poster01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456732168403043346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após o término da projeção de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Casa de Alice&lt;/span&gt;, a primeira coisa que pensei foi: "Como um filme que começa tão bem e equilibrado pode se perder no meio do caminho, mas ainda assim ter um desfeixo satisfatório?". Não foi preciso eu o rever muito em minha mente para descobrir o que me incomodou. A Casa de Alice é mais um filme que segue a vertente de alto realismo do cinema brasileiro atual, que procura antes de tudo nos convencer daquelas vidas e criar na tela uma realidade quase tão palpável como a nossa (dos brasileiros), dessa vez, de uma família brasileira de classe média, apostando na crueza da imagem, nos sons ambientes e em atuações tão naturais quanto o diálogo mais banal que uma familia possa ter.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa com planos nos vários cômodos da casa de Alice. Vemos os quartos, sala, cozinha, banheiro, varanda, e o despertar das personagens que, nas próximas horas, teriam que conviver por mais um dia uns com os outros. Em seguida, somos apresentados a vida e intimidade de Alice (Carla Ribas), uma manicure que mora na periferia da cidade de São Paulo com a sua família. Aos poucos presenciamos os vários conflitos familiares, do casamento desgastado entre Alice e seu marido, passando pela difícil convivência entre os seus filhos, aos problemas de saúde da mãe desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratando com grande naturalidade a vida dessas pessoas, a direção é eficiente em manter os acontecimentos, por mais dramáticos que sejam, distante do melodrama, sem em momento nenhum tentar comover o público, deixando que a situação destes personagens o faça por si só. A ausência de trilha sonora é um dos elementos que compõem o caráter tão real e quase documental do filme, permitindo que apenas os sons da cidade de São Paulo que invadem o pequeno e simples apartamento de Alice preencham o ambiente desta família. São os sons da vida que, pela sua presença, causam as emoções na medida incerta, confusa e incapaz de conduzir, como a trilha, as sensações do público, sendo um dos elementos fundamentais que conduzem o espectador a ter, assim como a protagonista, uma idéia pouco clara e condensada da vida de Alice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro elemento que contribui para essa construção é a câmera sempre ousada que pega os planos mais incomuns, ou tão comuns, indiscretos e nada convencionais da família, sem grandes truques, com apenas o suficiente para que entendamos as situações que ocorrem na casa, assim como em um documentário, ou mesmo em um documento de famila. Tendendo a nos mostrar um drama familiar focado mais no coletivo, como se a família fosse um grande personagem em conflito interno, as situações são abordadas com pretensa neutralidade, enquanto a câmera sempre exita em buscar uma aproximação das personagens ou o ponto de vista particular destes, com a excessão de Alice, que de todos, parece ter seu contra-plano mais próximo da lente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma estória voltado para tal objeto, somos levados a acompanhar em difícil rítmo cotidiano &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/S7o1KDpot7I/AAAAAAAAA0M/aSRTkBcl8S0/s1600/casa-de-alice02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 192px; height: 130px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/S7o1KDpot7I/AAAAAAAAA0M/aSRTkBcl8S0/s320/casa-de-alice02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456732345407682482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a vida dessas pessoas. Filmes desse gênero são, assim como a vida, de mais difícil condensação, presenciamos fatos repetidos, com poucas modificações e uma trama que difícil evolue por justamente estar centrada na inércia que é a vida destes personagens. Apenas pequenas e singelas tramas se desenvolvem, deixando claro que houve um antes e um depois, sem dar um caráter especial aos eventos, mas sim, enfocando aquele presente representativo daquelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Casa de Alice&lt;/span&gt; falha, no entanto, ao tentar fazer do filme um experimento narrativo ousado em um roteiro já complexo, delicado e pontuado por fatos tão discretos e comuns. O diretor Chico Teixeira, juntamente com a edição de Vânia Debs, confundem o telespectador e pouco acrescentam ao filme com as suas reviralvoltas na estrutura narrativa. Em determinado momento do filme, avançamos perceptivelmente algum tempo da trama, com uma elipse que esconde alguns fatos que veremos somente mais para frente, quando essas cenas "puladas" são inseridas, constituíndo assim uma edição recortada. Se essa estrutura já se apresentava confusa em um filme que mostra o cotidiano das personagens, sem pontos de referência na trama, sem fatos que marquem e nos ajudem a ligar os pontos no final, mais difícil ainda se torna a organização dos eventos na cabeça do espectador quando situações ocorridas num tempo antes dos eventos aos quais o filme presencia são mostrados. Cenas que mais se tratam de um flashback e não mais de um recorte de edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa estrutura impossibilita o público de organizar alguma ordem para as cenas e para os fatos no pós-sessão, chegando a frustrar pela incapacidade de se compreender completamente a evolução das situações. No entanto, suponho que a intensão dessa edição seja a de tornar toda aquela estória em algo menos sintetizante e confortavelmente interpretativo para o público, assim como a personagem a respeito de sua própria vida, ao mesmo tempo que conduz cada vez mais a atenção do público para o significado em si das cenas. Porém, não é justo o sacríficio da compreensão da estória quando a última cena, por si só, causaria o impacto necessário capaz de confundir e inquietar o espectador a respeito da vida daqueles personagens. Um excesso de retórica. Confusões a parte, sejam elas úteis ou não, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Casa de Alice&lt;/span&gt; é um documento realista e angustiante daquela prostagonista e sua família.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4626571325890787170?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4626571325890787170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4626571325890787170&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4626571325890787170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4626571325890787170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/casa-de-alice.html' title='A Casa de Alice'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/S7o0_wQcRBI/AAAAAAAAA0E/nesNIg2m6fA/s72-c/casa-de-alice-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8543467868566547656</id><published>2009-11-05T12:07:00.005-02:00</published><updated>2010-05-02T19:58:23.825-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='documentário'/><title type='text'>O velho Caetano (e bom)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SvLpPGF87dI/AAAAAAAAAzc/sNz0vduTVkU/s1600-h/poster_coracao_vagabundo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 146px; height: 217px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SvLpPGF87dI/AAAAAAAAAzc/sNz0vduTVkU/s400/poster_coracao_vagabundo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400635348713532882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entrei com muita expectativa na sala de cinema. A gente sempre espera ver algo surpreendente quando se trata de Caetano Veloso. A sinopse do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Coração Vagabundo&lt;/span&gt; não dizia muita coisa, apenas ressaltava a presença de Paula Lavigne, Pedro Almodóvar, Michelangelo Antonioni, Gisele Bündehen, David Byrne e que o diretor Fernando Andrade "deixou o musico livre para dissertar sobre a saída de sua cidade natal, o sucesso no Exterior, a relação com Almodóvar e a separação de Paula Lavigne".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Algumas matérias de sites e jornais forma além: a atenção sobre a nudez de Caetano na cena inicial indicando a intimidade a qual o filme se propõe, a tentativa do diretor em apresentar o artista como um cara simpático e bem humorado às novas gerações, o medo de Caetano em envelhecer à preocupação em ser maquiado, as opiniões sobre quase tudo e a contestação da afirmação de Hermeto que o considerou um "musiquinho" afirmando ser a música americana a melhor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso está mesmo no filme, mas sem uma narrativa que nos atraia. Quem não gosta de Caetano poderá odiar o filme e mais ainda o artista. Então, melhor do que ver o filme é ouvi-lo. E como é bom ouvir Caetano no cinema! Sua voz fraca e violão primitivo crescem embalados com os arranjos modernos apresentados no álbum "A Foreing Sound" e a guitarra jovial de Pedro Sá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simpático Caetano que pretendeu ser apresentado a mim soou o mesmo Caetano com sua falsa-modéstia de sempre, do tipo que diz "eu não sou tão bom assim" quando quer afirmar o contrário, quando diz que não fala tão bem inglês  mesmo tendo feito composições na língua britânica e ter gravado um álbum cantando em português/inglês como foi "Transa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transgressão de Caetano no filme ou "intimidade" não está na cena em que ele aparece nu. Aliás, não se vê quase nada. O que &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SvLpzkE_y3I/AAAAAAAAAzs/aKn-GS7KKuE/s1600-h/coracao-vagabundo-644-01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 211px; height: 157px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SvLpzkE_y3I/AAAAAAAAAzs/aKn-GS7KKuE/s400/coracao-vagabundo-644-01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400635975237880690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;choca mesmo é o discurso sobre a velhice a partir de um homem velho que não se considera pejorativamente velho e que nunca se imaginou envelhecer como está hoje. Caetano nos ensino que o tempo dele é outro: o tempo de quem aprendeu a desacelerar e aprendeu que sempre há tempo sobretudo quando tem-se a idéia de que ele vai acabar num instante. Há mais vida, vontade e entusiasmo no Caetano de hoje, aos sessenta e tantos anos, do que naquele dos anos sessenta que gritava com impaciência e pressa: "É proibido proibir".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: Paula Lavigne aparece estereotipada como chata no filme, Gisele Bündehen é absurdamente desnecessária na estória, Antonioni não diz muita coisa, Almodóvar podia ter dado um beijo na boca de Caetano que chocaria mais que o nu, e Pedro Sá não abre a boca. Mas o filme é bom? Não e eu gostei. Porque me fez refletir sobre o medo de envelhecer, porque é linda a cena do passarinho que pousa no ombro do companheiro de Caetano no Japão, porque Caetano continua sendo para mim uma referência estética artística e deu mais vontade de curtir o show dele aqui em São Luís, no dia 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os filhos, filmes, ditos, livros como um vendaval. Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal.  Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual. Já tem coragem de saber que é imortal&lt;/span&gt;" (O Homem Velho. Caetano Veloso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Texto escrito por meu amigo desblogado Alberto Junior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ótimo texto, Alberto; e interessante análise. Atrevi-me a por umas ilustrações, mania minha! Obrigado pela contribuição ao blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8543467868566547656?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8543467868566547656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8543467868566547656&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8543467868566547656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8543467868566547656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2009/11/o-velho-caetano-e-bom_05.html' title='O velho Caetano (e bom)'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SvLpPGF87dI/AAAAAAAAAzc/sNz0vduTVkU/s72-c/poster_coracao_vagabundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7550952547011338306</id><published>2009-10-27T12:23:00.003-02:00</published><updated>2010-05-02T19:59:35.342-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Crise Virtual, Filho Abandonado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No início você possue milhares de idéias. Idéias que você pretende gritar, exibir, defender e discutir. Daí surge um blog. São posts e mais posts, sempre constantes e tudo o que passa na cabeça é, de imediato, um novo texto em potencial. A internet fez maravilhas, configurou novos modos dos indivíduos se relacionarem e a blogosfera se mostrou um ótimo terreno para que cidadãos comuns e celebridades pudessem expor suas idéias ou a ausência delas. Comigo foi assim! Comecei cheio de ânimo, idéias e vontade de exibí-las. Ter esse espaço pessoal dentro de um veículo de comunicação interativo é empolgante, libertador e uma ótima forma de se exibir. E uma coisa é certa, a vontade de ter um blog está sempre acompanhada de um certo exibicionismo, da vontade de se mostrar. Seria ignorância de minha parte fingir o óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que descobri a internet me vi um viciado. À princípio, eu a usava como fonte de pesquisa sobre produções cinematográficas (não podia comprar a revista SET!). Depois, com toda a intensidade da vida acadêmica, o ciberespaço se tornou quase fundamental na minha vida: contatos, pesquisas, estudos, diversão e o próprio entendimento da ferramenta internet. Ao mesmo tempo, tornei-me um viciado em Lost, e parte da série acontece em debates virtuais. Fiz, então, meus perfis virtuais: orkut, facebook, msn's, etc. Os meus impulsos de comunicador logo me trouxeram à blogosfera. Precisava falar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vida virtual intensa. Então veio a minha monografia, possível graças a internet e aos sebos virtuais. Foram seis meses imerso! No auge da minha vida virtual descobri o Twitter, uma torrente de links e mais links, informações e mais informações, pessoas e mais pessoas, piração total. Então simplesmente parei, completa, subta e naturalmente. Houve uma espécie de saturação para mim desse ambiente, experimentava de tudo ao mesmo tempo e simplesmente comecei a perder o tesão por isso tudo.  Desde meados do primeiro semestre pouco acessava a internet. Olho meu orkut, hotmail, e mal. Mas essa tempo dado foi bom, um dos maiores perigos que há nessa era da informação é você se perder no meio delas, sem saber para onde ir e o que fazer. Sei que como uma comunicador preciso conhecer e experimentar todas essas ferramentas virtuais, analisá-las, reconhecer seus potenciais, mas como um usuário devo cobrar de mim a seletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa minha crise virtual abandonei meu maior filho, o .Ponto-de-Vista. Não é um blog famoso, supervisitado, nem bem atualizado, mas é um espaço próprio, gostoso, de reflexão, que só a maravilha da internet poderia proporcionar. Nunca uma morcinha, nunca uma vilã, a internet vai ser sempre o reflexo de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao ciberespaço!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7550952547011338306?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7550952547011338306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7550952547011338306&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7550952547011338306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7550952547011338306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2009/10/crise-virtual-filho-abandonado.html' title='Crise Virtual, Filho Abandonado'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2193781409383852773</id><published>2009-07-05T12:42:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:00:35.569-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><title type='text'>Who's bad?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando eu fazia a segunda série do primário, lembro que a Globo exibiu uma espécie de documentário ou algo parecido sobre Michael Jackson, mas não me recordo qual era a abordagem, não havia assistido, apenas pude escutar comentários eufóricos na sala de aula. Não vivenciei a era MJ, o seu auge. Fora esse momento de minha infância e outros raros, apenas agora, após a morte do cantor, que pude constatar novamente o significado dele para uma grande parcela de pessoas que puderam acompanhar a sua carreira e vivenciaram o cenário musical dos anos 80, enquanto a sua influência e originalidade na música pop sempre me pareceram óbvias. De resto, as tantas outras referências que eu tinha do cantor se tratavam das notícias sobre as esquisitices e escândalos, assim retratados pela imprensa, como as acusações de pedofilia e as mudanças físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As referências negativas foram tantas que, por maior que fosse o carisma de MJ, fiquei surpreso com o tamanho do impacto e a comoção de algumas pessoas. Esperava que houvesse mais críticas por conta da possível causa de sua morte, ou que uma visão negativa prevalecesse, mas parece que todo o caráter doentio insistentemente divulgado pela imprensa ou criticado por muitas pessoas se esvaziou, dando-me uma forte impressa de uma grande e horrível hipocrisia. Eu sei, não é nenhuma novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, que pouco sabia sobre o cantor mesmo gostando de suas músicas, em todas as notícias e suposições negativas sobre o MJ, sempre pairava uma dúvida sobre quem era aquele artista ou aquela pessoa escondida por trás daquele rosto esticado, branco e inexpressivo; era uma imagem bizarra que, de alguma forma, criava uma desproporção no comportamento dele próprio, e eu não vi alguém ousar em tentar entender levemente alguns dos seus comportamentos. Ao contrário de hoje, que é muito conveniente que se esclareçam todos eles. Confesso que aquela imagem de MJ mostrando seu filho na sacada nunca me chocou de fato e que nunca consegui entender o processo de causa e efeito entre a gravidade daquela atitude e o espanto da imprensa. Mas claro, não era uma pessoa segurando um bebê em uma sacada, era um ET, e pior, um ET que já havia sido acusado de pedofilia. E na mente miúda de muitos formadores de opinião, a imagem de MJ era inquestionável, não importando seu passado e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu me questiono. Por que a mídia, muitas vezes, se mostra incapaz de tentar compreender razões invés de denegrir pelo fato em si? É, de fato, necessário que o indivíduo morra ou que a canalhice do seu pai seja novamente constatada para se entender o quão perturbado pela sua própria história essa pessoa era? Não sou nenhum ingênuo, o fracasso de uma estrela também é tão vendável quanto o sucesso e a sua morte, mas hipocrisia e oportunismo são sempre algo a se questionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ignorando os escândalos de outrora e nem apenas usando o termo "problemas familiares" para justificar mecânica e artificialmente as várias atitudes de MJ, como a maior parte da mídia tem feito no desespero de homenagear e "honrar" a imagem do artista - porque assim é que se se deve vender quando a estrela morre -, esse curto e ótimo &lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/Player/player.htm?audio=2009%2Fcolunas%2Fjabor_090703&amp;amp;OAS_sitepage=cbn%2Fcomentarios%2Farnaldojabor%2Fplayer"&gt;podcast da CBN&lt;/a&gt;, de forma cômica, reflete sobre a pergunta aberta pelo próprio cantor. Para ouvir clique &lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/Player/player.htm?audio=2009%2Fcolunas%2Fjabor_090703&amp;amp;OAS_sitepage=cbn%2Fcomentarios%2Farnaldojabor%2Fplayer"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom! Parece que biografias de verdade são feitas apenas depois que o personagem já morreu. Talvez, por isso, o cantor Roberto Carlos proibiu a sua de ser lançada recentemente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2193781409383852773?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2193781409383852773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2193781409383852773&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2193781409383852773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2193781409383852773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2009/07/whos-bad.html' title='Who&apos;s bad?'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4269388480822695709</id><published>2009-02-09T17:04:00.005-02:00</published><updated>2010-05-02T20:06:22.499-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Diário de um "Usuário" Perdido I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o final da quarta temporada de Lost minha idéia era a de não postar mais sobre os episódios, pois já previa o quão complexa ficaria a trama da séria, então eu pretendia fazer apenas alguns comentários em momentos pontuais e importantes das duas últimas temporadas da série. Os dois primeiros episódios desta quinta temporada marcaram uma grande reviravolta, não só na trama, mas novamente na estrutura narrativa, agora mais imprevisível e confusa, porém incrivelmente adequada. No entanto, o que era pra ser apenas comentários desse momento marcante da série, com o novo episódio do dia 28, Jughead, tive que mudar a proposta dos posts que eu viria a escrever sobre a série. Por conta de uma mudança tão drástica de um episódio para outro seguinte na minha percepção acerca da série, passarei agora a registrar um pouco das minhas reflexões acerca dos instigantes fatos e rumos desse encerramento, refletindo enfim sobre eu mesmo como exemplo de um telespectador que nunca se viu tão cheio de conflitos e sensações ambígua por um programa de TV - principal característica do telespectador de Lost, característica esta que dá sinais de uma nova relação do telespectador com a mídia -, o porquê disso tudo acredito que possa ficar claro com o decorrer dos posts.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Bom! O menos interessante para quem ler esses textos sobre a série (se alguém ler, pois considero sua extensão) é tentar entender meus argumentos e pontos de vistas, enquanto que perceber como reajo a esta seja bem mais importante para a compreensão da relevância da série nesse novo contexto dos meios de comunicação, em que os programas televisivos tendem a "abrir" links para novas informações e o telespectador ensaia ser um "usuário" desse espaço já não tão definido que é a televisão. E por essas razões meu maior objetivo com os textos sobre a série é o de tentar ser sincero na minha experiência enquanto telespectador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Reflexões do dia 24/01 sobre Because You Left e The Lie.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCK1bS_LzI/AAAAAAAAAyU/PmBJpL1sNPI/s1600-h/815.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 289px; height: 123px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCK1bS_LzI/AAAAAAAAAyU/PmBJpL1sNPI/s400/815.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300889411880169266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Às vezes é preciso sentir falta de uma determinada coisa para descobrir a sua existência. Em Lost, atribui-se sempre ao seu sucesso a capacidade da série em tratar de fatos fantásticos dentro de um padrão de verossimilhança que não prejudique os dramas dos personagens, então vemos estórias com relativa profundidade, desenvolvimento minucioso e singelo, e uma carga dramática incomum para uma série de ficção científica que nos dá a impressão de que os personagens estão sempre em primeiro plano na trama, elevando a série a um nível de qualidade atípico para o gênero de ficção científica, sendo até confundida com drama em determinadas fases. No entanto, entender como isso ocorre, como esse drama se sobrepõe a ação ou como esse pano de fundo fantástico nos parece tão real e aceitável ao ponto de não comprometer o drama sempre foi um desafio, pelo menos pra mim, que nunca aceitei a afirmativa de que cuidadosos roteiros, excelentes atuações e ótimas direções foram suficientes para compor esse padrão da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na estréia da quinta e penúltima temporada, aquele que talvez seja um dos maiores e principais elementos constitutivos desse aspecto da série é revelado, mas da pior forma, através da sua ausência. Logo no início dessa nova fase da série, descobrimos que existem fortes e terríveis conseqüências àqueles que permaneceram na ilha após a fuga de seis dos sobreviventes. Após ser "movida", a ilha - sempre tratada nos roteiros como entidade ou mito - passa a se locomover no tempo, fazendo com que os personagens que estão nela presenciem diversos fatos já ocorridos em vários momentos da história da ilha. Muito fantástico! Mas quando Lost não foi fantástico? O que faz dessa série algo tão sólido é justamente o fato de seus criadores saberem exatamente o que ela é, um entretenimento; mas uma série voltada para o divertimento que se faz pretensiosa, que não se prende aos moldes da aventura e da ficção científica, assim como não perdeu a oportunidade de desenvolver em uma trama que poderia, a princípio, ser apenas um drama sobre náufragos que precisam conviver entre si para sobreviver, mas desenvolvendo mitos dentro daquele ambiente; uma série que quebra os padrões estruturais de uma trama linear e os explora; que se utiliza da imaginação do telespectador pra enriquecer a si própria, quebrando o limite da tela e dando ao espectador minutos de poder, o poder de imaginar, assumindo limitadamente propostas narrativas ainda inovadoras em que o telespectador tem, indireta e experimentalmente, a capacidade de interação e construção de conteúdos. Os telespectadores-usuários de Lost já insistem em fazer isso pela internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovações a parte, são os elementos fantásticos da série que mais importam e a forma com que eles parecem tão reais e aceitáveis para quem acompanha. Fora as respostas científicas, o tratamentos dramático e a força da interpretação dos atores, existe algo que está inserido na própria essência dessa série que compõe esse padrão, algo que leve à aceitação do inaceitável, sem a menor chance de cair no ridículo, como se fosse um desvio entre a afirmação radical de "Impossível! Isso não existe" para a questão "Mas o que é isso? E o que isso significa?". No primeiro episódio dessa quinta temporada a trama entra naquele que é o tema mais espinhoso e traiçoeiro na história do entretenimento (e por que não da física?), a "viagem no tempo". Bem elaborada, Lost prepara essa trama atual desde a terceira temporada ao criar conceitos que evitam o paradoxo típico dos roteiros que falam sobre o assunto, evitando que personagens do futuro possam modificar o passado ou assumindo a seu universo regras como: "O tempo é como uma rua. Podemos nos mover para frente e para trás, mas não podemos nunca criar uma nova rua. Se tentarmos fazer algo diferente, iremos falhar todas as vezes. O que aconteceu, aconteceu". Por esses e outros argumentos a série evita uma série de contradições e paradoxos temporais, inovando no tema, tornando esse inaceitável em algo mais crível. Mas durante toda a série algo a mais foi explorado que não apenas argumentos ou explicações científicas para fatos fantásticos, mas sim estratégias de concentração, de focalização da atenção do telespectador, assim como um mágico faz em sua performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a temporada anterior a trama conta com o personagem Daniel Faraday, bem interpretado por Jeremy Davies. Trata-se de um típico cientista excêntrico, especializado em física e em experimentos que envolvem o tempo. Quando a ilha passa a "surtar" e a ter seus saltos de tempo, comparados por ele como "saltos de um disco de vinil arranhado", o personagem serve como um guia para esse universo com regras próprias e diferentes. No entanto, a série nunca utilizou nenhum personagem dessa forma, nunca houve um guia em Lost, nenhum personagem esteve lá para explicar determinados fenômenos, principalmente entregar sua compreensão de bandeja ao telespectador. Se há uma descarga eletromagnética de grandes proporções na ilha, a única coisa que os personagens conseguem explicar é que o céu ficou roxo, e tudo que o telespectador sabe hoje sobre o fenômeno ocorrido na trama este descobriu aos poucos. Sempre fomos presenteados por informações, quando não desconexas, incompletas e cheias de novas questões para serem encaixadas, fato que sempre revelou a confiança dos autores na inteligência de seu público. Quando os sobreviventes que permanecem na ilha descobrem que o acampamento deles simplesmente desapareceu, logo Faraday aparece e os explica que "ele não desapareceu, pois ainda não existe" sugerindo a viagem no tempo. Mais a frente, os personagens dão de cara com uma escotilha que já havia sido completamente destruída há duas temporadas, mas completamente intacta, e novas explicações são dadas por Faraday. Em determinado momento, o personagem chega a falar para todos que eles podem estar "ou no passado ou no futuro". São falas cuidadosas, bem elaboradas pelos roteiristas, mas são explicativas, contextualizam e entregam com clareza a natureza dos fatos, quando a confusão típica que permeia os eventos fantásticos da série é que torna tudo mais aceitável e desloca a concentração do telespectador do fenômeno em si para a curiosidade acerca da natureza e significado deste, como sempre foi feito. Em circunstâncias normais, ou seja, em outras temporadas, o sumiço de um acampamento, a presença de pessoas que já morreram e o reaparecimento de coisas que já haviam sumido do mapa seria um belo prato de confusões na cabeça do telespectador, que antes de ter as respostas - que não seriam colocadas de forma tão óbvia -, especulariam sobre o significado de todos aqueles fenômenos, e a última questão que passaria por suas mentes seria a verdade e possibilidade daquilo tudo. Esse desvio de atenção do espectador atrelado ao ótimo tratamento das cenas, à ótima direção e outros elementos, são fundamentais nessa aceitação do telespectador ao que é improvável na vida real, resultando posteriormente em um casamento perfeito de drama e fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dois primeiros episódios da quinta temporada vemos o equilíbrio desses elementos comprometido pela má utilização do personagem Daniel Faraday como um instrumento de respostas fáceis que põe em exposição para o telespectador - pela primeira vez pouco confuso sobre os novos fenômenos - tudo o que há de inverossímil nessa nova trama, e logo quando se trata de um tema tão fácil de cair no contraditório, ou no ridículo e na auto-paródia, como o de viagem no tempo. No entanto, a trama é muito bem elaborada e dá sinais de que permanecerá na coerência, inovando pelos novos conceitos de viagem no tempo, tema tratado em exaustiva tradição nas ficções científicas. Da mesma forma, as personagens continuam tão bem desenvolvidas, assim como os roteiros continuam extremamente cuidadosos, mas o equilíbrio que elevava a série a patamares privilegiados no gênero de ficção científica foi prejudicado e corre sérios riscos de se perder nessa trama que tende a ser cada vez mais explicativa. Vejamos para onde a série vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Reflexões do dia 30/01 sobre Jughead.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCLdedWdLI/AAAAAAAAAyc/4wct4VRKhEw/s1600-h/vastid%C3%A3o.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 243px; height: 176px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCLdedWdLI/AAAAAAAAAyc/4wct4VRKhEw/s400/vastid%C3%A3o.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300890099923711154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jughead é uma bomba, no bom sentido conotativo. No denotativo também. Jughead é o nome de uma bomba de hidrogênio testada pelos EUA no pacífico sul nos anos 50, e o episódio se trata sobre esse novo artefato. Uma constatação interessante é que o episódio faz uma enorme amarração de pontas, ou melhor, leva o espectador a organizar essa teia de informações desconexas através de informações aparentemente irrelevantes e cenas singelas. A tal e polêmica viagem no tempo da ilha continua a ocorrer e a cada clarão e sons ensurdecedores, os personagens se descobrem em outra época. Neste episódio, Locke, Sawier e Juliet estão na ilha do ano de 1954, descobrem que Os Outros têm a posse de uma bomba de Hidrogênio do governo americano, quando este invadia o local provavelmente a fim de fazer experimentos nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os dois primeiros episódios da temporada indicavam um possível esvaziamento do drama da série pelo tratamento comprometido dos elementos fictícios, algo que já expliquei; neste novo episódio tudo parece voltar ao normal. E não bastasse a dissipação do temor, a trama ganha contornos muito mais complexos, impressionando pela amplitude, pelo cenário macro, que pode envolver épocas que ainda não imaginamos e personagens que ainda nem vimos. Lost nos apresenta um mundo cada vez mais vasto e uma história impressionantemente ampla para uma série que a princípio levava o telespectador a acompanhar a vida de apenas 14 sobreviventes, trata-se de uma macro estória em um hiperseriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As viagens no tempo, que eram as protagonistas dos meus temores nos dois primeiros episódios, nesse terceiro se solidifica como uma nova estrutura narrativa. Uma das marcas de Lost foi o fato de incluir flashbacks de um de seus personagens por episódio, o que conferia a cada um o potencial protagonístico, e ao mesmo tempo negava a todos a centralidade da estória. Na quarta temporada, a série se reinventou estruturalmente ao incluir flashforwards com estórias do futuro dos personagens. Nessa atual temporada, as viagens no tempo assumem uma função estrutural semelhante, como se fossem longos flashs que deixaram de ser apenas uma estrutura narrativa para se inserir na própria narrativa, quase uma metáfora e referência aos tradicionais flashs da série. Essa nova composição não poderia ser inaugurada em momento mais coerente, pois as viagens no tempo se assemelham a grande flashs daquela que é a principal e maior personagem, a ilha, justamente quando a trama se amplia para muito além do que os personagens são capazes de explorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lost, a meu ver, é o experimento de um produto que tenta se expandir ao máximo, para além dos limites das narrativas tradicionais, explorando a vastidão de uma macro estória povoada por personagens curiosos e fascinantes. Lost é a materialização mais clara do atual desejo de se explorar as possibilidades, pela expansão (detalhamento) geográfica, temporal e potencialização de cada personagem como um protagonista; é a própria fomentadora de sua amplitude, os mistérios funcionam como pedaços perdidos de um mapa que nem sabemos o tamanho total. Seus telespectadores são sedentos e investigativos, desejosos do poder de controlar a estória a qual estão imersos; caso o controle remoto permitisse, seriam capazes de definir os rumos, criar &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCL61fJBmI/AAAAAAAAAyk/wEKAXek_Uww/s1600-h/cano+da+arma.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 227px; height: 128px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCL61fJBmI/AAAAAAAAAyk/wEKAXek_Uww/s400/cano+da+arma.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300890604321441378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;novas versões, ou acompanhar a vida de cada personagem, algo que a séria já nos oferece. A tridimensionalidade do mundo de Lost fica tão visível neste episódio que até uma imagem composta por um plano típico dos primeiros jogos 3-D - o da câmera que acompanha o cano de uma arma, semelhante ao jogo Doom -, foi utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Jughead, as proporções da trama chegam a ser incômodas ao telespectador tenso, esforçado em não perder ou esquecer de detalhes importantes. A desconcentração e dispersão do público é quase impossível, e a criatividade voa longe. Outra coisa fica bem mais evidente em Jughead, Lost forma uma nova linha de telespectadores, pessoas mais críticas, investigativas, criativas, inconformadas com o básico ou lógico, donas de novas idéias, participativas, ou seja, pessoas mais imersas nas questões do que preocupadas com as respostas. Deus abençoe os criadores dessa série por isso, o inconformismo nunca foi tão fomentado no mundo do entretenimento. São esses telespectadores que hoje são denominados de fanáticos, nerds, geeks, “atoas”, que são pioneiros e experimentam um pouco do que será o mundo do espectador-usuário das hipermídias do futuro. Particularmente, considero os fãs de Lost uma versão bem mais interessante e atualizada dos internautas que ainda não perceberam a valiosa fusão entre a TV e a internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos até onde a série vai. Voltarei a postar quando ela fizer mais uma reviravolta na minha cabeça!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4269388480822695709?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4269388480822695709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4269388480822695709&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4269388480822695709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4269388480822695709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2009/01/diario-de-um-usuario-perdido-i.html' title='Diário de um &quot;Usuário&quot; Perdido I'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SZCK1bS_LzI/AAAAAAAAAyU/PmBJpL1sNPI/s72-c/815.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2450102106589552487</id><published>2009-01-25T19:33:00.004-02:00</published><updated>2010-05-02T20:02:32.916-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Os Seis Fatos Aleatórios sobre Mim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De volta ao blog após meses dedicados a monografia. Há duas semanas que a defendi e durante esse período venho querendo postar algo, mas sem sucesso. Idéias não faltam, palavras sim, no entanto, as vezes que tentei postar esse texto ocorreram falhas no site do Bloguer e eu acabava o perdendo. Essa é a terceira vez que o escrevo. Paciência!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom! Na falta de uma fluência para escrever (não sei por que, é o que mais tenho feito), resolvi começar com algo leve, livre e que fosse voltado para o próprio autor. Indicado por &lt;a href="http://www.alokadacasa.blogspot.com/"&gt;Dani&lt;/a&gt;, uma amiga de trabalho e vizinha da blogosfera, vou fazer um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mem&lt;/span&gt;e. Pra quem não sabe, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme&lt;/span&gt; é uma brincadeirinha típica do mundo dos blogs que se assemelha a uma corrente: o blogueiro que for indicado responde ou comenta o que for sugerido pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme&lt;/span&gt;, e em seguida o repassa para a quantidade de pessoas que a brincadeira sugerir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O interessante do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme &lt;/span&gt;reside na possibilidade do autor falar mais de si mesmo, do blog ou de assuntos que ele não costuma falar, principalmente no caso de um blog temático como o meu. Ao contrário do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme&lt;/span&gt;, os "selos de qualidade" - uma outra brincadeira que se pretende mais séria - são pura besteira, qualquer um possui e repassa para qualquer outro, sem critérios de distribuição. Assim, aquilo que era para ser uma referência de qualidade, se torna mero presente. Banalizado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas indo direto ao assunto, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme &lt;/span&gt;em questão é bem mais simples que &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/meu-mem.html"&gt;o primeiro&lt;/a&gt; que fiz, devo citar apenas seis fatos aleatórios sobre mim. Para fazê-lo, porém, devo seguir as seguintes regras que valem para as pessoas a quem eu repassar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Colocar o link de quem te indicou pro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;- Escrever estas 5 regras antes do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme &lt;/span&gt;pra deixar a brincadeira mais clara;&lt;br /&gt;- Contar os 6 fatos aleatórios sobre você;&lt;br /&gt;- Indicar 6 blogueiros pra continuar a brincadeira;&lt;br /&gt;- Avisar para esses blogueiros que eles foram indicados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Enfim, os seis fatos aleatórios sobre mim:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;1º&lt;/span&gt; Gosto de andar de ônibus, mas não de esperar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;2º&lt;/span&gt; Enquanto baixo algum episódio de Lost, sempre fico pensando na melhor hora para assisti-lo, como se isso fizesse alguma diferença na minha compreensão e imersão na estória.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;3º&lt;/span&gt; Quando criança, meu brinquedo preferido era a imaginação. Dinossauros existiam. Já atuava e elaborava estórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;4º&lt;/span&gt; Sou curioso e assisto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Big Brother&lt;/span&gt;. Gosto de histórias reais, é interessante analisar o desencadear e a coerências dos fatos, assim como a dinâmica entre as pessoas, geralmente tão diferentes. É inspiração para a ficção. O real é uma fonte inesgotável de imprevisibilidades, enquanto a ficção é uma massa muito estruturada e mais previsível. Por isso não abomino os &lt;em&gt;reality&lt;/em&gt; &lt;em&gt;shows&lt;/em&gt;, pelos menos aqueles que se pretendem &lt;em&gt;reality.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;5º&lt;/span&gt; Sempre releio o que escrevo aqui na tentativa de experimentar a leitura de meu próprio texto como se fosse um internauta que acessa o blog. Tenho sempre uma relação de amor ou de ódio com cada texto. Há aqueles dos quais me envergonho por ter escrito, outros que me orgulho, assim como há dias em que desejo dar fim ao blog por insatisfação, e em outros, sonho que esse meu espaço vai me tornar um comunicador e uma pessoa melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;6º&lt;/span&gt; Não acredito em violões e mocinhos. Por mais que eu tente, geralmente enxergo o melhor que existe nas pessoas, seja quem for, mesmo que na metade das vezes eu acabe me ferrando.  Sou o típico bobão! E 90 por cento das vezes gosto bem mais das pessoas do que sou capaz de mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já li em outros blogs que esse &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meme &lt;/span&gt;é terapêutico. Não posso discordar! Então o passarei  para os seguintes blogueiros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://laiscarvalhedo.blogspot.com/"&gt;Toh percebendo...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://euzer.blogspot.com/"&gt;Metendo o Bedelho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://letraserascunhos.blogspot.com/"&gt;Letras e Rascunhos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://musicapracomer.blogspot.com/"&gt;Música para Comer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://euforiamelancolica.blogspot.com/"&gt;Euforia Melancólica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://inferninhoparticular.blogspot.com/"&gt;Inferninho Particular&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2450102106589552487?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2450102106589552487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2450102106589552487&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2450102106589552487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2450102106589552487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2009/01/os-seis-fatos-aleatrios-sobre-mim.html' title='Os Seis Fatos Aleatórios sobre Mim'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1033439933501539754</id><published>2008-11-15T13:06:00.005-02:00</published><updated>2010-05-02T20:03:38.606-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><title type='text'>A TV Brasil na TV a Cabo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;. O texto abaixo foi enviado por mim à Ouvidoria da Empresa Brasil de Comunicação no dia 28 de setembro deste ano. Nele, expus uma questão que põe em cheque o acesso democrático da TV Brasil e informo uma oferta que julgo indevida da emissora por uma empresa operadora de TV  a Cabo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O que faço aqui não é bem uma crítica, mas uma reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Meu nome é Caio Rafael Carvalhêdo, sou de São Luís - Maranhão, universitário e um integrante da audiência da TV Brasil. Atualmente, sou assinante de uma TV a Cabo. A minha escolha por essa TV se deu por motivos de diversidade de conteúdo, informação e entretenimento. No entanto, sou um apreciador da TV Aberta também, em especial, a TV Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que me trouxe aqui foi o fato de que a TV Pública Brasileira está inacessível a mim por esse motivo, por minha escolha. Sou assinante da TV a Cabo JET, empresa do Rio de Janeiro, mas não tenho acesso a TV Brasil por ela, pois sou assinante do pacote básico e o canal é oferecido em um pacote especial mais caro, o que considero completamente injusto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se opto pela transmissão em TV a Cabo, a qual obviamente pagarei, certamente a TV Brasil, que na teoria é pública, deveria estar no pacote básico, sendo dessa forma, disponível para todos os telespectadores da TV a Cabo, indiscriminadamente, dever este que, creio eu, a TV Pública tem para com o telespectador brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mesmo que o canal em questão seja transmitido pela TV Aberta, um telespectador não pode ter seu direito de recepção de um dos canais mais importantes e democráticos do país negado só porque escolheu a TV a Cabo. Assim penso! Minhas condições financeiras não me permitem pagar 30 reais a mais pelo pacote especial, e não faria isso apenas para assistir a um canal que eu deveria tê-lo acessível da forma mais democrática possível, seja por qual meio de transmissão televisiva. Quanto a TV Aberta, não vejo vantagem pela limitação de conteúdo e de qualidade, portanto, a TV a Cabo me parece ideal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que alego aqui é que a pequena parcela de telespectadores brasileiros que são clientes dessa empresa e que pode apenas optar pelo pacote básico está tendo o seu direito a TV Pública negado e não parece justo o telespectador ter que fazer a escolha entre a TV a Cabo e a TV Brasil por causa dessa circunstância.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha TV possui apenas uma entrada de vídeo, o que me impediria de ter os dois modos mais comuns de transmissão recepcionados por ela ao mesmo tempo, além de que não tenho uma antena de TV Aberta justamente por ter feito a escolha de uma paga. Eu poderia trocar minha assinatura da JET por de outra TV a Cabo, que me oferecesse o canal, mas na verdade sinto que o meu direito de livre acesso a TV Brasil é negado nesse caso e acredito que o mais justo seja buscar o que me é de direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"... televisão pública que funciona como serviço público subordinado ao controle da sociedade civil." Para uma TV que se defini de tal forma, sinto-me, enquanto integrante dessa sociedade, limitado no acesso ao canal. Não sei bem se esse é o local ideal pra eu fazer tal reclamação, mas foi o primeiro que me veio à mente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Também não sei se estou, na verdade, confuso na definição e função da TV Brasil. Gostaria, enfim, de ter algum esclarecimento ou resposta quanto a isso, se há regulamentação que permita esse tipo de oferta de transmissão da TV Brasil por empresas de TV a Cabo. E se caso isso seja errado e se revele contra os princípios que norteiam a existência da emissora, gostaria de saber aonde e a quem devo recorrer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No contrato assinado com a empresa que faz transmissão de canais para minha residência havia uma promoção inicial de liberação, por 6 meses, dos canais que constituem os pacotes mais caros. Por descuido meu, apenas ao término da promoção pude descobrir que a TV Brasil fazia parte de um pacote mais caro e que eu não poderia pagar. Hoje, não tenho por onde assistir a TV Brasil, até que tome uma providência. Terei que instalar uma antena de TV Aberta? Cancelar minha TV a Cabo? Trocá-la? Comprar um aparelho de TV novo que tenha duas entradas de antena ou vídeo? Ou me habituar à troca de antenas sempre que quiser assistir a TV Brasil? Essas não são as questões que desejo abrir, pois são praticamente irrelevantes se pensarmos nas diversas possibilidades de acesso que posso, ainda assim, ter ao canal. O que deixo é a dúvida da existência do livre e fácil acesso a TV Pública em quaisquer formas de transmissão para qualquer indivíduo brasileiro. Ou também apenas apresento aquilo que desconfio ser uma falha por parecer contra a proposta que levou a implantação do canal. Não acho justo uma TV a Cabo, que oferece todos os canais abertos, veicular o sinal da TV Brasil por um preço mais caro, como se fosse um canal feito originalmente para TV Fechada, igual a uma TV Privada, o que se revela um verdadeiro contra-senso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obrigado pela atenção!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Caio Rafael Carvalhêdo&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;. A Ouvidoria da EMB, em resposta enviada a mim no dia 13 de novembro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;a) canais destinados à distribuição obrigatória, integral e simultânea, sem inserção de qualquer informação, da programação das emissoras geradoras locais de radiodifusão de sons e imagens, em VHF ou UHF, abertos e não codificados, cujo sinal alcance a área do serviço de TV a Cabo e apresente nível técnico adequado, conforme padrões estabelecidos pelo Poder Executivo;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, necessário se&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;faz ressaltar que tal exigência aplica-se tão somente às operadoras de tv a cabo, razão pela qual as prestadoras que operam na modalidade MMDS ou DTH não são obrigadas a disponibilizar gratuitamente o sinal das emissoras abertas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente caso, a operadora de tv por assinatura citada pelo Sr. Rafael, Jet TV, opera na modalidade MMDS, motivo pelo qual esta prestadoras não estaria obrigada, por força da Lei do Cabo, a disponibilizar gratuitamente o sinal das emissoras abertas que operam em São Luís, dentre elas, a TV Brasil (canal 2E).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a partir da Lei nº 11.652/2008, como exposto acima, todas as prestadoras de serviços de televisão por assinatura deverão obrigatoriamente disponibilizar gratuitamente em todos os seus planos (sem custo adicional) o sinal da EBC. A única ressalva que se faz a essa obrigação é aquela contida no parágrafo único do artigo 29, que também restou acima explicitada.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessas considerações, sugiro que a Ouvidoria informe o Sr. Rafael sobre a obrigatoriedade da Jet TV disponibilizar em todos os seus planos o sinal da EBC, sem qualquer custo adicional, bem como a possibilidade do mesmo encaminhar denúncia, seja por e-mail ou 0800, para que a Anatel verifique tal situação junto a Jet TV.&lt;/span&gt; &lt;p style="font-style: italic; font-family: Times New Roman,Times,serif;" class="EC_MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finalmente, informo que o presente e-mail será repassado ao Sr. Kaiser, que atualmente é o Presidente do Comitê internamente criado na EBC para tratar de assuntos que envolvam Anatel e Ministério das Comunicações, tendo em vista que a EBC também poderá comunicar a Anatel o fato da Jet Tv não estar disponibilizando gratuitamente, em todos os seus planos, o sinal da EBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Aproveitamos a oportunidade para pedir desculpas pela demora em responder e agradecer pela colaboração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Estaremos sempre à disposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Atenciosamente,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Carolina Farah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assessora da Ouvidoria da EBC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;. Nada melhor do que ver o seu direito de consumidor e cidadão serem cumpridos. Já agradeci a Ouvidoria da EBC e farei, com certeza, a denúncia à Anatel, pois a TV Brasil se mostrou, logo nos seus primeiros meses de existência, uma das melhores opções da TV, seja Aberta, seja a Cabo. Pena que nesta época, em que mais preciso assistir a filmes nacionais, eu não tenha acesso ao canal.&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1033439933501539754?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1033439933501539754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1033439933501539754&amp;isPopup=true' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1033439933501539754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1033439933501539754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/11/tv-brasil-na-tv-cabo.html' title='A TV Brasil na TV a Cabo'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-9141555296935412197</id><published>2008-11-11T12:43:00.016-02:00</published><updated>2010-05-02T20:04:56.513-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.ponto-de-vista.'/><title type='text'>100º</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SRmtPNcCKCI/AAAAAAAAAxU/zA26wEkrWYY/s1600-h/.Ponto-de-Vista.+.jpg%5B1%5D"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267431716003391522" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; height: 294px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SRmtPNcCKCI/AAAAAAAAAxU/zA26wEkrWYY/s400/.Ponto-de-Vista.+.jpg%5B1%5D" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;.Ponto-de-Vista.&lt;/span&gt; foi com certeza fundamental na minha vida acadêmica, seja pela prática da escrita ou pelas reflexões. O post de número 100 do blog coincide justamente com os últimos dias como universitário e o início da minha vida profissional. Daqui pra frente, o blog naturalmente não será o mesmo. Mudanças e evoluções radicais ocorreram entre os primeiros posts e os últimos, o mesmo acontecerá como consequência dos meus seis últimos e intensos meses, em que minha perspectiva e alguns dos meus pontos de vistas a respeito dos temas que costumo abordar por aqui tiveram algumas mudanças significativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comemoração ao centésimo post do blog, disponibilizo links para os textos dos quais mais tive prazer em escrever.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/desabafo.html"&gt;Post preferido&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/via-lctea.html"&gt;Resenha preferida de filmes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/via-lctea.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/desabafo.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/o-cavaleiro-das-trevas-primeiras-e.html"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;O post 'Primeiras e Sensíveis Impressões' preferido&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/o-dirio-de-blindness.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Artigo preferido sobre mídia &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/as-emoes-de-steven-seagal.html"&gt;Post mais cômico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" align="center"&gt;Como nem tudo são flores no blog de um universitário...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/viagens-de-minha-mente.html"&gt;Post mais 'viajante'&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/viagens-de-minha-mente.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/04/found-em-busca-da-crtica-negativa-de.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Post mais estranho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/04/found-em-busca-da-crtica-negativa-de.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2007/11/por-que-divulgo-o-blog.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;O pior post&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2007/10/debate-sobre-cidade-de-deus.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;A resenha mais imprecisa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-9141555296935412197?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/9141555296935412197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=9141555296935412197&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/9141555296935412197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/9141555296935412197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/11/100.html' title='100º'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SRmtPNcCKCI/AAAAAAAAAxU/zA26wEkrWYY/s72-c/.Ponto-de-Vista.+.jpg%5B1%5D' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3008912204156576326</id><published>2008-10-10T23:03:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T20:05:47.078-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Alice - Na Toca do Coelho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDM1-Sx4XI/AAAAAAAAAig/BS_-h3eohdQ/s1600-h/15_MHG_cult_alice.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 205px; height: 131px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDM1-Sx4XI/AAAAAAAAAig/BS_-h3eohdQ/s320/15_MHG_cult_alice.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255925992768266610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é bem no país das maravilhas, mas quem sabe na capital! São Paulo, em &lt;i&gt;Alice&lt;/i&gt;, é fonte dos desejos da protagonista que dá nome a nova série da HBO Latin Americana, exibida aos domingos, às 22 horas, no canal. Saída da cidade de Palmas, em Tocantins, Alice abandona os preparativos de seu casamento para ir ao enterro de seu pai, que havia se suicidado. Uma vez fisgada pelos encantos da cidade, após um breve e intenso estranhamento, a personagem encontra motivos de sobra para permanecer nela, seja pela confusa noite badalada, pelas cobranças dos familiares em Tocantins ou pela descoberta da amplitude do mundo, que só uma cidade como São Paulo poderia proporcionar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;De cara exibindo um visual e estética tipicamente cinematográfica inspirados nas novas tendências televisivas norte-americanas e, atualmente, mundiais, no que se refere a convergência das linguagens cinematográfica e&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDNzL7O27I/AAAAAAAAAiw/oN4cJQESS2c/s1600-h/alice_hbo2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 192px; height: 134px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDNzL7O27I/AAAAAAAAAiw/oN4cJQESS2c/s320/alice_hbo2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255927044399618994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; televisiva, &lt;i&gt;Alice&lt;/i&gt; assume o estilo adulto de série, sem puderes e dando a si mesma a liberdade para criar e desenvolver essa estória com a sinceridade devida. O trabalho fotográfico, que busca extrair das luzes paulistanas todo o poder de sedução da grande megalópole, se revela quase que completamente cinematográfico, investindo em planos bem elaborados que realçam as sensações, como na cena do suicídio do pai de Alice, ou para simbolizar passagens importantes, como a "libertação" da protagonista que, após passar por um longo túnel em uma seqüência marcada pelo frenetismo, tem a sua vida radicalmente modificada, transitando de sua simples e ingênua vida para o curioso cotidiano no "país das maravilhas", pela qual a personagem passa a ter a noção de um mundo maior e, consequentemente, o desejo por este. O casamento, planejado, portanto, resignifica-se como um elemento aprisionador, agora que a personagem está frente a milhões de possibilidades. E é entusiástico marcar o fim de noite de Alice a partir de um envolvimento sexual com um típico gringo que visita São Paulo a trabalho, e que assume representativamente uma importante passagem tão comum em uma cidade global para o que existe fora do próprio cerco nacional. Nesse instante, as possibilidades vislumbradas e curiosidades de Alice vão mais além, e São Paulo se torna praticamente irressistível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDOT0gXs9I/AAAAAAAAAi4/DcZAAJp8F6w/s1600-h/15_MHG_cult_alice1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 177px; height: 113px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDOT0gXs9I/AAAAAAAAAi4/DcZAAJp8F6w/s320/15_MHG_cult_alice1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255927605048619986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A trilha funciona adequadamente, resumida praticamente em sons eletrônicos contextualizantes do ambiente metropolitano, quando não, saltando para o melodrama comedido, típico também das tendências das séries de TV's modernas, mas que pontua muito bem os momentos mais sensíveis da personagem. Andréia Horta surpreende como Alice, considerando-se preconceituosamente o trabalho anterior ao qual ela participou na TV Record. A atriz é competente em conduzir a personagem de acordo com as exigências da estória, já que as descobertas desta é que dão o sentido da série e concentrar-se na transição de sua simples concepção de vida para o ambicioso desejo de conhecer o mundo é bem mais importante que desenvolver de cara qualquer complexidade dramática mais profunda da personagem.  O elenco estréia muito bem e vale destacar a empolgante participação de Carla Ribas, que, tenho a forte impressão, renderá bons momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de 1 milhão até agora bem investidos pela HBO, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.alice-hbo.tv/"&gt;Alice&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;promete, com base no primeiro&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDNZmC2mVI/AAAAAAAAAio/hVdF_riUvGs/s1600-h/image.axd.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 153px; height: 101px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDNZmC2mVI/AAAAAAAAAio/hVdF_riUvGs/s320/image.axd.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255926604734306642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; e ótimo episódio da série, mostrar grandes aventuras embarcadas pela personagem na descoberta do "país das maravilhas", ou como pode vir a ser também, da selva metropolitana. Agora resta acompanhá-la na expedição pela grande cidade cheia de faces, possibilidades e que nunca dorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i5J6qHbs2hs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/i5J6qHbs2hs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3008912204156576326?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3008912204156576326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3008912204156576326&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3008912204156576326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3008912204156576326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/09/alice-na-toca-do-coelho.html' title='Alice - Na Toca do Coelho'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SPDM1-Sx4XI/AAAAAAAAAig/BS_-h3eohdQ/s72-c/15_MHG_cult_alice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5922586820147878422</id><published>2008-08-27T11:18:00.004-03:00</published><updated>2010-05-02T20:07:20.734-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><title type='text'>Bebida e Direção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca dei muita importência a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stand-up comedy&lt;/span&gt;, até porque prefiro comédias que tem por base textos dramatúrgicos e não à pura improvisação. Porém, não consigo ficar indiferente as piadas de Rafinha Bastos e seu tom sarcástico afiado. Com mais um pouco de seriedade, ficaríamos até em dúvida se ele estaria contando uma piada ou não. E isso é o mais engraçado! Pena que o &lt;a href="http://www.band.com.br/cqc/"&gt;CQC&lt;/a&gt;, programa ao qual ele trabalha e que possui outros bons comediantes de improvisação - incluindo ainda a presença central e sempre criativa de Marcelo Tas, não esteja conseguindo explorar bem as suas potencialidades, que são muitas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ByAVZp2muzU&amp;amp;hl=" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aqui também um vídeo muito divertido, que encontrei no próprio &lt;a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/"&gt;blog do Marcelo Tas&lt;/a&gt;. Em uma cena de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Queda - As Últimas Horas de Hitler&lt;/span&gt;, descobrimos como seria se Hitler fosse o chefe da delegação brasileira e seus planos megalomaníacos fossem por água abaixo em Pequim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como vem, mesmo, no título dos e-mails que nos enviam com essas bobagens divertidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Assista! Vale a pena. É muito bom!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rYvIXQfhvbc&amp;amp;hl=" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-5922586820147878422?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/5922586820147878422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=5922586820147878422&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5922586820147878422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5922586820147878422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/08/bebida-e-direo.html' title='Bebida e Direção'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6345552086867937672</id><published>2008-08-23T15:03:00.016-03:00</published><updated>2010-05-02T20:07:49.984-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Contradições Políticas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SLD4ckk4AzI/AAAAAAAAAiA/3d9NoCIeArc/s1600-h/20071207_stf.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 233px; height: 152px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SLD4ckk4AzI/AAAAAAAAAiA/3d9NoCIeArc/s320/20071207_stf.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237959536370254642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Raramente falo de política por aqui, mas alguns fatos contraditórios me deixam simplesmente intrigado. O pior é que os que me levaram a escrever esse post são protagonizados justamente pelo nosso Supremo Tribunal Federal, que, no dia 20 deste mês, tomou a decisão louvável, por uma súmula vinculante um tanto atrasadinha, de proibir o nepotismo nos Três Poderes de toda a administração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Um medida positiva, certamente. Mas como tem sido de praxe, após uma excelente decisão ou qualquer discussão de grande conveniência, o STF dá um passo atrás desconcertante. Na mesma quarta-feira da decisão, o Tribunal achou melhor considerar nepotismo apenas caso do motorista da prefeitura de Águas Nova (RN), Francisco Souza do Nascimento, irmão do vice-prefeito do município, Antônio Sezanildo do Nascimento; enquanto que a contratação de Elias Raimundo de Souza, parente do vereador Antonio Raimundo de Souza, de Água Nova, para o cargo de secretário municipal de Saúde foi desconsiderada como nepotismo, de acordo com a súmula editada pelo tribunal, pelo argumento de que a função de secretário é política, autorizando o político a liberdade de nomear quem quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incoerente? Com certeza. Se a nomeação de parentes para cargos político por outro político é algo permissível, então não vejo a razão dessa decisão. O nepotismo em qualquer grau e cargo trata-se de uma inconstitucionalidade e desrespeito, mas pouco me importa se um pequeno funcionário público está inserido num esquema de camaradagem quando, na verdade, o nepotismo em cargos políticos constitui um agrupamento, uma formação de "patotas" bem mais prejudiciais a ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão incoerente quanto essa decisão foi a vista grossa do STF em relação à contraditoriedade do fato de os servidores públicos, ao se candidatares, terem de se desincompatibilizar com o serviço público, enquanto que os gestores atuais que buscam reeleição possuem o caminho livre para a candidatura paralela a gestão. E de paralela não há nada, quando sabemos que a gestão de um prefeito que tenta se reeleger contribui direta e indiretamente para a sua candidatura, a não ser que você acredite que obras são realmente paralisadas no período eleitoral. No dia da grande decisão, em que pensávamos que o Tribunal permitiria que os juízes eleitorais do Brasil negassem os registros de candidatura dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;candidatos ficha suja&lt;/span&gt;, simplesmente nada é feito, a não ser a prolação de um discurso otimista ao extremo de que o simples debate já era um progresso à justiça eleitoral. É como se tivéssemos, por obrigação, sempre de andar bem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;devagazinho&lt;/span&gt;, porque o progresso demais pode derrubar a crista dos políticos e do Congresso, que parecem temer tanta consciência e conhecimento a respeito de seus podres. "Vamos dosar o progresso, a sensação de justiça e poder do povo, senão daqui a pouco teremos todos nós os telefones grampeados e as mãos algemadas pela injúria da população e pelo heroísmo hipócrita da Polícia Federal", assim imagino o raciocínio coletivo que conduz algumas decisões do Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falarei sobre algemas, pois fico muito aborrecido e nem gosto de repetir demais um mesmo discurso. Se algum advogado que passar por este blog souber explicar com argumentos plausíveis, essas contraditoriedades, a um jovem que se sente impotente diante destas situações, ficarei grato. No momento, tento ser otimista como o habitual, mas não consigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6345552086867937672?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6345552086867937672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6345552086867937672&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6345552086867937672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6345552086867937672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/08/contradies-polticas.html' title='Contradições Políticas'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/SLD4ckk4AzI/AAAAAAAAAiA/3d9NoCIeArc/s72-c/20071207_stf.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-599755722185888451</id><published>2008-08-17T22:27:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T20:08:24.920-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Sobre Esquinas, Biografias e Ansiedade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou um cara essencialmente ansioso, sempre fui. Minha primeira tomada de consciência a respeito dessa minha característica ocorreu quando possuia 7 anos e mal conseguia esperar um dia para assistir ao recém-lançado VHS de Parque dos Dinossauros - e sabe lá Deus o porquê de meu facínio por dinossauros e paleontologia durante minha infância. Mas também sempre tive uma tendência satisfatória a racionalizar as coisas e talvez tenha sido por ela que me certifiquei tão cedo de como gosto de passar em alta velocidade nos cruzamentos. Uma tendência que chega a ser contraditória ao meu desejo de olhar cada esquina cuidadosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou muito sonhador. Penso alto, até demais, e isso me predispõe a ansiedade e a pressa. No entanto, algo bacana me ocorreu logo em minha adolescência: eu queria ter uma história! Sempre gostei de assistir a biografias, de olhar como a vida de cada pessoa evolui e se transforma; e se pudesse, extrairia sempre uma equação ou cálculo probabilístico que garantísse o sucesso e indicasse o fracasso na vida daquelas pessoas. Adorava, também, ver como existem passos, partes e pedaços em cada história. São degraus que as pessoas sobem, ou descem, e isso sempre me facinou. A vida, definitivamente, é feita em vários atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro cinema, e como tal, adoro estórias. Toda boa estória é contada em atos, passos e degraus. Graças a esse meu facínio pela história que se cria e se desenvolve, pela vida que as outros viveram, percebi que queria a minha história: lenta, processual e vivida. Abidiquei da pressa e decidi acompanhar cada passo de minha vida como quem assiste a uma biografia, como quem descobre e destricha a própria vida. Se sonhava alto, queria que cada metro da subida ou declínio fosse bem aproveitado; se a avenida era longa, não podia perder os atrativos de nenhuma esquina, e não estou falando de prostitutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou um tempo que se me perguntassem se eu gostaria de ganhar na Loteria, eu diria que não. Acharia isso um salto anti-climático desinteressante e nada processual. Preferiria lutar aos poucos pelos meus sonhos, encarando o risco de não conquitá-los e sentindo o prazer de estar conciente e monitorando minha própria história. Assim como nas boas biografias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, mesmo sentindo a necessidade de presenciar cada passo, aos poucos, fui sentindo que estes estavam muito lentos e a torcida para que um novo passo fosse dado aumentava disfarçadamente. O mundo pedia um novo passo meu. Sempre pede! Que se danasse a biografia, ela era tão sonho quanto os sonhos que eu tentava alcançar. E entre a biografia e os outros sonhos, prefiro os últimos, sejam tarde, sejam cedo, sejam anticlimáticos. Ter pressa voltou a ser a ser uma opção, mesmo que não adiantasse tê-la. De repente, já nem conseguia mais não jogar na loteria. Isso, porque nem jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saudável conformação de que minha vida tinha um ritmo próprio e que cada passo dado para frente ou para trás era um novo fato de minha ilusória biografia de sucesso pessoal se transformou na ansia intensa e uma pressão de realizar cada um dos meus objetivos, e os dos outros para mim também. Não sei se a certeza de que minha história se escrevia prognosticando uma biografia idêntica as de personalidades chegava a ser pior que a necessidade que sinto hoje de correr; pelo menos, na primeira opção, a calmaria reinava. Por mais que tentemos, mesmo através de objetivos particulares como o meu, a lentidão não faz parte de nossa vida. Não a de hoje. Só nos resta, então, prestar atenção nas esquinas as quais passamos rapidamente para ver o que tinha lá, e imaginar o que não deu pra ver, o que vivemos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-599755722185888451?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/599755722185888451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=599755722185888451&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/599755722185888451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/599755722185888451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/sobre-esquinas-biografias-e-ansiedade.html' title='Sobre Esquinas, Biografias e Ansiedade'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7158376327912646114</id><published>2008-08-09T14:47:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T20:09:02.207-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta-metragem'/><title type='text'>Dois Curtas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Resisto em postar vídeos porque, geralmente, a maioria não assiste mesmo. Mas em si tratando desses dois divertidos e bons curtas, não consegui resistir, e aqui estão eles. Acho que não preciso avisar, mas insisto: Deixem o vídeo carregar por inteiro antes!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Um curta que mostra como uma edição pode terminar o roteiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pESUoaJ4iHk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pESUoaJ4iHk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Selton Mello defendendo as suas teorias "tarantianas".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Fknp2aDXQyU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Fknp2aDXQyU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7158376327912646114?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7158376327912646114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7158376327912646114&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7158376327912646114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7158376327912646114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/08/dois-curtas.html' title='Dois Curtas'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7497290406377054873</id><published>2008-07-27T21:31:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T20:09:53.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>A Lei Seca e a gente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo no início da Lei Seca, lembro que fiquei apreensivo e receoso. Achei que era rigorosa demais e pensava nas coisas as quais seriamos privados. Mas não demorou muito até que me tocasse. O brasileiro tem forte problema cultural. Ele cresceu desacostumado a cumprir leis, cresceu praticando inocentemente ou não comportamentos anti-éticos. O brasileiro sempre se viu em situações em que tinha que buscar soluções práticas para sobreviver. A história o fez assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ex-escravos abandonados que buscavam qualquer forma pra sobreviver, os pobres que infringiam pequenas lei e que conseguiam com seus "peixes" uma vaga ou uma oportunidade de modos ilícitos, o jogador de futebol baixinho que desenvolveu seus dribles artísticos pra "furar" e passar por um inglês “altão”. Isso é o "jeitinho brasileiro", foi a nossa forma de sobreviver, a forma como aprendemos a sobreviver. Decorrente dessa nossa história, aprendemos a não cumprir leis, a ultrapassar o sinal vermelho, a furar filas, a driblar sistemas, a ser livres e a fazer um futebol bonito!!! Nada que eu já não tenha comentado por &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/desabafo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema reside mesmo no campo da lei, dos nossos direitos e dos nossos deveres. Sei que nunca é bom generalizar, mas estamos falando de cultura e de hábitos. O brasileiro (quase) sempre foi infrator nas situações mais cotidianas possíveis. O pobre, se puder fazer um "gato", furar uma fila no SUS sem se preocupar com os outros que ficam pra traz ou usar uma senha para enviar mensagens de graça por celular, ele quase sempre o fará. O pobre brasileiro (a maioria) é talentoso em cumprir pequenos delitos. Já os ricos, estes possuem esse aspecto cultural potencializado pelo poder, e dessa forma, vemos políticos corruptos, empresários ambiciosos (alguns também corruptos) e granfinos ignorantes tão talentosos em cometer grandes e pequenos delitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a maioria dos problemas do Brasil são resultados dessas anomalias culturais, dessa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;malandragem&lt;/span&gt;. E quando uma lei como essa, rigorosamente fiscalizada, mas justa, entra em prática, ficamos completamente assustados, justamente porque não estamos nada acostumados a cumprir deveres (seria pela falta de costume em ter direitos?). Percebo que leis, nas nossas mentes, não passam de alegorias e quando estas realmente funcionam, nos sentimos assim, presos e assustados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo a implantação da Lei Seca e a determinação pela qual ela está sendo executada como um novo passo na vida do brasileiro. Um momento de choque e de educação forçada que funciona sim - lembremos das leis envolvendo o cinto de segurança. Funcionou tão bem que hoje a maioria esmagadora da população dirigi com cinto de forma habitual. Não deixa de ser uma medida paliativa. A educação pode ser bem melhor e deve ser planejada, mas essa lei surge como uma bela contribuíção para a cada vez maior inserção do brasileiro no mundo da civilização e do respeito ao próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorará muito para que novas formas de burlar o bafômetro sejam inventadas (se possível), técnicas, que incrivelmente a maioria utilizará. Por outro lado, o surgimento da simpática idéia do "amigo da vez" me faz pensar que estamos nos adaptando rápida e adequadamente à situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me admiro com certas transformações. Muitas vezes pensei que o Brasil não mudaria nunca ao ver notícias ruins que provavam insistentemente a falta de educação do brasileiro. Mas, contraditoriamente, mesmo com uma reflexão maior que ultimamente fazemos sobre nós mesmos, vejo uma instituição acreditável como a Polícia Federal e leis tão bem executadas como a Lei Seca, e simplesmente não acredito. Impressiono-me com esses pequenos aprendizados e com a existência de pessoas tão sérias por traz dessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça Eleitoral também tem me impressionado cada vez mais, apesar de ter achado abusiva a proibição dos comunicadores de Rádio e TV de comentarem sobre os candidatos dessas eleições. Houve uma falta de bom senso nesse ponto, mas por outro lado, entendo que a "casa" dos comunicadores precisa ser organizada, pois a ligação destes com a politicagem é triste e perigosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, aos poucos aprendemos. Tenho fé no meu país e na minha gente. Sim, sou otimista e apesar dos pesares, vejo excelentes e inspiradores exemplos demonstrados por alguns conterrâneos. O que mais me empolga é imaginar esse povo tão fascinante vivendo melhor e bem mais esclarecido quanto si próprio.&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7497290406377054873?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7497290406377054873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7497290406377054873&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7497290406377054873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7497290406377054873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/lei-seca-e-gente.html' title='A Lei Seca e a gente'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7154284460474599605</id><published>2008-07-26T12:35:00.003-03:00</published><updated>2010-05-02T20:16:12.934-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atores'/><title type='text'>As Emoções de Steven Seagal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo bom ator possui um ilimitado repertório de golpes marciais. Tenho pena daqueles que só se preocupam com essa coisa de "expressão". Fracassados!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHawEHttk3I/AAAAAAAAAfI/7L8nWCrzt9U/s1600-h/steven_seagal_expressions.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHawEHttk3I/AAAAAAAAAfI/7L8nWCrzt9U/s400/steven_seagal_expressions.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221554402819412850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7154284460474599605?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7154284460474599605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7154284460474599605&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7154284460474599605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7154284460474599605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/as-emoes-de-steven-seagal.html' title='As Emoções de Steven Seagal'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHawEHttk3I/AAAAAAAAAfI/7L8nWCrzt9U/s72-c/steven_seagal_expressions.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8693811746317691960</id><published>2008-07-21T00:26:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:16:42.075-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>O Cavaleiro das Trevas - Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SIQZAdc-fnI/AAAAAAAAAho/1PXgJm6NlGg/s1600-h/darkknight_02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225328963353476722" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 182px; cursor: pointer; height: 275px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SIQZAdc-fnI/AAAAAAAAAho/1PXgJm6NlGg/s400/darkknight_02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Intrigado, cansado e feliz. Há cerca de uma hora, eu estava saindo da sala de cinema na qual assistia a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt;, e ainda sinto um pouco do peso que o filme deixou sobre minha mente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Frenético em seu ritmo e realista em seu tratamento, essa continuação segue a mesma lógica do primeiro, mas desenvolvendo-se com uma intensidade tão forte que o diferencia de qualquer outro filme de super-herói. Impregnado por um pessimismo que não via desde &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/span&gt;, o filme pouco nos dá a chance de acreditar em algum sucesso para os conflitos dos personagens, transformando a sessão de mais de duas horas e meia em uma experiência realmente cansativa e difícil, o que é certamente positivo por, de certa forma, essas sensações serem resultantes da carga dramática e da fácil correlação que fazemos da vida em Gothan City com a típica situação de medo e insegurança a qual vivemos nas metrópoles. Essa nova série, arrisco-me dizer, trata-se sobre a cidade, seu caos, sua moral frágil, seus bandidos e heróis, e bem mais a dicotomia destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma grandiosa promessa que já sentia medo de não ser cumprida a altura, o Coringa revelou-se um indivíduo completamente sem senso, um anárquico. Eu sinto, mas muito mesmo pela morte de Heath Ledger, muito mais após este filme, que deixou marcado e comprovado como em nenhum outro o talento do ator. Intenso, visceral, intuitivo e dominante da técnica, Ledger assusta em cada momento de sua aparição, e de sua ausência também, que através de uma sádica mistura de humor e horror, me causava vários sorrisos nervosos durante a projeção. Com um vilão desses foi realmente difícil permanecer calmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que, mesmo lembrando bem o que foi o Batman Begins, ainda fiquei completamente abismado com a visão que Chritopher Norlan possui da estória do herói e com tudo que reproduziu neste filme. Penso, aliás, que o objetivo do diretor seja realmente nobre no que diz respeito a qualidade, seja na estética, seja no conteúdo; são filmes como esse, possuidores de uma natural tendência industrial mas que trazem consigo um trabalho artístico profundo, que pegam desprevenidamente uma distraída ou ignorante massa, como se fossem armadilhas para o bom gosto. São iscas que levam, aos poucos, um público a refinar seu paladar e torná-lo mais exigente. Ah! E como é bom ver milhares de pessoas correndo para os cinemas jurando que irão assistir a um divertido filme de super-herói, quando na verdade estão experimentando um denso e bem desenvolvido drama policial, que não arrastaria um-quarto desse público. Nesse sentido, adoro cineastas sagazes e propagandas enganosas de estúdios gananciosos. Como é dito em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt;: "Às vezes as pessoas merecem algo melhor que a verdade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vou postar aqui uma análise mais crítica do filme, mas sinceramente, antes vou assisti-lo mais uma vez. Acho que não estava preparado para o excesso de informação. Deveria sempre estar!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8693811746317691960?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8693811746317691960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8693811746317691960&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8693811746317691960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8693811746317691960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/o-cavaleiro-das-trevas-primeiras-e.html' title='O Cavaleiro das Trevas - Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SIQZAdc-fnI/AAAAAAAAAho/1PXgJm6NlGg/s72-c/darkknight_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6586004131086281082</id><published>2008-07-18T12:49:00.005-03:00</published><updated>2010-05-03T06:40:11.444-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><title type='text'>O Gozo Espetacular da Violência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Tenho estudado e pesquisado mais intensivamente meu tema de monografia, que trata diretamente sobre cinema e violência, o que tem sido revelador em alguns aspectos, incitando-me a refletir sobre certos assuntos. Ao ler o artigo&lt;/span&gt;  &lt;a href="http://www.eco.ufrj.br/semiosfera/anteriores/especial2003/conteudo_ibentes.htm#top"&gt;Estéticas da Violência  no Cinema&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;de autoria da Doutora em Comunicação, Ivana Bentes, senti um forte incômodo diante do seguinte trecho:  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 153, 102);"&gt;"Para além do discurso midiático do medo difuso e demanda de repressão encontramos ainda outras diferentes formas de consumir a pobreza, ligadas ao circuito do turismo e das trocas culturais. A menos perversa, e mais antiga, faz pensar na pobreza e miséria como uma espécie de 'museu da humanidade', em que as favelas 'tombadas' (uma tendência inclusive urbanística, com o descarte, cada vez mais claro de qualquer idéia de 'remoção') são pontos turísticos com seu primitivismo-exótico, multiculturalismo e modos de vida em 'extinção'. A cena é comum em Copacabana. Um imenso jipe verde-oliva, apinhado de turista vestidos como se partissem para um safári africano, cruza a Avenida Atlântica saindo do Copacabana Palace. O Jeep Tour leva gente de todas as nacionalidades para ver de 'perto', ou do alto do jipe esse 'habitat natural' de uma pobreza ironicamente incorporada à imagem turística e folclórica do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;span style="color: rgb(255, 153, 102); font-style: italic;"&gt;[...] &lt;/span&gt;    &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;A favela é o cartão-postal às avessas, uma espécie de museu da miséria, etapa histórica, não-superada, do capitalismo e os pobres, que deveriam, dada toda produção de riquezas do mundo, estar entrando em extinção, são parte dessa estranha 'reserva', 'preservada' e que a qualquer momento sai do controle do Estado e explode, 'ameaçando' a cidade."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;É claro que chegamos ao ponto em que a violência e a miséria brasileira estão sendo encaradas como espetáculos. Não sei bem se o cinema tem a culpa nesse embelezamento da pobreza ou se somos nós que estamos um tanto incapazes de perceber a realidade, pois, mesmo que esses filmes possuam uma estética que traduz em belo uma difícil realidade, os mesmos são marcados por um realismo visceral que deveria nos chocar. Acredito que o problema esteja mesmo na forma como nos posicionamos quando estamos frente a telona; às vezes, parece que somos turistas visitando o nosso próprio país, tal qual, aqueles do jipe verde-oliva, citado por Ivana Bentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6586004131086281082?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6586004131086281082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6586004131086281082&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6586004131086281082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6586004131086281082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/o-gozo-espetacular-da-violncia.html' title='O Gozo Espetacular da Violência'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3273405374993716435</id><published>2008-07-18T08:33:00.007-03:00</published><updated>2010-05-02T20:17:56.812-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><title type='text'>Nada Mais Engraçado que a Vida Real</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sou um fã de Vídeo-Cacetadas e não curto muito postar vídeos por aqui, mas sempre abro um espacinho quando me deparo com situações realmente hilárias. Eu iria escrever e postar um vídeo do comediante de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stand-up comedy&lt;/span&gt; e integrante do CQC, Rafinha Bastos, mas fica pra próxima. Dessa vez, nada mais engraçado que a própria realidade!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Projétil em Brasa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Como diria um famoso personagem do cinema brasileiro: "Então bota a porra da bandoleira!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hed4kHtKXMQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hed4kHtKXMQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Ataque em Bando&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Parece que o homem não está mais no topo da cadeia alimentar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3JuWO2hlKy8&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3JuWO2hlKy8&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3273405374993716435?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3273405374993716435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3273405374993716435&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3273405374993716435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3273405374993716435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/nada-mais-engraado-que-vida-real.html' title='Nada Mais Engraçado que a Vida Real'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3220261727174016767</id><published>2008-07-17T12:04:00.015-03:00</published><updated>2010-05-02T20:18:14.519-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>O Incrível Hulk</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9cDMvCmXI/AAAAAAAAAf4/V0mP_x4P240/s1600-h/hulkposter13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223995302800955762" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 158px; cursor: pointer; height: 235px;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9cDMvCmXI/AAAAAAAAAf4/V0mP_x4P240/s400/hulkposter13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao comparar o primeiro filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Hulk)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com &lt;/span&gt;este novo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk&lt;/span&gt;, percebemos claramente que existem novas pretenções da Marvel para esta série. O primeiro, dirigido por Ang Lee, procurava desenvolver ao máximo o drama da situação ao qual Bruce Banner se encontrava, estudando a psicologia do personagem e tematizando com solidez o filme. Já nesta continuação, a tentativa foi de contar a estória do personagem através de um estilo mais comum aos utilizados em adaptações de HQ's, no qual o equilíbrio entre a ação, desenvolvimento das personagens e o drama é feito de forma a tornar a narrativa fluída e com rítmo adequado para o tipo de estória. Não que a empreitada de Ang Lee não tenha sido boa, na verdade, foi ótima e fundamentou como em nenhum outro filme de super-herói os poderes e traumas deste personagem, que, no fundo, estão estritamente ligados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que eu acredite que o tratamento dado pela direção de Louis Leterrier a este segundo filme seja mais coerente à estória, sinto e senti maior empatia pela forma com que Ang Lee a contou. A densidade com a qual este último desenvolveu e a utilização de argumentos psicanalíticos/psicológicos como explicação para os traumas do protagonista, indiretamente deram ao filme sensações mais vicerais e angustiantes, além de nos conceder explicações &lt;span style="font-style: italic;"&gt;q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uase&lt;/span&gt; plausíveis para a mutação do personagem. E essa capacidade de tornar a estória mais emotiva quando racionalizada parece ser inexplicavelmente um trunfo comum às estórias de Hulk. Da mesmo forma, em O Incrível Hulk, os momentos mais emocionantes e dramáticos estão diretamente ligados às questões psicológicas de Bruce Banner, quando estas são desenvolvidas.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9iNDP2PlI/AAAAAAAAAhI/8mZrVESbMWU/s1600-h/hdfth.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224002069122661970" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; width: 164px; cursor: pointer; height: 124px;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9iNDP2PlI/AAAAAAAAAhI/8mZrVESbMWU/s400/hdfth.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com um início ágil, o filme, logo após nos apresentar a nova situação e esconderijo de Bruce Banner, nos deixa a par da ameaça e do constante desespero do personagem em se livrar de seu "poder". Usando a favela da Rocinha como cenário para o esconderijo de Banner, a produção fez um ótimo trabalho ao escolher ângulos fabulosos compondo uma bela fotografia, e ao explorar, em alguns momentos, o caótico ambiente do morro, como na perseguição que os militares norte-americanos fazem pelas ruelas, lajes e becos traiçoeiros do morro. O trabalho de Direção de Arte e a produção no geral foram tão bem realizados que o íncomodo típico que nós brasileiros sentimos ao assistir filmes hollywoodianos filmados no Brasil foi quase imperceptível pela escassez de deslizes na representação da Rocinha e da vida na favela, tropeçando apenas aqui e ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma urgência e rítmo intenso, o início do longa praticamente em nada parece com a cuidadosa apresentação das personagens de seu antecessor e, curiosamente, uma nova versão do auto-experimento científico de Bruce Banner que o tornou em Hulk foi mostrada (nesta, sua namorada Betty Ross quase morreu no incidente). Investindo mais tempo nos momentos de ação, o roteiro se torna mais atrativa e prende fortemente o espectador, ao passo que mostra também as consequência traumáticas da "pós-transformação em Hulk" e de toda a ação ocorrida, assim como a carga emocional deste por ter que, constantemente, manter-se isolado como um fugitivo e ver-se sempre a um passo de "surtar" novamente. Dessa forma, reencontramos um Bruce Banner amargurado, que sofre o peso de sua natureza mutante e do que ela pode criar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9dQ2wtsXI/AAAAAAAAAgI/ZDWIx7IW5G8/s1600-h/incrediblehulk_52.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223996636932190578" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 169px; cursor: pointer; height: 112px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9dQ2wtsXI/AAAAAAAAAgI/ZDWIx7IW5G8/s400/incrediblehulk_52.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Composta essa nova versão cinematográfica, nada mais normal que a mudança de elenco. Bruce Banner, antes atuado por Eric Banna, agora ganha um novo e competente interprete, Edward Norton. Se Banna possuía um físico mais avantajada (malhado) que dificultava uma aparência mais frágil, Norton já possui um corpo esguio, mas diferentemente do primeiro, exibe aspectos psicológicos que imprimem maior segurança ao personagem. A verdade é que a fragilidade típica de um personagem inseguro e possuidor de certos desajustes emocionais acaba sempre prejudicada por alguns desses aspectos. Se eu escolhesse entre as atuações dos dois, mesmo sendo um adimirador do trabalho de Norton, ficaria com a de Eric Banna, por considerá-la a mais coerente. No entanto, vale ressaltar que certas mudança têm mais a ver com escolhas tomadas pela direção, do que pela composição feita pelos atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edward Norton, porém, é bastante eficiente ao mostrar o peso dos problemas e restrições do personagem sobre si. Da mesma forma, a atriz Liv Tyler, que interpreta Betty Ross, funciona muito bem com Norton, imprimindo química ao casal. Mas infelizmente, o roteiro esquece de sustentar o lado da personagem como uma importante pesquisadora, deixando-a apenas como a mera namoradinha do herói. Já Tim Roth&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_elenco"&gt;, constroi um Emil Blonsky interessante e ambiciso, e até certo ponto, um tanto obcecado&lt;/span&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_elenco"&gt; e ameaçador, até para o próprio Hu&lt;/span&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_elenco"&gt;lk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Superando o primeiro filme no que diz respeito a efeitos especiais, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk &lt;/span&gt;impreciona pela veracidade do próprio Hulk, mas não a ponto de esquecermos de seu caráter digital. Dessa vez, com uma pele composta por uma coloração mais escura que o torna mais ameaçador, o Hulk ganhou um caráter&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9iglfd46I/AAAAAAAAAhQ/OQ5N8BtTLQ8/s1600-h/hulk2_04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224002404732494754" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; width: 246px; cursor: pointer; height: 104px;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9iglfd46I/AAAAAAAAAhQ/OQ5N8BtTLQ8/s400/hulk2_04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; mais verossímio, chagando a impressionar por alguns instantes pela preocupação dos técnicos em tornar o personagem em algo "real" e palpável. A única falha na composição do herói fica mesmo nas suas expressões faciais sempre indefinidas e quase sem emoções, tornando praticamente indecifrávis os pensamentos e as sensações de um personagem que é, na verdade, a forma física e surtada do inconsciente de Bruce Banner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a incerssões bem sucedidas de algumas cenas cômicas, o momento em que Betty Ross fica completamente irritada com um taxista, ao passo que, ironicamente, Bruce aparenta total postura parcial a situação; é o único que revela-se ineficaz por não possuir qualquer elemento surpresa pela obviedade da tirada cômica. Possuíndo uma série de pequenas situações forçadas, o final peca ao investir quase que completamente na ação desenfreada e, novamente, na criação surpresa e desnecessária de um novo vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9jCCiswlI/AAAAAAAAAhY/BGjnOM08DnA/s1600-h/incrediblehulk_13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224002979466363474" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 175px; cursor: pointer; height: 107px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9jCCiswlI/AAAAAAAAAhY/BGjnOM08DnA/s400/incrediblehulk_13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Preocupado em não apenas referenciar os quadrinhos, o diretor Louis Leterrier faz homenagens óbvias à série de TV dos anos 80, como o plano das íris dos olhos de Banner no momento da transformação em Hulk, ou o próprio título do longa que é a referência mais direta à série. O filme, aliás, se dá ao luxo de explorar as diversas possibilidades estéticas ou narrativas assumidas variadamente nas muitas versões dos quadrinhos. Hulk foi uma das HQ's com mais adaptações diferentes da mesma estória e, talvez, a utilização de outra versão, no filme, do momento em que o protagonista sofre o incidente laboratorial que o transforma em Hulk, seja uma liberdade absorvida pela adaptação cinematográfica dessa característica da estória do herói, a de possuir vários início e versões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, o tom utilizado nesse novo filme sobre o super-herói verdão é mais adequado que o da versão anterior, por ser mais leve, menos denso, com mais rítmo e não menos dramático, sem, com isso, torná-lo pobre e superficial. Essa mudança bem sucedida confirma que, em certos casos, melhor que utilizar um estilo denso e racional que transforme uma obra pop em uma arte mais rebuscada, é desenvolver o filme dentro de um estilo mais atrativo e coerente à proposta da estória, mas que mesmo assim faça jus ao potencial desta e não duvide da inteligência de seu público. São justamente estas as maiores qualidade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3220261727174016767?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3220261727174016767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3220261727174016767&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3220261727174016767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3220261727174016767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/o-incrvel-hulk.html' title='O Incrível Hulk'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SH9cDMvCmXI/AAAAAAAAAf4/V0mP_x4P240/s72-c/hulkposter13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-117362986480467760</id><published>2008-07-15T00:48:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:23:29.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Uma Mídia mais Discreta?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se no "Caso Isabella" eu &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/caso-mdia-na-isabella.html"&gt;discordava&lt;/a&gt; da cobertura excessiva e sensacionalista que extrapolava o limite do bom-senso, tanto por parte dos profissionais de comunicação quanto pelos milhares de receptores; frente a cobertura deste mais novo e triste caso de uma criança atingida pela violência, admito que alguns segmentos de mídia têm feito o seu trabalho de forma mais equilibrada, sensata e buscando encontrar, por trás dessa veiculação, um sentido e uma relevância que vão além do interesse público ou da audiência, mas que procure desvendar o contexto por trás dessa situação. Algo que não aconteceu no primeiro caso, que apenas com mais de um mês alguma discussão rasteira sobre violência doméstica e suas causas fora levantada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso ocorrido no domingo, dia 6, policiais militares foram acusados de disparar pelos menos 16 tiros contra o carro ao qual João Roberto, de 3 anos, se encontrava com sua mãe e irmão. A criança teve morte cerebral logo na segunda-feira, enquanto os dois PM's envolvidos na operação foram presos em um batalhão na Tijuca. Eles afirmaram que estavam trocando tiros com ladrões e negam terem atirado contra o carro em que o menino se encontrava. No meio da semana, o vídeo de segurança do prédio em frente ao ocorrido revelou que os policiais dipararam contra o carro, indicando um erro operacional, e dos grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reportagens sobre o ocorrido apuram os fatos de forma mais cuidadosa, além da habitual tentativa jornalística de comover. O que a princípio era noticiado como um típico caso de violência policial, passou a informar um possível despreparo da polícia, tanto psicológico como operacional. A questão inevitavelmente se aprofundou. A discussão sobre a deficiência dos policiais militares surgiu e vários meios de comunicação optaram por não impor papéis e funções aos personagens dessa história, com o intuito somente de sensacionalizar este, que é mais um fato complexo de nossa sociedade. Até a possibilidade dos policiais realmente terem trocando tiros com ladrões está sendo bem divulgada pela mídia, criando uma verdadeira situação reflexiva que vai para longe da simples comoção, vitimação e da incitação de raiva na população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma forte impressão que essa postura da imprensa nesse caso tenha ocorrido por esse fato caracterizar-se como parte de uma discussão já em pauta desde o ano passado pelo cinema e por outras mídias. Hoje, há uma verdadeira inquietação para se entender a instituição policial brasileira e como esta se encontra, já que ela é fundamental para a manutenção do equilíbrio social, principalmente em um país subdesenvolvido. Fiquei um pouco surpreso com a forma de tratamento da mídia em um caso que poderia ser muito bem explorado, aproveitando o sentimento de revolta induzido, intensamente utilizado pela imprensa no caso de Isabella Nardoni. No entanto, a reflexão sobre as condições da polícia foi quase inevitável de surgir no caso do pequeno João, já que envolvia diretamente policiais militares do Rio de Janeiro. E acredito, a imprensa não se submeteriam a tamanho indiscrição em um caso tão delicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a violência no Rio não é novidade, assim como a insegurança atual que sentimos em relação a instuição que deveria nos trazer um mínimo de segurança. Considerando esses fatores, talvez seja mais fácil de entender as diferenças consideráveis que existem entre o Caso Isabella e o de um menino que, infelizmente, será apenas parte de uma estatística tão comum à cidade. Nesse momento, a comovente revolta da massa realmente faz falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então. Será uma mídia mais discreta ou exitem mais pressões por trás da cobertura de um fato como este ocorrido no Rio de Janeiro?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-117362986480467760?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/117362986480467760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=117362986480467760&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/117362986480467760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/117362986480467760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/uma-mdia-mais-discreta.html' title='Uma Mídia mais Discreta?'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1356263957911912687</id><published>2008-07-12T07:17:00.009-03:00</published><updated>2010-05-02T20:19:16.238-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>Wall.E - Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiChOkjPYI/AAAAAAAAAfQ/8_Bh3CXEVfk/s1600-h/walle_06.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 124px; height: 176px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiChOkjPYI/AAAAAAAAAfQ/8_Bh3CXEVfk/s400/walle_06.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222067275294784898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando escrevo sobre um filme e intitulo o texto de "Primeiras e Sensíveis Impressões", a idéia que tenho, obviamente, é de relatar o que senti e as primeiras impressões vindas do filme. Isso tem sido comum e relativamente fácil de se fazer, mas em si tratando de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt;, nas diversas vezes em que comecei a escrever este post me vi buscando um texto mais frio e distante, procurando não explorar e muito menos expor um pouco da experiência bem pessoal que foi assistir a essa animação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que dificilmente uma pessoa que assiste a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt; sairá a mesma ou sem um mínimo de reflexão. O filme é emocional, certamente. Mas incrivelmente racional também, como uma mistura magnífica que mais parece Steven Spielberg e Stanley Kubrick na direção de um mesmo filme, protagonizado por Chalie Chaplin. E comparar o robozinho com o ator é mais que um elogio ao trabalho da Pixar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt; parecia ser uma ousada estória sobre a vida solitária de um robô programado para limpar uma Terra&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDK-VY8-I/AAAAAAAAAfg/dZtSrJKLfqQ/s1600-h/walle_12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 203px; height: 81px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDK-VY8-I/AAAAAAAAAfg/dZtSrJKLfqQ/s400/walle_12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222067992490734562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; completamente poluída. No filme, um cenário verdadeiramente angustiante. São quase 30 minutos sem falas, apenas com gestos e rotinas, para então descobrirmos que a estória se trata da paixão entre dois robôs, que no decorrer do filme, abandonam suas diretrizes em prol do "amor". Aparentemente, uma idéia maluca e água-com-açucar, mas a verdade é que trata-se de um cinema de primeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O robô Wall-E é um personagem fascinante e irresistível. Não imagino quem possa ignorá-lo e não se comover logo nos primeiros instantes com a alma (isso mesmo) e sensibilidade do robô, que é uma singela homenagem a humanidade. E é isso que o filme de fato acaba por nos mostrar ser, uma homenagem ao homem e sua sensibilidade, e não é à toa que Wall-E guarda em sua casinha improvisada diversas lembranças bonitas e singelas do que foram as pessoas que naquele lugar já residiram. O mesmo indivíduo capaz de destruir o mundo em que vive  e de discriminar o&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDYF5NpFI/AAAAAAAAAfo/4vHvbG48K5U/s1600-h/walle_11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 210px; height: 83px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDYF5NpFI/AAAAAAAAAfo/4vHvbG48K5U/s400/walle_11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222068217858335826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; próximo por pura ignorância, é também aquele que ama, dá as mãos ao outro. O personagem consegue sempre ver o melhor do homem em todo o longa e, curiosamente, ele sempre me pareceu a versão mais pura e inocente deste, ou seja, aquela sem rancor e traumas, que não tem medo de sentir, se emocionar, se apaixonar ou parecer bobo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, ao assistir Wall-E, pude observar o melhor do que podemos ser, e vendo aquele personagem inserido em um contexto de total destruíção de nosso maior bem, fica clara a mensagem de que somente essa versão de nós é capaz de dar o devido valor. Não demora muito para entendermos o porquê da total poluíção do planeta, quando na metade do filme, Wall-E encontra os humanos e, junto com ele, descobrimos que o homem do futuro não passa de um ser amorfo, ignorante, acrítico, que perdeu até sua capacidade de locomoção por total entrega às facilidades tecnológicas e que, ao primeiro e surpreso contato, todos parecem exibir atenção e simpatia, mas por pura carência e solidão. O filme vai mais além em seus argumentos, tratando do consumismo e da vida cada vez mais envolta de um tecnicismo e por frias diretrizes de um mundo com olhares voltados para valores superficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi possível não me emocionar. Para alguns, o filme funciona como uma verdadeira&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDnc0GieI/AAAAAAAAAfw/3-PZm-P_PiY/s1600-h/walle_07.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 197px; height: 82px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiDnc0GieI/AAAAAAAAAfw/3-PZm-P_PiY/s400/walle_07.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222068481708952034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; redescoberta do que somos; já para outros, como uma feliz relembrança, enquanto que uma outra parte apenas ignorará, assim como os humanos de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt;, que vivem deitados pela atrofia de seus corpos em cadeiras flutuantes e com uma espécie de TV (é uma mídia) frente aos olhos, incapazes de olhar para o lado e de sentir algo genuinamente humano e real. Como a paixão de Wall-E por Eva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;A Comoção de Courtney&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Já que falei de Wall-E, não vou deixar de comentar a respeito de um curioso caso sobre o filme. Courtney, uma jovem norte-americana, enviou um vídeo para a Pixar que era um registro do que ocorria sempre que assistia ao tease-trailer da animação lançado a meses na internet. Coutney se emocionava, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;inevitavelmente,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt; sempre que via o olhar e escutava a voz do protagonista. Depois disso, a jovem passou a receber e-mails constantes de alguns funcionários da Pixar que ficaram comovidos com o seu vídeo. A equipe acabou convidando Courtney a comparecer na festa de comemoração do lançamento do filme, e lá foi homenagiada pelo próprio diretor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Segundo o namorado de Coutney, que se encontrava também no evento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;"Então [Andrew Stanton] disse: 'Há seis meses, quando o primeiro trailer de Wall.E foi lançado, estávamos apenas na metade do processo de realizar o filme e não sabíamos ao certo como iríamos concluir o projeto. Estávamos exaustos. E aí, um dia, um vídeo apareceu no YouTube mostrando uma garota assistindo ao trailer. E toda vez que o via, ela chorava. Quando vimos aquilo, soubemos que estávamos indo na direção correta'.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;Todos no cinema riram deste caso, demonstrando que sabiam do que ele estava falando.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Bem', Andrew Stanton disse. 'Nós convidamos Courtney para estar aqui esta noite.'&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;Um burburinho tomou conta do cinema. Quando virei e olhei para minha namorada, ela estava boquiaberta pela surpresa. Andrew Stanton pediu que ela se levantasse e mil pares de olhos se viraram para fitá-la e, então, um ensurdecedor aplauso começou. Courtney ficou parada e, sem saber o que fazer, soprou beijos para os artistas e técnicos que fizeram o filme.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;Foi uma das coisas mais emocionantes e surpreendentes que ela já viveu e que já testemunhei. E a Pixar fez isso apenas porque o vídeo dela havia tocado seus artistas, deixando-os otimistas com relação ao filme que estavam fazendo. E eles quiseram retribuir o favor.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pixar nunca tentou usar essa história para promover o filme. Eles realmente fizeram isso exclusivamente porque ficaram tocados pela reação de Courtney ao trailer, porque acharam que isto seria algo bacana de se fazer e porque acreditaram que isto agradaria também aos seus funcionários - os quais, pelo que vi, eles tratam com enorme respeito".&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:georgia;font-size:85%;"  &gt;(trecho extraído do post &lt;a href="http://www.cinemaemcena.com.br/pv/journal/arquivo.asp?arquivo=1814"&gt;"Pixar, Humanidade, Emoções"&lt;/a&gt; do blog &lt;a href="http://www.cinemaemcena.com.br/pv/journal/blog.asp"&gt;Diário de Bordo&lt;/a&gt;, de autoria de Pablo Villaça)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O relato completo e o vídeo de Courtney podem ser vistos &lt;a href="http://betteronme.blogspot.com/2007/10/i-watch-walle.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E... Bom! O trailer de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt;, pra quem estiver curioso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UblUO0LjPUg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UblUO0LjPUg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1356263957911912687?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1356263957911912687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1356263957911912687&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1356263957911912687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1356263957911912687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/wall-e-primeiras-e-sensveis-impresses.html' title='Wall.E - Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHiChOkjPYI/AAAAAAAAAfQ/8_Bh3CXEVfk/s72-c/walle_06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4329818197641623524</id><published>2008-07-08T00:40:00.009-03:00</published><updated>2010-05-02T20:19:44.930-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='festival de cinema'/><title type='text'>Festival de Cinema</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLw5pmSN5I/AAAAAAAAAfA/oOO6G7JCY9w/s1600-h/foto_maira_colunas_guarnice.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 92px; height: 106px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLw5pmSN5I/AAAAAAAAAfA/oOO6G7JCY9w/s400/foto_maira_colunas_guarnice.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220499791285467026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Festival de cinema, pra mim, é igual a festa. E neste último Guarnicê não foi diferente. Mas como estive mais ocupado, não fui todos os dias e não assisti metade dos filmes que concorreram aos prêmios do festival. Mesmo assim, consegui assisti a alguns bons longas-metragens como   &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Desafinados &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/via-lctea.html"&gt;AVia Láctea&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos curtas, pude observar algo interessante. Prefiro um bom filme a uma animação, no entanto, nos festivais sempre sou completamente fisgado por alguma animação. Ano passado terminei o evento encantado com o curta cearence &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vida Maria&lt;/span&gt;, já neste ano, foi o paulistano &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pajerama&lt;/span&gt; que me fascinou. O anime narra a estória de um índio que passa por uma torrente de situações inexplicáveis; metais, concretos e sinais da vida moderna surgem misteriosamente na virgem selva brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLvnkkoYoI/AAAAAAAAAew/FNiakFm7YkU/s1600-h/thumb2_783591d594cb97cb901f8b3abb2de302.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 156px; height: 87px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLvnkkoYoI/AAAAAAAAAew/FNiakFm7YkU/s400/thumb2_783591d594cb97cb901f8b3abb2de302.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220498381187080834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Panjerama&lt;/span&gt; trata de fatos misteriosos e apavorantes aos olhos do jovem índio. A produção, com o intuito de ressaltar o impacto e estranhamento das situações, utiliza uma trilha típica de suspenses baseada quase que completamente em ruídos, sem abdicar da temática indígena. O resultado é excelente. A forte trilha completa tão bem a idéia do roteiro, que os sinais de nossa modernidade e civilização no meio do universo particular dos índios de um Brasil do século XV lembram facilmente as típicas cenas cinematográficas no qual um homem mantém, pela primeira vez, contato &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLwY1kbOUI/AAAAAAAAAe4/SrZEOxG--Yg/s1600-h/Pajerama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 160px; height: 89px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLwY1kbOUI/AAAAAAAAAe4/SrZEOxG--Yg/s400/Pajerama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220499227563211074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;com um ser ou tecnologia extraterrestre. E o melhor, claro, é o caráter hiperbólico do roteiro, que busca no exageiro simbólico da invasão da civilização européia à civilização indígena brasileira, uma forma de exaltar o impacto causado na cultura indígena e no próprio índio da época, quando estes viram seu espaço invadido e destruído.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4329818197641623524?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4329818197641623524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4329818197641623524&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4329818197641623524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4329818197641623524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/festival-de-cinema.html' title='Festival de Cinema'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHLw5pmSN5I/AAAAAAAAAfA/oOO6G7JCY9w/s72-c/foto_maira_colunas_guarnice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5633848697012857627</id><published>2008-07-06T11:09:00.007-03:00</published><updated>2010-05-02T20:20:05.288-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Lost: Último Post do Ano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHDMUClHOWI/AAAAAAAAAd4/D74vFEL2Ffc/s1600-h/Updated_Lost_pic_by_rainierez.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 180px; height: 112px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHDMUClHOWI/AAAAAAAAAd4/D74vFEL2Ffc/s400/Updated_Lost_pic_by_rainierez.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219896612784388450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Antes de ser um fã de Lost, fui um telespectador atento como sempre procuro ser e que todas as terças-feiras, às 11 horas, estava presente no sofá a espera de mais um episódio. Foi justamente essa atenção e análise que me levaram a adimirar tanto essa série. Julguei por algum tempo que, por a trama ter cada vez mais espaço de si ocupado pelos mistérios e por todo aquele deslumbrante e criativo pano de fundo, a série esqueceria com o tempo de seus personagens e acabaria desenvolvendo sua estória de forma mais superficial, voltada para ação e mistérios. Eu via isso como um caminho natural, afinal, é fácil se perder em meio a uma estória tão complexa que terá 6 anos de duração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No entanto,  o caminho trilhado é completamente inverso. É adimirável como a série está cada vez mais voltada para os personagens e como tudo que ocorre ali está diretamente relacionado a vida destes, o que me certifica que Lost é de fato um sólido e bem-sucedido projeto. Mais impressionante ainda é ver a densidade com que a série vem se desenvolvendo; os novos, dramáticos e comoventes acontecimentos tem provado e aprovado a capacidade dos roteiristas e diretores de desenvolver essa estória com sensibilidade e delicadeza. Ver, por exemplo, os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Oceanic's Six&lt;/span&gt; sair da ilha e tentarem seguir suas vidas guardando às duras penas os impactantes fatos do passado é comovente e emocionante, assim como o difícil percurso que estes personagens vêm trilhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;There's no Place like Home - Parte I e II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-73.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=1585267068852268403&amp;amp;site=widget-73.slide.com" style="width: 400px; height: 320px;" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width: 400px; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=1585267068852268403&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p1/1585267068852268403/bb_t059_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=1585267068852268403&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p2/1585267068852268403/bb_t059_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=1585267068852268403&amp;amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p4/1585267068852268403/bb_t059_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto no momento final do último episódio da terceira temporada descobrimos que os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashbacks&lt;/span&gt; de Jack são na verdade &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashforwards&lt;/span&gt; de seu futuro fora da ilha,  no final dessa quarta temporada, a grande surpresa é substituída por uma eficiente ação e uma sequência de eventos impactantes durante todo o episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta última parte de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;There's No Place Like Home&lt;/span&gt; tem início com a última cena da terceira temporada, revelando o que acontece após esse momento e mostrando mais uma vez a curiosa propriedade dessa série em resignificar suas cenas ao mostrá-las sobre nova perspectiva, seja por um olhar novo ou por apresentar pedaços a mais. Na ilha ou no tempo que julgamos ser o presente, os personagens estão frente a possibilidade de uma fuga da ilha, quando conseguem localizar o helicóptero para se locomoverem até o cargueiro. Jack e Sawier estão em busca de Hurley, o que ocasiona em mais um debate sobre Fé x Ciência entre Jack e Locke, mas agora com o primeiro levemente balançado em seu ceticismo. O médico, aliás, passa por uma mudança profunda nesse episódio, e o fato dele começar a "acreditar" somente ao ver uma ilha mover-se na sua frente soa bastante metafórico ao ditado "A fé remove montanhas", quando sabemos que parte da autoria do ato foi de John Locke. Descobrimos que Kate e Sayid desenvolvem um plano juntamente aos Outros para pegar Kiemy e sua tropa, além de resgatar Benjamin Linus. A cena da troca de tiros é bem atípica de Lost, mas muito bem colocada na trama; melhor mesmo é a briga "mata-ou-morre" entre os dois veteranos militares, Sayid e Kiemy, em uma cena muito bem editada, considerando o prazo mínimo de filmagem e as possíveis falhas decobertas apenas na pós-produção. Vale destacar também as ótimas inserções dos &lt;i&gt;time-travelling bunnies, &lt;/i&gt;revelando rapidamente, em alguns eventos, a visão de outros personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como sempre, o melhor de Lost fica com o drama de seus personagens. Então, momentos como o de Sawier pulando do helicóptero para diminuir o peso deste e possibilitar o resgate, ou o descontrole de Sun ao ver a morte do próprio marido, são completamente dramáticos e  comoventes. Não menos emocionante é a despedida de Benjamin Linus da própria ilha, já que este nunca mais poderá voltar ao lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo a maioria dos arcos dramáticos abertos nessa quarta temporada, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No Place Like Home&lt;/span&gt; é também um episódio que dá quase todas as respostas às questões abertas durante os últimos 12 episódios em relação ao resgate,  fazendo a temporada fechar em si própria com solidez e coerência. Esse final de temporada marca também o momento em que quase não distinguimos o verdadeiro tempo presente, pela proximadidade temporal das cena na ilha com as das cenas dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashforwards&lt;/span&gt;, chegando, ao fim do episódio, a nos fazer acreditar que a última cena, que é teoricamente um flashforward, seja na verdade uma cena do novo tempo presente que a série acompanhará nesta próxima temporada. Eu sei, é uma loucura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Jack Shephard, o Herói Desgraçado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHD0Kc5NM-I/AAAAAAAAAeA/Wg_hNLJcRrU/s1600-h/bscap0008.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 398px; height: 222px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHD0Kc5NM-I/AAAAAAAAAeA/Wg_hNLJcRrU/s400/bscap0008.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219940428514407394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A princípio, pensei em usar como título "Jack Shephard, o Herói Trágico", porém de trágico Jack não tem nada. O destina não lhe pregou nenhuma peça e nem agiu de modo inexorável na sua vida; ao contrário, o médico cirurgião espinhal sempre teve o poder de decisão e foram justamente as suas escolhas que levaram-no ao seu atual fundo do poço. Três anos após o resgate, Jack se tornou um alcoolátra, depressivo, que se empanturra com os remédios que receita aos seus pacientes. Consumido pela mentira que ele mesmo criou após o resgate e que foi o principal conservador dela, no atual momento da série, Jack faz constantes viagens aéreas de Los Angeles à Sidney esperando que o avião caia no Pacífico. O herói enérgico, obsecado e controlador de um dia, em uma reviravolta enauseante, passou a ser a imagem do descontrole e arrependimento, sofrendo por sua fé tardia e não-cultuada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores criações dos idealizadores de Lost foi com certeza a de um herói coerente à nossa época. Diferente do herói épico, que com toda a sua nobreza, honra e bravura, praticava seus heroísmos, Jack é apenas um médico que tem a função de salvar pessoas inerente a profissão. Mas não bastava apenas fazer do personagem um médico para transformá-lo em herói, era preciso criar nele motivações íntimas que o fizesse tomar, mesmo que superficialmente, atitudes heróicas e nobres em uma época de cinismo, em que essas palavras soam piegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas motivações estavam, então, na relação que Jack tinha com seu pai &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEHvFSIYCI/AAAAAAAAAeI/X5kKkoPu4-k/s1600-h/439px-Christian_ATBCHDI.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 119px; height: 162px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEHvFSIYCI/AAAAAAAAAeI/X5kKkoPu4-k/s400/439px-Christian_ATBCHDI.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219961948552585250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;desde a infância, até a morte deste último. Criando sempre uma imagem paterna e inalcançavel de si para o filho, Christian Shephard mexeu e remexeu na auto-estima de Jack, tornando-o num eterno perseguidor da imagem inalcançavel e irreprodutível do próprio pai. Naturalmente, todo filho busca no pai o referencial, e a competitividade na relação paterna é algo comum; no entanto, a imagem denegrida de si e a postura de Christian potencializaram a busca de Jack à uma verdadeira obsessão. Crescendo nessa relação conturbada com o pai, Jack, na primeira oportunidade, toma dele o posto de cirurgião-chefe ao denunciá-lo por alcoolismo no ambiente hospitalar, e indiretamente acaba sendo o principal culpado pela morte do pai. Todas essas atitudes de Jack foram cometidas, não com maquiavelismo e racionalmente, mas quase que inconsientemente, como um Complexo de Édipo da fase adulta, em que o filho tenta tomar o lugar admirável e "intocável" do pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEJyGpeJOI/AAAAAAAAAeg/HqOchrzv9Mg/s1600-h/521px-JackMorge.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 112px; height: 129px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEJyGpeJOI/AAAAAAAAAeg/HqOchrzv9Mg/s400/521px-JackMorge.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219964199481779426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mesmo conseguindo assumir esse lugar, Jack continua insistentemente correndo atrás de preencher o seu vazio, ainda precisa tomar decisões, salvar, concertar coisas, estar certo, ser o médico perfeito, igual a tudo o que Christian se mostrou ser na infância de Jack e o fez pensar que ele não era e nem poderia um dia ser.  Para o médico, a situação de um acidente aéreo com &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEJQxRNkZI/AAAAAAAAAeY/ng8SnyZn0KE/s1600-h/040730_lost_vmed_11a.widec.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 94px; height: 141px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHEJQxRNkZI/AAAAAAAAAeY/ng8SnyZn0KE/s400/040730_lost_vmed_11a.widec.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219963626807202194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;muitos sobreviventes era perfeita, já para os autores, esse era o personagem perfeito que puderia assumir coerentemente a postura de herói. Mas talvez, no fundo, Jack não seja um herói honrado e corajoso, mas uma personalidade dilacerada que busca preencher a si mesmo. Uma busca que o leva a ignorar opiniões de outrem, a possuir uma relação quase doentia com seus pacientes e a querer concertar qualquer situação errada, mesmo que estas devam permanecer assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Completamente cético e entregue à respostas científicas, estar na ilha passou ser a fonte de outro conflito para Jack: acreditar ou não nos constantes indícios sobrenaturais. O percurso do médico passa a ser marcado pela ignorância desses fatos inexplicáveis e, unindo isso à luta para conseguir um resgate a todos, o personagem comete erros constantes e toma decisões equívocas, culminando em um resgate trágico ao qual ele foi responsável e que apenas 8 pessoas puderam sair, todas com a consciência doente por saberem que uma maioria ficou e por sustentarem uma grande mentira que, automaticamente, torna a vida pós-resgate pior do que a vida de náufrago. No último episódio da 4ª temporada, vemos esse Jack completamente perturbado, consciente de todos os seus erros, e agora, com uma nova chance de concertá-los. O personagem que antes era odiado por uma metade, apenas aceito por outra e que tinha seu brilho resumido apenas no fato de ser o protagonista, agora revela-se, ao meu ver, um dos mais coerentes e intrigantes da trama, alcançando Jonh Locke e Benjamin Linus, mas nem por isso um dos mais aceitos. E essa característica - possuir um protagonista não tão simpático - faz de Lost uma série um pouco mais incomum.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-5633848697012857627?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/5633848697012857627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=5633848697012857627&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5633848697012857627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5633848697012857627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/lost-ltimo-post-do-ano.html' title='Lost: Último Post do Ano'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SHDMUClHOWI/AAAAAAAAAd4/D74vFEL2Ffc/s72-c/Updated_Lost_pic_by_rainierez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5101085466843657210</id><published>2008-07-05T15:01:00.006-03:00</published><updated>2010-05-02T20:20:46.552-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Monografia, Ansiedade e Cinema</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eita, momentão! Outro dia estava caminhando normalmente, correndo atrás de cumprir com minhas obrigações, quando simplesmente caio em mim. "Acabou!". Isso mesmo, acabou! Minha graduação em Comunicação Social acabou, está no fim. Tenho cerca de 5 meses para terminar e entregar minha monografia, e finalmente, tornar-me um profissional de comunicação, um Radialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certeza veio como um choque e cheia de uma forte ansiedade. O famoso "E agora?!" comum às pessoas que se formam já invadia a minha mente e o tempo se transformara em preciosidade, cada segundo passou a ser fundamental na definição dos novos rumos. Há cerca de 5 anos atrás, estava eu em uma simples sala de uma escola de Ensino Médio, muito bem concentrado nos planos que já traçava. Sempre fui assim, planejei tudo o que queria para o meu futuro desde os 17 anos, consegui cumprir alguns, outros realmente parecem estar fora de meu controle, mas não gosto de me entregar para essa idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, parecia tudo muito distante, mesmo que eu já desse atenção redobrada aos meus objetivos. Passei de primeira no meu vestibular, entrei no curso de teatro, me formei como Ator, mas veio o primeira dos empecilhos: não consegui transferir meu curso de Rádio e TV para a UFF em Niterói, como eu planejava. Isso só não se revelou algo tão ruím porque eu mesmo me dei conta de que não estava preparado, não era o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, perto de me formar, sinto o tempo correr, tantas coisas a fazer, mas muito otimismo. Confio no meu taco e sei &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/01/definitivamente.html"&gt;onde quero chegar&lt;/a&gt;. A ansiedade é inevitável, mas enquanto ela me consome, vou ao cinema e "morro" dopado por esse vício saudável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-5101085466843657210?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/5101085466843657210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=5101085466843657210&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5101085466843657210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5101085466843657210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/07/ansiedade-cinema-e-monografia.html' title='Monografia, Ansiedade e Cinema'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4750827834009933799</id><published>2008-06-28T15:38:00.004-03:00</published><updated>2010-05-02T20:21:16.893-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>A Via Láctea</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ69XGX4eI/AAAAAAAAAdA/oant401urBA/s1600-h/via-lactea.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 179px; height: 263px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ69XGX4eI/AAAAAAAAAdA/oant401urBA/s400/via-lactea.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216992412946653666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A cidade de São Paulo, como qualquer outra, é um organismo vivo, complexo, que caminha, se desenvolve e integra um conjunto de outros organismos na formação de um outro maior e mais complexo. Essa premissa é trabalhada em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Via Láctea&lt;/span&gt;, porém, com a palavra "organismo" sendo substituída por "universo" - ou galáxia, como a metáfora com a via láctea sugere - , pois esta última, pela sua definição, abrange infitamente um elemento e o torna, além de complexo, caótico. No filme, a Grande São Paulo é um dos personagens, e como tal, interage com todos os outros. É justamente através da interação entre cosmos (micros ou macros) que o filme desenvolve um argumento quase filosófico a cerca das diferentes perspectivas que podemos ter a cerca de cada um desses universos, seja a cidade, personagens ou a relação entre estes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Toda essa idéia é construída no desenrolar da estória de um casal. Heitor (Marco Ricca) é um escritor e professor de literatura, que namora com Júlia (Alice Braga), uma estudante de medicina veterinária e ex-atriz. Em certa manhã, após uma discussão boba entre o casal em que Júlia decide que eles devem "dar um tempo", Heitor toma a decisão de voltar e concertar a relação, mas para isso, tem que atravessar São Paulo, lidando com os mais comuns problemas oferecidos pela cidade, como o trânsito engarrafado e pedintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interagindo com o universo da cidade ao mesmo tempo que se encontra completamente imerso em seu próprio, Heitor é utilizado pelo roteiro como o principal ponto&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ7RdYv_7I/AAAAAAAAAdI/yiNCjit0TQE/s1600-h/via-lactea03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 170px; height: 114px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ7RdYv_7I/AAAAAAAAAdI/yiNCjit0TQE/s400/via-lactea03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216992758231728050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; de partida e o referencial para a reflexão do público. Através do personagem, entendemos a relatividade da importância de seus problemas; então, se para Heitor a preocupação em retomar com a namorada é maior que tudo, quando o olhamos sob uma perspectiva mais abrangente - como quando o comparamos ao caos de um cidade como São Paulo ou à própria magnitude da Via Láctea - percebemos a insignificância do problema do personagem. Da mesma forma, as preocupações de Heitor se tornam infinitamente grandes quando as percebemos sob a perspectiva do verdadeiro "universo" que é a relação entre Heitor e Júlia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedicada em desenvolve as personagens nos primeiros momentos do filme, a direção de Lina Chamie foi eficiente ao perceber que Heitor deveria ser um personagem central ao qual público deveria se identificar, servindo como uma referência, já que posteriormente este seria submetido a um processo comparatório, no qual suas experiências seriam percebidas por nós de acordo com a perspectiva proposta pelo filme. Um vez que o público assume a postura de Heitor, o roteiro e a direção partem para a construção dessas diferentes perspectivas. Ora olhamos a pertubação e ansiedade de Heitor para reencontrar Júlia como um grande problema, ora o vemos como apenas um "nada" em meio ao caos de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ71B8XPCI/AAAAAAAAAdQ/emZ6OYX8OKI/s1600-h/681.jpg.310x249.thumb.axd.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 139px; height: 116px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ71B8XPCI/AAAAAAAAAdQ/emZ6OYX8OKI/s400/681.jpg.310x249.thumb.axd.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216993369340197922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mais interessante ainda é a forma que o roteiro encontrou de mostrar como o universo que é a cidade de São Paulo pode ser resignificado se o obsevarmos pelo ponto de vista de Heitor. Em certos momentos, é quase interpretável que a cidade se comunica com o personagem, mas na verdade, estamos tão imersos na visão de Heitor, nesses instantes pontuais, que, assim como este, intepretamos tudo que acontece no cosmo maior que é São Paulo como se fossem fatos estritamente ligados a relação de Heitor e Júlia. Então, quando o professor olha uma mensagem romântica em um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;outdoor&lt;/span&gt; eletrônico, este é levado automáticamente a lembrar de Júlia. E o filme é competente em aparentar que a cidade&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGaDzWEDnFI/AAAAAAAAAdw/REZ_lcOR4WQ/s1600-h/0,,9630867,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 166px; height: 122px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGaDzWEDnFI/AAAAAAAAAdw/REZ_lcOR4WQ/s400/0,,9630867,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217002136474459218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "age" intensionalmente, assim como às vezes achamos que os fatos do nosso dia-a-dia querem nos dizer algo. Nos levando a observar por alguns segundos a Via Láctea, o filme nos faz quase esquecer da existência tão complexa que é a relação do casal, já que a imensidão da galáxia indiretamente sugere isso, num momento em que o roteiro praticamente completa a sua idéia. Paradoxalmente, somos levados a perceber a vida também por um olhar bem singelo em outro momento, quando a câmera assume subjetivamente a visão do gato de estimação de Júlia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ8i-s23DI/AAAAAAAAAdg/FRGQdFrnSR0/s1600-h/a_via_lactea_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 176px; height: 124px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ8i-s23DI/AAAAAAAAAdg/FRGQdFrnSR0/s400/a_via_lactea_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216994158743837746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O princípio de tudo, o romance de Heitor e Júlia, é também muito bem desenvolvido nos primeiros minutos de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Via Láctea&lt;/span&gt;. Escolhendo uma edição recortada e complexa, presenciamos primeiro a discussão do casal, para depois vermos como se conheceram e os dias em que estes estiveram felizes. Os melhores momentos do filme, no entanto, ficam mesmo com as descrições em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;off&lt;/span&gt; que os personagens fazem um do outro utilizando o linguajar típico de suas profissões (parte fundamental na composição do universo de cada um), dessa forma, enquanto Júlia descreve Heitor com um olhar veterinário e científico, Heitor faz o mesmo com Júlia, mas com um olhar poético, tornando esses momentos incrivelmente cômicos. A atuação da dupla, aliás, é impecável. Particulamente, acredito que&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ8Ma9rhzI/AAAAAAAAAdY/IGQ6Z3ThiVM/s1600-h/a_via_lactea_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 179px; height: 125px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ8Ma9rhzI/AAAAAAAAAdY/IGQ6Z3ThiVM/s400/a_via_lactea_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216993771193599794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Marco Ricca seja um dos atores brasileiros mais carismáticos na ativa no cinema nacional, enquanto que Alice Braga, além de bela, é muito convincente e profissional, sempre mostrando saber lidar com personagens secundários, entendendo a importância destes e, consequentemente, obtendo êxito ao criá-los. Além da sensação constante de que Heitor pode perder Júlia, Braga consegue em poucos instantes e sem nenhuma palavra nos mostrar o quanto o relacionamento significa para a personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ-jVJPl_I/AAAAAAAAAdo/2ujRHOpB8tA/s1600-h/200507121-200581-interno.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 112px; height: 146px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ-jVJPl_I/AAAAAAAAAdo/2ujRHOpB8tA/s400/200507121-200581-interno.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216996363791734770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com algumas cenas filmadas no importante &lt;a href="http://teatroficina.uol.com.br/"&gt;Teatro Oficina&lt;/a&gt;, tentei olhar ao máximo para o cenário, afim de contemplar a visita surpresa, que quase esqueci a cena que se passava. Com a participação deste, que é um dos &lt;a href="http://teatroficina.blog.uol.com.br/"&gt;maiores símbolos do teatro nacional&lt;/a&gt;, o filme ganhou valores altíssimos em meu .Ponto-de-Vista. . E é esse aspecto de dialogar com as outras artes que torna &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Via Láctea&lt;/span&gt; um filme mais admirável. A importância dedicada a trilha sonora do filme, que explora uma variedade imensa de gêneros musicais, influenciando pontualmente nas emoções dos personagens, é tão grande quanto a relevância dada a fotografia. Esta última, então, é parte fundamental na apresentação da cidade, com belíssimos quadros e imagens de São Paulo, e uma aparência quase sempre nublada, alternando com as cores mais quentes dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashs&lt;/span&gt; mais românticos sobre o casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerrando o filme ainda dentro da temática proposta por este, os créditos nos são mostrados de maneira criativa, no qual cada um dos nomes da equipe surgem de dentro do nome anterior, seguindo a raciocínio lógico desenvolvido pela estória. E nada mais legal e generoso da parte da diretora Lina Chamie do que não intitular-se como a dona do filme, na típica frase "Um filme de...", mas responsabilizando, nos créditos, a equipe como um todo pela criação desse belíssimo longa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4750827834009933799?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4750827834009933799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4750827834009933799&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4750827834009933799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4750827834009933799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/via-lctea.html' title='A Via Láctea'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SGZ69XGX4eI/AAAAAAAAAdA/oant401urBA/s72-c/via-lactea.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-4088087008680171030</id><published>2008-06-22T22:42:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:21:35.876-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Sex and the City</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF79Cqp3bOI/AAAAAAAAAcQ/vkczQ-ZfeOc/s1600-h/sex-and-the-city-movie-post1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 162px; height: 222px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF79Cqp3bOI/AAAAAAAAAcQ/vkczQ-ZfeOc/s400/sex-and-the-city-movie-post1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214883640793066722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Desde que passei a ter acesso a TV a cabo, à intenet ou a conversar com pessoas que acompanham um pouco da TV norte-americana, ouvi constantemente a respeito da fomosa série &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and the City&lt;/span&gt;, e muito bem. Como alguém que desfruta um pouco dessa teledramaturgia, sempre tive um mínimo de curiosidade, mas não a suficiente para baixar a série pela internet, já que não possuia o canal ao qual era exibida. Com o lançamento do filme, foi mais que normal o retorno da velha curiosidade pela estória, agora mais forte por querer entender os motivos que levaram-na a ser adaptada para o cinema. Bom! Finalmente assisti, e vejo apenas um motivo para essa adaptação: bilheterias. Popular como foi enquanto série, e contendo uma estrutura e estória semelhante às bem-sucedidas comédias-românticas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and the City&lt;/span&gt; sempre teve o potencial para torna-se um sucesso na telona. No entanto, a parte triste dessa história é que se o filme fosse uma espécie de episódio piloto da série, eu a esqueceria pouco tempo depois e viria a assistí-la apenas por acaso, em um desses &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tours&lt;/span&gt; pela TV a cabo. E tenho a plena certeza que as mulheres que estiverem lendo este texto estão argumentando que eu não entendo nada do universo feminino, e eu rebato: às vezes realmente não entendo as mulheres, mas se critico o filme, faço-o justamente para defender o universo feminino, pois sou convicto de que este seja mais rico que o mundo de Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha, ao qual pude visitar durante excecivas duas horas e meia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Baseada no livro de Candace Bushnell e de mesmo nome, a série foi produzida entre 1998 e 2004 pela HBO e exibida no próprio canal (no Brasil, a série foi exibida pelos canais Multishow e Fox Life). A estória se passava em Nova Iorque e contava o dia-a-dia de quatro amigas através do olhar da simpática Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), focando nas relações íntimas e nos problemas tipicamente femininos das quatro quase-coroas (uma já é!), com cada episódio  tematicamente organizado segundo as matérias escritas por Carrie na sua coluna do jornal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF79eQ5MSuI/AAAAAAAAAcY/htsBzh4GFiY/s1600-h/0,,12039324-EX,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 187px; height: 132px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF79eQ5MSuI/AAAAAAAAAcY/htsBzh4GFiY/s400/0,,12039324-EX,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214884114914364130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; New York Star&lt;/span&gt;. O filme, que mostra o pós-seriado, tem início com um reencontro das quatro amigas. A partir daí, acompanhamos novas aventuras amorosas, nas quais Carrie Bradshaw decide se casar, Charlotte York (Kristin Daves) tenta ter seu primeiro filho, Miranda Hobbes (Cythia Nixon) enfrenta problemas com o casamento que 'esfriou', enquanto que Samantha Jones (Kim Cattrall) parece cada dia mais desestimulada com o casamento e seduzida pelo vizinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil encontrar o culpado pelos equívocos ideológico de um filme baseado em uma série de TV que é baseada em um livro, sem ter assistido ao segundo e lido o último; não seria justo, pois não sei que tipo de modificações foram feitas na adaptação de um livro para uma série. Mas como o produtor/direto/escritor da série assume as mesmas funções no filme e possuíndo este a capacidade de melhorar a obra, posso atribuir-lhe culpa parcial pelos erros e acertos de seu primeiro longa-metragem. Trantando o universo feminino como se este fosse resumido apenas a grifes, amor (diga-se "caça ao príncipe encantado") e mimos, Michael Patrick King desenvolve o filme aos moldes de uma comédia-romântica. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and the City&lt;/span&gt;, enquanto tal gênero, até diferencia-se por fugir dos clichês e estar mais centrado nas aventuras sexuais e românticas dessas mulheres, deixando o par romântico condutor da estória de lado e evitando o clímax típico que envolve o moço correndo atrás da moça, antes que esta fuja de vez da sua vida (ou de Estado, como elas costumam fazer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o filme passa maior parte de seu tempo preocupado em nos mostrar o cotidiano consumista das personagens, que estão sempre preocupadas com suas roupas, jóias e homens. Como se estes fossem as maiores motivações de suas vidas, nem sequer somos bem apresentados às profissões de cada uma, tornando-as, a princípio, em figuras bobas e superficiais. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-ZJeO_jI/AAAAAAAAAcg/_rjY9Y7OfE8/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-ZJeO_jI/AAAAAAAAAcg/_rjY9Y7OfE8/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214885126534528562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A personagem de Parker, em especial, parece estar sempre preocupada em ter um belo e grande guarda-roupas para colocar suas infinitas vestimentas. Dessa forma, com quase meia hora de projeção, nenhum conflito é estabelecido, a não ser a disputa das personagens por uma jóia em um leilão ou a procura de Carrier e seu noivo por um grande apartamento em Nova Iorque. E não bastasse o "cotidianísmo" fútil da trama, somos obrigados a encarar toda aquele estilo de vida como se fosse o ideal de vida femino, como se todas as mulheres que se prezem tivessem que ser  caçadoras do homem perfeito e loucas por roupas de grifes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até este ponto, está tudo bem, existem muitos filmes que pregam ideologias e modos de vida um tanto acefálicos. Mas o que há de mais ofensiva e nociva é a pretensa imagem do filme como se este fosse um produto que tratasse transparente e prioritariamente da vida feminina: seus problemas e conflitos; enquanto, na verdade, o faz em apenas alguns momentos pontuais do longa. Essa pseudo imagem atrelada aos valores deturpados que o filme prega, como consumismo exacerbado, um romantismo cego e a idéia errônea de sucesso, são capazes de confundir o telespectador menos desinformado. Admiro-me que, mesmo no atual contexto, em que as mulheres buscam sua liberdade e respeito, uma série com esse conteúdo (caso seja igual ao filme), que limita tanto as mulheres a escravas da necessidade de um homem e a pessoas inúteis que em nada se interessam pela realidade - a não ser, por modas e grifes - tenha feito tamanho sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, por trás da suposta mulher moderna de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; the City &lt;/span&gt;&lt;span&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;refiro-me&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; apenas ao filme&lt;/span&gt;&lt;span&gt;)&lt;/span&gt;, que fala livremente sobre sexo e aparenta ser mais independente do que nunca, há mulheres mimadas e&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-rUN7N2I/AAAAAAAAAco/tS_zydn528g/s1600-h/0,,12181153-EX,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 195px; height: 121px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-rUN7N2I/AAAAAAAAAco/tS_zydn528g/s400/0,,12181153-EX,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214885438656558946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; imaturas, que não conseguem visualizar seu sucesso senão estando ao lado de um bom-partido (e que tenha um bom dote - interprete como quiser), que vivem frustradas e são incapazes de encarar situações difíceis com o mínimo de inteligência, sempre dramatizando excessivamente. Então, quando por acaso alguma dessas é traída ou abandonada no altar, a única atitude cabível na mente miúda dessas personagens é ignorar completamente o companheiro, como se este não merecesse expor o seu lado ou parecer para elas como uma pessoa que possue fraquezas - Claro! O homem têm que ser perfeito na lógica dessas quarentonas. Mais absurdo ainda é a definição entre homens bons e homens maus que rodeia a cabeça das personagens, reduzindo estes a uma simples dicotomia, assim como a vida destas a algo semelhante a um conto de fadas, quando acreditam que o homem bom e perfeito vai aparecer um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-7hr3J9I/AAAAAAAAAcw/GHer0i7I_7A/s1600-h/1410_satc_lg_s.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 182px; height: 122px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7-7hr3J9I/AAAAAAAAAcw/GHer0i7I_7A/s400/1410_satc_lg_s.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214885717149689810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há no filme, porém, qualidades inquestionáveis, como o humor constante e bem elaborado, extraído de situações simples e geralmente beneficiadas pelas boas atuações. Há cenas hilárias, como a de Carrier que, ao descobrir algo desagradável em uma festa de dia dos namorados, tem sua saída dramática dificultada pelos enfeites da festa; ou então, o momento em que a mesma personagem, necessitando urgentemente de um celular e recebendo um I-Fone no lugar, descobre não saber usar o aparelho. Novamente "porém", as tiradas cômicas em certos momentos ultrapassam o limite do bom senso e caem em piadas bobas como as personagens; então, situações como a de Charlotte York (Daves), passando por séria crise intestinal, soam fortemente forçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com poucos momentos dedicados a Charlotte York durante o filme, Kristin Daves pouco pode fazer, e sua personagem, que a princípio parecia-nos expontânea e simpática, aos poucos soa irritante e artificial, protagonizando alguns dos momentos mais constrangedores do filme - em algumas cenas,  a atuação de Daves pouco condiz com o clima da situação proposta. Já Sarah Jessica Parker, parece a vontade com sua personagem, sabendo lidar muito bem com as cenas cômicas; enquanto isso, Kim Cattrall toma, com sua personagem Samantha Jones, o posto abandonado por Kristian Daves; e Cythia Nixon faz de Miranda Hobbes a personagem mais complexa do grupo, pois, aparentando, a princípio, ser a mais séria e racional, aos poucos presenciamos as atitudes mais imaturas e impulsivas da personagem, o que não deixa de ser uma curiosa contradição. Quanto ao elenco secundário, o ator David Eigenberg faz um ótimo trabalho com seu carismático Steve Brady, enquanto Evan Handler, interpretando Harry, é insistentemente ignorado pela câmera, como se esta estivesse evitando revelar a limitada beleza do ator, chegando a constranger com alguns cortes de fuga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 2.2pt;"&gt; Mesmo que adiando excessivamente o reencontro entre o casal principal da trama e prolongando a estória, o filme possui um desfecho até interessante para alguns personagens, assumindo pelo menos por esses instantes aquilo a que se propõe sempre e quase nunca cumpre, ou seja, trabalhar o universo feminino. Lembro que pude ouvir um coro feminino suspirando um&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7_Qds9gGI/AAAAAAAAAc4/JN8dKB4x1gU/s1600-h/sitc.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 152px; height: 152px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF7_Qds9gGI/AAAAAAAAAc4/JN8dKB4x1gU/s400/sitc.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214886076857811042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "ownnnnnnnnnn!" tipicamente americano, quando um personagem presenteia inesperadamente sua amada Carrie com a cobertura de um apartamento em Manhattan, logo no início do filme, revelando o envolvimento e a identificação do público com as personagens. Tenho certeza que a maioria das mulheres achará tudo isso muito lindo e aplaudirá o filme achando que este é sincero ao universo da mulher, não percebendo que, por trás da suposta mulher moderna de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and the City&lt;/span&gt;, há um estilo de vida, que se seguido por qualquer uma, nada mais serão do que mulheres com quadros de histeria, constantes frustrações, carência excessiva e comportamentos imaturos (tudo em grande estilo e elegância); e claro, não posso negar, um belo e cheio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;closet&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-4088087008680171030?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/4088087008680171030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=4088087008680171030&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4088087008680171030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/4088087008680171030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/sex-and-city.html' title='Sex and the City'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SF79Cqp3bOI/AAAAAAAAAcQ/vkczQ-ZfeOc/s72-c/sex-and-the-city-movie-post1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2628244742514223109</id><published>2008-06-16T13:25:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:22:00.196-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>O Incrível Hulk - Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SFadDR_d6mI/AAAAAAAAAcI/MgA4wukKv9A/s1600-h/incrediblehulk_24.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 391px; height: 165px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SFadDR_d6mI/AAAAAAAAAcI/MgA4wukKv9A/s400/incrediblehulk_24.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212526298422700642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao terminar de assistir ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Incrível Hulk&lt;/span&gt;, algumas idéia ficaram um tanto confusas em minha mente. Como um filme que, explorado tão racionalmente, pode ganhar tamanha viceralidade? Esse foi o caso do primeiro filme sobre o herói. Racional, buscando uma tematização e desenvolvimento de um estilo denso, Ang Lee fez do primeiro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hulk&lt;/span&gt; um filme reflexivo a cerca de seu personagem e situação, mas ao mesmo tempo conseguindo desenvolver momentos bastante emocionais, mesmo que atípicos para esse tipo de produção. Já em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk&lt;/span&gt;, somos levados a sentir mais o filme que pensar a cerca deste, igualando a série a outras como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homem Aranha&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;X-Men&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A grande confusão se deu justamente por eu ter recepcionado de forma oposta. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hulk&lt;/span&gt; foi, para mim, certamente mais viceral e emocionate que este novo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk&lt;/span&gt;. Não entendo bem o porquê, mas provavelmente os fatores dessa inversão estejam diretamente ligados a predisposição emocional, o que me leva a entender mais ainda como a percepção que temos de um filme pode variar de acordo com nossa situação (emocional) e referências pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência com essa continuação foi mais fria e distante, e como a mudança de atores, alguns momentos foram verdadeiramente difíceis de se sentir. Quase não consegui acreditar no relacionamento que já havia ocorrido entre Bruce Banner e Betty Ross, agora, respectivamente interpretados por Edward Norton e Liv Tyler. Sem contar, também, que o caráter digital do personagem-título sempre é mais um entrave nesse processo de imersão minha, enquanto um espectador, mesmo que os efeitos efeitos de criação deste tenham se superado (vide a imagem do post).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ato do filme, quase completamente filmado na Rocinha, no Rio de Janeiro, foram interessante e agradáveis de se ver pela forma dedicada e cuidadosa com que a favela foi mostrada, evitando deslizes e momentos incoerentes. No entanto, os mínimos momentos estranhos passados no ambientel foram o suficiente pra que eu estranha-se. Interessante perceber também que, pelo cenário mais próximo de minha realidade, senti-me mais dentro da estória, o que revela-me mais outro ponto interessante: o fator de o cenário ou locação ser um ambiente já reconhecido ou comum no dia-a-dia do espectador influi suficientemente na forma deste se colocar e recepcionar a estória, na empatia criada com a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; de análise mais crítica sobre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Incrível Hulk&lt;/span&gt; já está pronto. Em breve postarei, mas antes alguns outros textos serão postados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2628244742514223109?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2628244742514223109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2628244742514223109&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2628244742514223109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2628244742514223109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/06/o-incrvel-hulk-primeiras-e-sensveis.html' title='O Incrível Hulk - Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SFadDR_d6mI/AAAAAAAAAcI/MgA4wukKv9A/s72-c/incrediblehulk_24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8492678144375858027</id><published>2008-06-06T01:17:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:22:20.356-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Paranoid Park - Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SEi6NnZA4mI/AAAAAAAAAbw/kXVWxhKF3Dw/s1600-h/paranoid-park.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 177px; height: 236px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SEi6NnZA4mI/AAAAAAAAAbw/kXVWxhKF3Dw/s400/paranoid-park.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208617712128942690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tudo que mais adimiro em um filme, Gus Van Sant desenvolve ao máximo em seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paranoid Park&lt;/span&gt;. Com um desenvolvimento absurdo do protagonista, uma trilha obsecada em pontuar as emoções do personagem, uma edição extremamente ousada e com recorte complexos (mas não confusa), o longa-metragem trata-se de uma experiência incrivelmente sensível vivida pelo público, através do personagem principal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja pela minha vivência como ator ou pela curiosidade de colocar-me em situações peculiares, filmes dedicados em nos fazer enxergar e vivenciar através do olhar de seus personagem sempre me facinaram. Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paranoid Park&lt;/span&gt;, somos levados a difícil situação em que Alex, um jovem eskatista de 16 anos, ver-se envolvido na morte de um segurança. O peso carregado pela culpa e o medo de ser descoberto, ao longo do filme é desenvolvido através da posição sempre intensional e informativa da câmera, pelos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;slowmotions&lt;/span&gt; que nos dão o tempo necessário para penetrarmos na mente do personagem e entendermos a sua situação emocional, contando ainda com a ajuda da trilha sonora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição altamente recortada torna a experiência mais complexa, fazendo, a princípio, com que&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SEi6qnZA4nI/AAAAAAAAAb4/D1U-iNhfcAg/s1600-h/paranoidp_f01cor_2007110075.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 194px; height: 124px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SEi6qnZA4nI/AAAAAAAAAb4/D1U-iNhfcAg/s400/paranoidp_f01cor_2007110075.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208618210345149042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; interpretemos as cenas de forma peculiar, para posteriormente descobrirmos os reais significados de cada uma. O filme, em si, revela-se aos poucos, para no fim, descobrirmos de forma completa e clara a estória. Já a trilha sonora, sempre voltada para as situações emocionais do personagem, varia quase que constantemente, mostrando a verdadeira montanha-russa emocional vivida pelo protagonista nessa peculiar circunstância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paranoid Park&lt;/span&gt; foi o primeiro filme de Gus Van Sant ao qual assisti, e mesmo estranhando a força expressiva e o modo diferente de se comunicar do diretor, estou mais que disposto a embarcar em outras experiências pensadas por este. Visivelmente tão obsecado quanto eu pelo ato de "experimentar" no cinema - tanto como público quanto como artista - Gus Van Sant já é considerado por mim um ídolo, afinal, ele desenvolve ao máximo tudo aquilo que valorizo em uma obra cinematográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Update:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Descobri que já havia assistido a três filmes dirigidos por Gus Van Sant. Um dos curtas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paris, Te Amo&lt;/span&gt;, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Le Marais&lt;/span&gt;; e os longas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gênio Indomável&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Psicose&lt;/span&gt;. Enfim, dessa forma descubro uma obra não tão bem sucedida pelo cineasta, pois a refilmagem do clássico de Hitchcock é pálida perto do original.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8492678144375858027?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8492678144375858027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8492678144375858027&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8492678144375858027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8492678144375858027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/paranoid-park.html' title='Paranoid Park - Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SEi6NnZA4mI/AAAAAAAAAbw/kXVWxhKF3Dw/s72-c/paranoid-park.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7110378542356248113</id><published>2008-05-25T08:24:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:22:38.537-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Indiana Jones - Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDld3HPP8sI/AAAAAAAAAbo/jczcV7VEqiY/s1600-h/indianajones4_03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 222px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDld3HPP8sI/AAAAAAAAAbo/jczcV7VEqiY/s320/indianajones4_03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204294045820515010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Déjà vu! Foi o que senti durante a sessão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, &lt;/span&gt;não porque o filme seja uma cópia do que ouve de melhor no primeiro clássico, o que ocorre muito em casos como esse (nem poderia afirma isso), mas por ter a constante sensação de que já estive naquele lugar. Enquanto assistia, tive fortes e boas sensações de reconhecimento ao analisar aquela fotografia de um sépia belíssimo, mais a incrível trilha de John Willians que se reconhecia suave e lentamente durante os primeiros minutos de projeção, e que parecia buscar nos confins de minha memória algumas lembrança que já estavam adormecidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Se assisti a trilogia inteira, foi há tanto tempo que pouco me recordo das estórias. Sabia que já havia assistido, mas pouco ou nada lembrava a respeito das sensações que eu sentia quando ainda tinha meus 6 ou 7 anos, no máximo. O pouco que me recordava tratava-se de algumas cenas isoladas do final de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Indiana Jones e a Última Cruzada, &lt;/span&gt;como o tenso momento em que o protagonista lutava com outro personagem em um tanque de guerra, ou a dramática cena final em que, envolto de muitas tarças, um personagem escolhe uma para tomar água que jorrava de uma fonte, o que o faz dissecar e tranformar-se em uma caveira, em poucos segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco me recordei das cenas que já havia visto dos três primeiros filmes, mas a surpresa foi a sensação de que na minha infância já havia desfrutado, e muito daquilo, e que uma redescoberta ocorri naquele momento. As estórias de Indiana Jones são empolgantes e facinantes por misturarem elementos de aventuras e ação com mistérios arqueológicos, que quase sempre tem a ver com conceitos ou origem da vida. E a combinação de tudo isso com a irreverência do personagem e humor sob medida possibilitou que as estórias, assim como o professor de arqueologia, se tornassem um verdadeiro mito e ícone pop. Considerando que na minha infância, este era meu gênero preferido e que Indiana Jones seja o auge do entretenimento, não me surpreendo de quando criança ter aproveitado tanto essas aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso afirma que este novo Indiana Jones seja um bom filme, porque realmente não é. Existem falhas no roteiro, como alguns buracos, atitudes implausíveis, ou pelo ao menos, inexplicáveis dos personagens, e outros elementos da trama que simplesmente não foram exclarecidos. Olhando pela visão dos fãs que reclamaram dos efeitos digitais, acredito que estes de fato prejudicaram o filme, pois ficou visível a fraqueza das cenas que se utilizavam destes recursos. A excitação causada pela imagem real era transformada em apenas uma constrangedora constatação de que aquelas cenas passam longe da realidade, algo ineficiente em uma aventura como esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todo modo, fui estimulado a rever o que já havia sido apresentado há muito para mim. E o que para muitos é uma triste revisitação, para mim funcionou como um bom entretenimento e um forte estímulo a minha curiosidade a respeito da trilogia dos anos 80. Como não tenho nada contra o cinema de entretenimento - absolutamente o inverso quando se trata de produções tão bem realizadas com Indy - neste momento já estou baixando os filmes no meu computador. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7110378542356248113?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7110378542356248113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7110378542356248113&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7110378542356248113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7110378542356248113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/indiana-jones-primeiras-e-sensveis.html' title='Indiana Jones - Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDld3HPP8sI/AAAAAAAAAbo/jczcV7VEqiY/s72-c/indianajones4_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-573224558894747</id><published>2008-05-19T15:27:00.004-03:00</published><updated>2010-05-02T20:23:08.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Caso "Mídia na Isabella"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDGpm6yGapI/AAAAAAAAAbY/wbA1B4qxqlQ/s1600-h/080418nardoni_f_032.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 252px; height: 135px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDGpm6yGapI/AAAAAAAAAbY/wbA1B4qxqlQ/s320/080418nardoni_f_032.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202125530669148818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dia 29 de março a "pequena Isabella" - assim que todos a chamam, com essa intimidade! - cai do sexto anda, sobre o gramado do prédio em que sua família mora. Não demorou muito para que os pais se tornassem os principais suspeitos e, com a mídia em uma cobertura desproporcional a importância do caso, essa história chamasse a atenção de todo o país.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de qualquer coisa, não estou aqui para defender Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, pois da mesma forma como evitei os culpar por não haver provas sufientes, evitei também eximi-los de qualquer suspeita. Eles são de fato fortes suspeitos. Esperei a "maré" baixar para dizer isso aqui, mas a postura da mídia nesse caso foi simplesmente ridícula. Ansiosos e cheios de equívocos, os meios de comunicação, argumentando fazerem seu trabalho, exploraram o máximo do que poderiam de um caso potencialmente chocante e que pudesse render boas audiências. As notícias, que a princípio eram informativas, passaram a ser meras repetições das mesmas versões, intercaladas por pequeninas novidades, quando estas não eram equívocas. Com as suspeitas do crime sobre os pais da vítima, o frenesi da mídia chegou ao seu ponto máximo. Não faltavam reportagens tendenciosas ou descuidadas que culpavam/queriam culpar o casal sem nem mesmo terem laudos investigativos liberados, e com a população já comovida, a apelação foi geral. Era comum matérias falsamente imparciais, em que o reporter ou apresentador chamavam o casal de suspeito, mas ao mesmo tempo, faziam acusações implícitas ou portavam-se descuidadamente por conta do desespero de comunicar as novidades antes de qualquer outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que tem de mais nessa história? Nada de novo. Casos como esse, de&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDGpzKyGaqI/AAAAAAAAAbg/n4sLeRiqqf4/s1600-h/%7B5859DF4D-CF39-4A4B-9541-BC36669369ED%7D_isabella_225x.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 99px; height: 117px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDGpzKyGaqI/AAAAAAAAAbg/n4sLeRiqqf4/s320/%7B5859DF4D-CF39-4A4B-9541-BC36669369ED%7D_isabella_225x.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202125741122546338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; violência doméstica ocasionando em morte, é tão comum quanto os de bala perdida no Rio de Janeiro. Que é chocante e lamentável, não se pode negar - uma criança morre, mas não deveria ter sido encarado como se fosse uma notícia de tanta relevância social, afinal, o que isso acrescentou no fim? A população mal refletiu sobre a violência doméstica no Brasil, pois estava mais preocupada com a reviravolta da "trama". Houve um envolvimento tão profundo da população,  constantemente bombardeada pelos insistentes noticiários, que víamos absurdos como pessoas aglomeradas em volta da casa da família Nardoni ou frente as delegacias que os suspeitos eram encaminhados pedindo justiça e acusando o casal; ou então as mais de cem mil mensagens enviadas para a mãe de Isabella, como se fossem íntimos desta, provando a superficialidade de algumas pessoas ou mesmo a incapacidade de analisarem os interesses da mídia nessa comoção. Mas claro, existem excessões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que um apenas "possível assassinato" de uma criança por seus próprios pais causa tanto choque? Em uma família de classe baixa, não causaria mais que um abalo - isso se a imprensa desse importância ao caso - mas por si tratar de uma família de classe média a comoção estrapola, como se fossemos (sim, me incluo) intocáveis e cheios de direitos que um cidadão pobre não possui. Imagino Isabella como uma garotinha pobre no interior do Pará sendo assassinada pelos próprios pais, talvez nem saberiamos do caso e se soubéssemos, haveria uma indiferença lamentável àquelas pessoas. Até os pobres sentem mais facilidade de se identificarem com a classe média do que com a sua própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se sempre desconfiei das notícias e agenda da Globo, dessa vez considero esta a mais sensata ao cobrir o caso. Sem abusar tanto quanto uma Record ou portais da internet, a Globo manteve o telespectador sempre informado sem abusar demais do potencial vendável dessas notícias, limitando a veiculá-las apenas em horários normais de seus telejornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de um mês, confesso que já não suportava matérias sobre o "Caso Isabella", e cada vez que um dos advogados de defesa fazia um pedido de habeas corpus, sentia uma vontade imensa de apedrejá-los e pedir justiça, não em nome de Isabella Nardoni, mas pela minha própria paz, pois cada pedido desses significava (infelizmente, ainda significa) uma nova remessa de matérias e notícias recapitulando toda a trama (trama? será uma novela?!). Já sei até quantos fios o assassino cortou na rede de proteção, antes de jogar Isabella pela janela. Mas sei que os advogados em nada tem a ver com essa quantidade de matérias, acredito que eles, ao contrários da mídia, estejam até fazendo um cuidadoso trabalho. Finalmente a maré baixou e espero imensamente que discussões como "invasões do MST à ferrovia da Vale" ou "a mal resolvida questão indígenas brasileira" sejam abertas pra valer. São bem mais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-573224558894747?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/573224558894747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=573224558894747&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/573224558894747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/573224558894747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/caso-mdia-na-isabella.html' title='Caso &quot;Mídia na Isabella&quot;'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SDGpm6yGapI/AAAAAAAAAbY/wbA1B4qxqlQ/s72-c/080418nardoni_f_032.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5612839858786616218</id><published>2008-05-17T12:51:00.014-03:00</published><updated>2010-05-02T20:23:58.249-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Recuperando Lost</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Somethings Nice Back Home&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC8GLKyGanI/AAAAAAAAAbI/caUs8tnVUHM/s1600-h/bscap0000.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 358px; height: 174px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC8GLKyGanI/AAAAAAAAAbI/caUs8tnVUHM/s400/bscap0000.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201382883579030130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No episódio, Juliet descobre que Jack está com apendicite e que necessita urgentemente fazer uma remoção cirúrgica do apêndice. Enquanto isso, Sawier, Claire e Miles retornam a praia para juntar-se aos outros sobreviventes. Centrado em Jack, o melhor do episódio fica mesmo com os flashforwards que, dessa vez, dedicam-se mais a desenvolver a relação de Jack e Kate (finalmente!) fora da ilha, assim como a forma com que o primeiro chegou a situação que vimos no último episódio da 3ª temporada. Com pequenas mas não desinteressantes revelações, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Somethings Nice Back Home&lt;/span&gt; falha ao gastar tempo desnecessário com a cirurgia de Jack, pois, por já sabermos o bom estado de saúde futuro do personagem, pouca tensão é causada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Já a caminhada de Sawier, Claire e Miles em nada acrescenta, a não ser a confirmação da morte de dois personagens e um acontecimento no fim do episódio que, tenho a impressão, ecoará até o fim da série. Um episódio lento, com poucos acontecimentos relevantes, mas que nos dar alguns detalhes interessantes da estória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Cabin Fever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC8K4KyGaoI/AAAAAAAAAbQ/dvFzjtJPqMQ/s1600-h/bscap0001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 345px; height: 173px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC8K4KyGaoI/AAAAAAAAAbQ/dvFzjtJPqMQ/s400/bscap0001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201388054719654530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um episódio fascinante e cheio de revelações, Cabin Fever nos leva a acompanhar o novo momento de Jonh Locke, o novo passo de sua jornada. Enquanto Locke, Ben e Hurley procuram a Cabana de Jacob em busca de instruções, Sayid e Desmond  descobrem, com a chegada de Keame e sua tropa, que as intenções da equipe são as piores possíveis, restando a eles encontrarem uma solução para salvar as pessoas que estão na ilha de um possível massacre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescendo em sua trama durante esse episódio, a tensão para os evento na série começam a subir, armando a estória para o final dessa temporada. Os  flashbacks, dessa vez, são quase panorâmicos em relação a vida de Locke, mostrando-o desde seu nascimento, passando por alguns momento da infância e no colegial, até quando lutava por sua paralisia, para que entendamos completamente sua jornada e seu caráter "especial". Enquanto isso, no cargueiro presenciamos o retorno de Keame e também uma das melhores cenas do episódio, quando este tenta matar Michael três vezes sem êxito algum. (Proteção da ilha?! Quase certo.) Já Ben parece cada vez mais conformado com a importância de Locke nas atuais circunstância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culminando na cena em que Locke entra na cabana de Jacob, o episódio nos faz revelações surpreendentes, mas claro, com novas dúvidas bem mais intrigantes que o normal. O que Claire faz na cabana e por que tamanho conforto diante de situações tão confusas? Qual a relação de Cristian Sherppad com Jacob? E a mais intrigante de todas: O que será "mover a ilha"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cena curiosamente cômica em que Hurley divide um chocolate com Ben sem trocar uma palavra com este, agradou-me muito e me fez rir apenas pelas brilhantes atuações físicas destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;There's No Place Like Home - Parte I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-e5.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=1585267068848243173&amp;amp;site=widget-e5.slide.com" style="width: 350px; height: 262px;" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width: 350px; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=1585267068848243173&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e5.slide.com/p1/1585267068848243173/bb_t059_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=1585267068848243173&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e5.slide.com/p2/1585267068848243173/bb_t059_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Um episódio extraordinário que me fez questionar como em tão pouco tempo pode-se fazer chorar, rir, temer e divertir-se. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No Place Like Home&lt;/span&gt; é um episódio carregado, tenso, às vezes triste, outras engraçado, e marcado por vários momentos fundamentais na estória da série, tão fortemente desenvolvidos e explorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é simplesmente o episódio em que vemos a chegada dos Oceanic's Six após o regate, reencontrando familiares, enfrentando a imprensa e tentando seguir a vida. A primeira cena é belíssima, dramática e "pesada", assim como todos os flashforwards que se seguem e outros momentos incríveis que nos mostram como Lost está em outra fase, não é mais uma série de mistérios e momentos casuais, e sim, de uma estória que ruma ao clímax, obrigando mistérios a serem revelados para que a trama prossiga adiante, portanto, para que o resgate de seis importantes personagens aconteça, é necessário que informações sejam liberadas ou que fatos aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada de Sayid a praia, os sobreviventes ficam sabendo das reais intensões da tropa de Keame e, com Jack e Sawier atrás do helicóptero, Sayid se ver na obrigação de buscá-los e tirá-los urgentemente da ilha. Enquanto isso, Locke, Ben e Hurley tentam entrar na escotilha Orquídea, já invadida por Keame. Os flashs nos mostram o futuro dos resgatados fora da ilha e o mais curioso de tudo é que, além de ser uma situação naturalmente dramática e traumatizante, o resgate destes parece ser marcado por precedentes terríveis, visíveis apenas pelo olhar das personagens, perdido em memórias desagradáveis e tristes. E se o elenco se mostra sempre competente, nesse momento os atores brilham em cenas certamente inspiradoras. Como descrever a excelência de Matthew Fox ao expressar o forte susto de Jack ao descobrir que Claire era sua irmã? (vi Jack ficar de todas as cores, como se o chão tivesse sumido para o personagem e este fosse tomado por um forte e contido pavor. Provavelmente lembrando o que deixou pra traz). Além desta, outras grandes revelações nos foram dadas, como completa versão falsa da queda do 815 e do resgate do Oceanic's Six, ou a explicação de como Michael saiu da ilha, narrada por ele com simplicidade. Vemos o reencontro de Sayid e Nadia, o desafiar de Sun em relação a seu pai, e um Ben, claro, sempre facinante. A temporada chega ao fim com uma grandiosa trama que nos faz pensar como essas seis pessoas ainda estarão juntas em tão pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título, que soa irônico, acaba por ser o responsável pela reflexão a respeito de onde será o verdadeiro "lar" para essas pessoas. Tudo indica que as coisas mudaram para estes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-5612839858786616218?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/5612839858786616218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=5612839858786616218&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5612839858786616218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5612839858786616218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/recuperando-lost_17.html' title='Recuperando Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC8GLKyGanI/AAAAAAAAAbI/caUs8tnVUHM/s72-c/bscap0000.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7733239557374416440</id><published>2008-05-17T01:24:00.006-03:00</published><updated>2010-05-02T20:24:17.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Viagens de minha Mente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC5jhKyGamI/AAAAAAAAAbA/zeDqtfUNGXg/s1600-h/nuvem2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 161px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC5jhKyGamI/AAAAAAAAAbA/zeDqtfUNGXg/s320/nuvem2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201204041140824674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Percebi que as nuvens inspiram minha criatividade. Olhando hoje para elas, dei-me conta de que quando era criança, eu as observava mais frequentemente e, como consequência ou não, possuia uma mente incrivelmente fértil. Hoje, ao contrário, busco idéias como quem procura uma agulha num palheiro, enquanto pouco observo o céu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Trabalhando em setores que exigem tanta criativida, às vezes me questino quais são as melhores formas de cultivá-la. Se prestarmos atenção, as nuvens são como os enquadramentos de transição que nos levam de uma cena a outra de um filme, é como a câmera que olha para o céu e nos revela outro ambiente ao retornar. Mais ou menos assim as nuvens inspiram minha mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara que um dia inventou as expressões "caminhando nas nuvens" e "com a cabeça nas nuvens" definindo quem costuma agir como se estivesse pensando e imaginando constantemente, foi muito sensato ao perceber o céu como uma forma de abstração e um mundo de possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje olho para nuvens e penso, viajo, abstraio, tirando o maior número possível de idéias, carregadas com um toque fantástico. Cada um com sua técnica, essa é minha e funciona, tão imediata e eficaz. Para aqueles que buscam por boas idéias, pode parecer bobo, mas indico: Olhe para as nuvens. O céu é o limite.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7733239557374416440?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7733239557374416440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7733239557374416440&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7733239557374416440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7733239557374416440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/viagens-de-minha-mente.html' title='Viagens de minha Mente'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SC5jhKyGamI/AAAAAAAAAbA/zeDqtfUNGXg/s72-c/nuvem2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1394329068561562331</id><published>2008-05-10T13:49:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:25:03.367-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diretores'/><title type='text'>O Diário de Blindness</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCc2vayGalI/AAAAAAAAAa4/t3ut1NYDmqg/s1600-h/56898925jh1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 177px; height: 199px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCc2vayGalI/AAAAAAAAAa4/t3ut1NYDmqg/s320/56898925jh1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199184483093736018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blindness &lt;/span&gt;é o mais atual projeto cinematográfico do diretor brasileiro Fernando Meirelles, de parceiria Brasil-Canadá, no qual ele faz a adaptação da obra literária do famoso e premiado autor José Saramago. Intitulado em português como&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Ensaio sobre a Cegueira, Blindness&lt;/span&gt; é uma das grandes obras do autor, que conta a estória de uma terrível cegueira mundial. Após o momento em que um homem no meio do trânsito se descobre completamente cego, vemos a humanidade cair em uma verdadeira treva, na total cegueira que se alastra. Acompanhando a única mulher que não é afectada pela cegueira, a estória, então, passa a mostrar a humanidade mais voltado para si e para o que é humano, esquecendo das superficialidades da visão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nunca li um livro de Saramago e nem sou exatamente um fã de Fernando Meirelles, apesar de achar excelente os seus dois últimos longas. No entanto, estou muito motivado a ler o livro e assistir ao filme, e quem sabe, tornar-me um leitor fiel de Saramago. Como se não fosse um cinéfilo e me sentindo  um tanto desisnformado, soube apenas a poucos dias a respeito do filme e do &lt;a href="http://blogdeblindness.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt; que Meirelles tem atualizado sobre a produção do longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que, se ainda não sou fã de Meirelles, estou a pouco de ser, pois tamanha é a curiosidade que tenho por seus projetos que li praticamente o &lt;a href="http://blogdeblindness.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;O Diário de Blindness&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; quase todo em um só dia. E aconselho a todos que gostam de cinema ou que experimentam a arte. Meirelles relata fatos e detalhes a respeito da produção e das filmagens em textos interessantíssimos e cheios de analogias retóricas e às vezes divertidas. Entre os vários relatos, há um sobre seu primeiro e tenso encontro com Saramago em um restaurante na Espanha, outro sobre as difculdades em filmar uma cena dramática e densa com Julianne Moore, em que a atriz teria que interpretar um momento difícil de sua personagem sem ter feito as cenas anteriores, importantes para que a ela pudesse chegar ao ápice dramático necessário; ou mesmo detalhes, como as oficinas para figurantes, já que estes estariam atuando sempre (como cegos). E surpreendi-me ao saber que os figurantes, caso recebessem intrunções do diretor, seriam promovidos a atores e teriam seus salários quintuplicados, devido as particularidades do trabalho destes, o que fez os produtores impedirem de todas as formas Meirelles de trocar qualquer palavra com os figurantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, são 15 posts interessantes pra quem gostaria de ficar um pouco por dentro dos detalhes técnicos e dificuldades de produção em longas. Como sempre minha intuíção dá um parecer a cerca de qualquer filme e geralmente acertando, nada mais justo do que esperar ansioso pelo filme. Estou providenciando o livro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ser interessante ver São Paulo sob cegueiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r9S2KwhKGO8&amp;amp;hl=pt-br"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/r9S2KwhKGO8&amp;amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Impressões sobre o trailer: O elenco por si só já impressiona e quanto ao trabalho fotográfico, não sei se é apenas uma estilização do trailer, mas parece ter a iluminação um tanto estourada e uma composição visual interessante. Por mais que seja caótico, aparentar ser coerente a trama. Mas enfim, antes de entender a estória e ver na íntegra, qualquer afirmação pode ser equívoca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1394329068561562331?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1394329068561562331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1394329068561562331&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1394329068561562331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1394329068561562331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/o-dirio-de-blindness.html' title='O Diário de Blindness'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCc2vayGalI/AAAAAAAAAa4/t3ut1NYDmqg/s72-c/56898925jh1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-776334392122183482</id><published>2008-05-10T11:23:00.015-03:00</published><updated>2010-05-02T20:25:49.064-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Recuperando Lost</title><content type='html'>Breves comentários sobre os episódios da 4ª temporada já exibidos na ABC:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;The Other Woman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXM1mwk_yI/AAAAAAAAAaY/Pddr23lme9I/s1600-h/bscap0003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXM1mwk_yI/AAAAAAAAAaY/Pddr23lme9I/s320/bscap0003.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198786566178537250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Infelizmente a personagem feminina mais facinante de Lost dessa vez teve um episódio decepcionante. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Other Woman&lt;/span&gt; falha ao tentar, em seus flashbacks, nos explicar a relação entre Ben e Juliet, algo que poderia ter sido desenvolvido de forma mais ágil e superficial. Artificial em vários aspectos, o episódio cria uma trama desnecessária e fraca envolvendo uma nova estação Dharma, apenas para movimentar os novos personagens do cargueiro e Juliet, que pouco haviam feito até então. Servindo apenas para desenvolver mais uma nova faceta de Benjamin Linus, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Other Woman&lt;/span&gt; nada de novo nos mostra além da obcessão do personagem em relação a Juliet, o que pode impedí-la de uma  dia sair da ilha, e o intrigante vídeo que Ben mostra a Jonh Locke, que aliás, foram os donos dos melhores momentos do episódio. De resto, redundante, fraco e artificial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Ji Yeon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXM_mwk_zI/AAAAAAAAAag/XDx8IUQx2QQ/s1600-h/bscap0004.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXM_mwk_zI/AAAAAAAAAag/XDx8IUQx2QQ/s320/bscap0004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198786737977229106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esse seria um bom episódio, não fosse a escolha dos roteiristas em criar desnecessariamente uma reviravolta, e o pior, da forma menos sincera possível. Centrado nos casal coreano, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ji Yeon&lt;/span&gt;  mostra a tomada de consciência dos sobrevivente em relação aos objetivos do grupo do cargueiro, expondo a preocupação e urgência de um resgate para Sun, já que esta não tem mais que duas semanas como prazo para sair da ilha. Investindo numa narrativa "furada" para nos contar com impacto a morte de um dos personagens principais, o episódio só não é ruím por conta nos mostrar o clima tenso dentro do cargueiro, traçar uma relação entre as diferentes necessidades entre Sun e Rose em relação a ilha e, curiosamente, por nos surpreender novamente com as atitudes de Juliet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Meet Kevin Jonhson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXNImwk_0I/AAAAAAAAAao/AkO7Ot7naB0/s1600-h/bscap0005.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXNImwk_0I/AAAAAAAAAao/AkO7Ot7naB0/s320/bscap0005.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198786892596051778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Centrado em (se quiser saber, selecione o espaço ao lado) -&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Michael&lt;/span&gt; &lt;-, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meet Kevin Johnson &lt;/span&gt;nos mostra a jornada do personagem após ter fugido da ilha. Como uma jornada paralela aos fatos vistos na terceira temporada, acompanhamos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Kevin Jonhson&lt;/span&gt; em um único e longo flashback, descobrindo as desagradáveis consequências de seus atos no passados, quando ainda estava na ilha. Um ótimo episódio que cria um clima de urgência e prepara os eventos seguintes, além de, revelar um pouco da força que a ilha exerce sobre certas pessoas. Mas o melhor está reservado no final chocante e inesperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;The Shape of Things to Come&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXNTmwk_1I/AAAAAAAAAaw/ji8ZY5hAGkA/s1600-h/bscap0006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXNTmwk_1I/AAAAAAAAAaw/ji8ZY5hAGkA/s320/bscap0006.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198787081574612818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Benjamin Linus é simplesmente um dos personagens mais facinantes dessa série. Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Shape of Things to Come&lt;/span&gt; o vemos em seu mais delicado e vulnerável estado, o que é sempre facinante para um vilão (um conceito um tanto relativo em Lost). Começando com momentos incomuns em Lost, o episódio mostra a invasão do grupo do cargueiro à ilha na tentativa de  sequetrar Ben, enquanto na praia, os sobreviventes tentam descobrir de quem é o corpo que surge no mar. Com revelações surpreendentes sobre a mitologia da série e reviravoltas que mudam quase por completo o cenário da estória de Lost, esse foi um episódio incrivelmente importante e cheio de informações em que a estória caminha a passos largos. Excelente episódio, que contribui e muito para que essa seja a melhor temporada da série.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-776334392122183482?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/776334392122183482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=776334392122183482&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/776334392122183482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/776334392122183482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/recuperando-lost.html' title='Recuperando Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SCXM1mwk_yI/AAAAAAAAAaY/Pddr23lme9I/s72-c/bscap0003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6863133948876214807</id><published>2008-05-03T15:20:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:26:21.987-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Filmes que Marcaram</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Por um Sentido na Vida &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(The Good Girl, EUA, 2002)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBzGBFBXYNI/AAAAAAAAAZw/g2d4O5gMrTA/s1600-h/por-um-sentido-na-vida-poster01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 180px; height: 269px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBzGBFBXYNI/AAAAAAAAAZw/g2d4O5gMrTA/s320/por-um-sentido-na-vida-poster01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196245791908782290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por um Sentido na Vida &lt;/span&gt;foi, para mim, um desses filmes que marcam a pessoa por um tempo após a sessão, que deixam algo ou promovem uma inquietação íntima como poucos filmes fazem. Às vezes, essas experiências têm mais a ver com o estado pessoal do que com a capacidade que o próprio filme tem de afetar o público. Nesse caso, acredito que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por um Sentido na Vida&lt;/span&gt; tenha de fato essa capacidade, e foi lembrando do quanto o filme me fez refletir sobre minha própria vida que decidi criar esse espaço aqui no blog, no qual poderei a cada post citar um filme que tenha me provocado e instigado. Infelizmente, poucas, ou melhor, nenhuma pessoa que gosta ou não de cinema que eu conheça ou tenha contato assistiu ao filme, algo que me deixa frustrado, pois nunca pude discutí-lo. O pior de tudo, nunca mais o encontrei em minha cidade para locar ou comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme narra a estória de Justine (Jennifer Aniston), uma balconista de uma loja de conveniências de uma pequena cidade no interior dos EUA. Casada com Phil (&lt;span&gt;John C. Reilly), Justine é insatisfeita com a relação e a forma de amar de seu marido, sofrendo o tédio da falta de perspectiva em sua própria e deprimente vida. Com a chegada &lt;/span&gt;&lt;span&gt;do jovem e deprimido &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Holden (&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Jake Gyllenhaal), &lt;/span&gt;&lt;span&gt;o novo funcionária da loja de conveniências,&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Justine ganha novas e excitantes pespectivas ao relacionar-se com o jovem. O envolvimento torna-se uma complicada aventura, quebrando o tédio da vida de Justine. No entanto, os riscos da relacão obrigam-na a tomar a difícil decisão de, ou fugir com Holden, abandonando o marido; ou terminar o complicado relacionamento com o jovem e retornar para a vida tediosa, ao lado do marido, que de alguma forma, a ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A príncipio, nada novo. Porém, a forma como a trama foi desenvolvida pelo roteiro de Mike Write faz da estória um drama existencial cativante e sensível, que conta com ótimo personagens e conflitos, tratados com profunda humanidade e sinceridade. Da mesma forma, a direção de Miguel Arteta é delicada e eficiente ao utilizar os elementos visuais, as excelentes atuações e o próprio cenário triste e deprimente da cidade onde a estória se passa para nos levar ao mundo de Justine. Toda a monotomia da vida da personagem é expressa na fotografia pálida e triste, assim como pelos cenários de sua casa e da loja, que pela falta de uma vivacidade, nos remete a uma apatia deprimente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cômico, triste e humano, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por um Sentido na Vida&lt;/span&gt; trata do cotidiano simples de pessoas comuns que buscam um sentido para a vida. Um filme brilhate ao retratar a apatia e tristeza da vida de uma forma tão divertida e emocinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como insentivo, assista ao trailer abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HQBaLr_-Fe8&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HQBaLr_-Fe8&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6863133948876214807?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6863133948876214807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6863133948876214807&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6863133948876214807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6863133948876214807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/05/filmes-que-marcaram.html' title='Filmes que Marcaram'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBzGBFBXYNI/AAAAAAAAAZw/g2d4O5gMrTA/s72-c/por-um-sentido-na-vida-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1937715397767963812</id><published>2008-04-25T07:45:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:26:40.916-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><title type='text'>Found: Em Busca das Críticas Negativas de Lost</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBHEtlBXYLI/AAAAAAAAAZg/FbG3byD4YKQ/s1600-h/SimpsonsLOST.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 341px; height: 88px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBHEtlBXYLI/AAAAAAAAAZg/FbG3byD4YKQ/s320/SimpsonsLOST.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193148132645888178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto dados do nono episódio da quarta temporada de Lost são transferidos ininterruptamente da rede para o meu computador, minha ansiedade de fã cresce, assim como uma curiosa vontade de entender até que ponto esse fanatismo me cega enquanto crítico, como várias vezes fui avisado a respeito disso. Decidi, então, me certificar da realidade de minha percepção a respeito de Lost e embarquei em uma jornada virtual em plena aurora de uma sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A questão era: Lost estaria tão ruím quanto algumas pessoas que me cercam dizer estar ou, na verdade, seria uma grande coincidência estar rodeado de pessoas que não gostam da série? Caso ela esteja realmente ruím, poderei de fato entender até que ponto a empatia que sinto pela série (já fora de um padrão normal) atrapalharia em um olhar mais crítico. Minha jornada então começou na busca pelas críticas mais negativas e ofencivas a série que eu acreditava não ter conhecimento, e que poderiam ser fatores de uma possível distorsão da realidade da série que eu pudesse estar sofrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então &lt;span style="font-style: italic;"&gt;googlei&lt;/span&gt;. Comecei na busca por sites de "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;críticas de TV&lt;/span&gt;", que pra minha decepção, quase não existem em domínios brasileiros. Em seguida, busquei pela expressão básica "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost&lt;/span&gt;" e pude encontra apenas umas poucas 486.000 páginas de respostas, que graças ao sucesso da série, tinha nas primeiras páginas justamente os links para os sites que comentavam a série. Entrei em diversas páginas, dezenas até, e pouco pude constatar, a não ser uma louca convenção geral de que a série é um "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sucesso&lt;/span&gt;", simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeito, busquei por "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost decepicion&lt;/span&gt;a". Nada de novo me foi apresentado, a não ser sites que diziam: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Primeiro episódio da terceira temporada decepciona na audiência, mas ainda é a mais assistida no horário&lt;/span&gt;". Cansado de notícias sobre audiência ruím (falácias que não passam de um reflexo de popularidade), procurei por "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost ruím&lt;/span&gt;" e encontro repetitivas afirmações de "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sucesso&lt;/span&gt;" ou anúncios de "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;fotos sensuais de Evangeline Lilly&lt;/span&gt;". Sem desistir, procurei por "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost péssimo&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost temporada fraca&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost cancelada&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost greve&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost não, Heroes sim&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost merda&lt;/span&gt;", "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost pop&lt;/span&gt;". E o que eu encontro? Além da afirmação de que a série é um "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sucesso&lt;/span&gt;", achei, em meio a 98% de afirmações de que a série é - novamente, "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;um sucesso&lt;/span&gt;" - "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uma revolução da televisão&lt;/span&gt;", apenas algumas poucas críticas interessantes e negativas voltadas geralmente para episódios em específicos, como: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost tá cada dia pior, mas a nova trama apresentada no último episódio até que levantou fôlego&lt;/span&gt;", ou "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que episódio ruím, perto daquele outro bom&lt;/span&gt;"; ou o pior dos argumentos pra quem quer criticar uma série que se chama Lost: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essa série só cria dúvidas na minha cabeça e nada de respostas&lt;/span&gt;". E para a irônia de tudo, em meio a minha jornada exaustiva em busca da crítica negativa, e sem muito sucesso, encontro uma crítica negativa de um blog chamado &lt;a href="http://www.ponto-d-vista.blogspot.com/"&gt;.Ponto-de-Vista.&lt;/a&gt;, que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;detona&lt;/span&gt; um &lt;a href="http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/lost-beginning-of-end.html"&gt;episódio&lt;/a&gt; mais que qualquer outra blog que eu tenha procurado no Google, isso, no GOOGLE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, certifiquei-me de algo: os internautas criticam a série com cuidado e é comum encontrarmos afirmações como: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Às vezes Lost me desanima...&lt;/span&gt;" sucedido por um  "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... mas não decepciona&lt;/span&gt;" ou "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os últimos episódios estavam tão fracos... mas esse último mostra Lost novamente&lt;/span&gt;"; sem grandes argumentos, sem postura, e críticas destrutivas que morrem no episódio seguinte, quando não, no season finale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busca frustrada, que pelo menos resultou em um alívio por saber que a minha percepção da série, mesmo sendo um fã bobo e apaixonado, é sensata como a de poucos que pude encontrar no&lt;span style="font-style: italic;"&gt; google&lt;/span&gt;, além, claro, de constatar que a série não é ruím como andam falando. Desta busca, pude pelo menos conhecer diversos sites de críticas e informações de TV que frequentarei com constâncias. Acredito que minha razão fique por cima da minha paixão, afinal, não exito em criticar Lost quando devo ou quando me desagrada, da mesma forma como não me entrego ao deleite de criticar outras séries ou de negar-lhes os elogios merecidos, como CSI ou 24 Horas, que possuem um modo particular e um tanto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eletrizante&lt;/span&gt; demais de contar suas estórias, algo que não me agrada muito. Prefiro personagens, por isso, prefiro Lost.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu percebi uma coisa, das próximas vezes serei fã de uma coisa menos popular e conhecida. As pessoas tendem a associar popularidade a produtos ruíns. É o que eu sempre falo por aqui, preconceito artístico!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1937715397767963812?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1937715397767963812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1937715397767963812&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1937715397767963812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1937715397767963812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/04/found-em-busca-da-crtica-negativa-de.html' title='Found: Em Busca das Críticas Negativas de Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SBHEtlBXYLI/AAAAAAAAAZg/FbG3byD4YKQ/s72-c/SimpsonsLOST.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-275726660239339206</id><published>2008-04-23T01:13:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:27:19.334-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><title type='text'>O Padre Voador está Lost</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SA63iFBXYJI/AAAAAAAAAZQ/jpbzYTA5eBw/s1600-h/padrevoador.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SA63iFBXYJI/AAAAAAAAAZQ/jpbzYTA5eBw/s400/padrevoador.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192289216496099474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O teor cômico dessa história é inegável. O padre simplesmente, e na melhor das intenções, se amarrou a 1.000 balões e seguiu sua arriscada jornada, portando um GPS, que logo descobriria não saber como funciona. Por que alguém se submeteria a isso de forma tão precipitada? Antes de ver essa imagem, não havia rido em nenhum instante ouvindo essa história, mas sabia da graça que se escondia por trás da tragédia; agora com essa imagem, como não rir? Não costumo me divertir com a tragédia alheia, mas um mínimo de distanciamento que tomamos em relação ao padre é o suficiente pra tornar tudo engraçado. Um pé na tragédio e outro na comédia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentável, trágico e triste, mas inevitavelmente cômico. Balões de aniversário, nenhum colete salva-vidas, mal tempo, ausência de equipe de apóio, GPS sem intruções... como esse plano perfeito foi dar errado?!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-275726660239339206?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/275726660239339206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=275726660239339206&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/275726660239339206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/275726660239339206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/04/o-padre-est-lost.html' title='O Padre Voador está Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/SA63iFBXYJI/AAAAAAAAAZQ/jpbzYTA5eBw/s72-c/padrevoador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6988437649131765565</id><published>2008-04-23T00:27:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:27:45.841-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Filmes que Assisti</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Notas Sobre um Escândalo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há alguns dias, assisti a esse filme pelo TV (legendado, graças à TV a cabo) e, sem muito me surpreender com as facinates interpretações de Judi Dench e Cate Blanchett, fiquei estranhamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vidrado&lt;/span&gt; naquela verdadeira montanha-russa emocional. Poucos filmes conseguem mater um ritmo tão constante, com tamanha tensão e intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contando a estória de uma professora que tem a sua vida profissional e pessoal abalada pela acusação de ter mantido relações sexuais com um aluno de 16 anos, o filme nos apresenta a uma dinâmica interessante entre personagens, e nessas complexas relações, um estudo incrível destes. Sou um simpatizante completo de estória rápida, velozes, cheias de reviravoltas e tensões provindas de conflitos entre as personagens; e é exatamente isso que Notas Sobre um Escândalo nos oferece. Indico, indico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;X-Men: O Confronto Final&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o primeiro filme da saga dos mutantes lançou, de certa forma foi marcada uma transição na forma de tratamento dos atuais filmes de ação. O padrão "a là Batman" de adaptação das estória em quadrinho era abandonado em prol de estórias mais complexas, com personagens profundos e razoavelmente trágicos em seus destinos. A era dos heróis trágicos e complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, mesmo com uma mudança significativa dos heróis de ação de hoje e suas estórias, X-Men continua com o posto de melhor adaptação de HQ's para o cinema, como um marco da mudança para o novo tempo em que a industria tende a prender seu público através de estórias menos rasteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Confronto Final fecha a trilogia da melhor forma possível, arcando a todo custo (inclusive com a vida de personagens importantes) com as consequências da trama desenvolvida nos dois filmes anteriores e pelos primeiros minutos do último episódio. Complexo, trágico e provido de um interessante subtexto, o terceiro filme dos X-Men's traça com mais força o paralelo entre os conflitos homem/mutante e a nossa sociedade aversa às diferenças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6988437649131765565?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6988437649131765565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6988437649131765565&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6988437649131765565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6988437649131765565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/04/filmes-que-assisti.html' title='Filmes que Assisti'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3973351849528223058</id><published>2008-04-01T12:02:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:28:11.275-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Desabafo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao visitar o blog &lt;a style="color: rgb(255, 102, 0);" href="http://calangonetnews.blogspot.com/"&gt;Calango Net News&lt;/a&gt;, li um post chamado &lt;a style="color: rgb(255, 102, 0);" href="http://calangonetnews.blogspot.com/2008/03/o-circo-dos-horrores.html"&gt;O Circo dos Horrores&lt;/a&gt;  que comentava sobre a situação deplorável do Congresso Nacional, com seus escândalos, baixarias e casos de corrupção que não acabam nunca. De alguma forma, o texto escrito pelo autor não-identificado me trouxe uma série de reflexões nada novas a respeito dessa situação. Quando decidi comentar, o que era pra ser uma breve opinião, tornou-se em um longo comentário escrito quase que ininterruptamente e como se fosse um desabafo. E sendo assim, nada mais justo que postá-lo no meu próprio blog. E a resposta ao post foi a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Sério! Esse é um problema cultural diretamente relacionado à educação. O brasileiro sempre se viu na corda bamba, sempre se viu obrigado a achar o jeitinho brasileiro. E o que é o jeitinho brasileiro? Teoricamente, uma forma desrespeitosa de buscarmos um modo de sobreviver e ultrapassar as dificuldades, infringindo leis e trapaceando. O brasileiro, de romântico, não tem quase nada, mas de cínico, praticamente tudo. A convenção de que devemos driblar as regras para sobreviver é tão grande e cara de pau, que qualquer sinal de sentimentalismo, romantico ou não, nacionalista ou não, que possa nos fazer pensar no próximo ou no coletivo, parece vergonhoso. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;O pobre se ver no direito de trapacear com seu jeitinho brasileiro. O rico se ver igualmente no direito de, às escondidas, infrigir leis. Por que seria diferente se a educação cultural no fim é praticamente a mesma? Ninguém é vilão... somos todos mal acostumados. Mal acostumados a morrer de fome enquanto buscamos uma forma justa de sobreviver. Sem romantismo, isso é impossível. Mal acostumados a pensar no próximo enquanto queremos acumular fortuna ou sentí-la mais sólida quando nossas inseguranças e neuroses sempre dizem que o que temos não é o suficiente ou quando somos seduzidos cada dia mais pelo "ter" e pela publicidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Quem é o vilão? O congresso, com seus exemplares de pessoas egoístas ou de mazelas brasileiras potencializadas pelo poder? Seria o pobre, que fura a fila do SUS ou burlar algum sistema pra sobreviver sem ao menos lembrar do outro pobre que ficou pra trás? Como brasileiros, somos todos egoístas. Mas você me pergunta: "Por que pensar no outro se, caso a situação fosse inversa, o outro não pensaria em mim?". Esse é o cúmulo de uma mizerável convenção.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Nosso tão estimado calor humano e abraço, em certos momentos, não passam de superficialidades. Nossa proximidade uns dos outros e facilidade de relacionar-se, à vezes, revela o elo fraco que temos entre nós, e quando caímos no mais puro individualismo, isso fica mais que comprovado. Poucos são os brasileiros que pensam em outros brasileiros, e esses, são românticos, idealistas e  quase extintos. Se no mundo o homem passa por um processo de individualisação, no Brasil, então já somos individualistas, mas da forma tipicamente brasileira, ou seja, fingindo sermos próximos, achegados, caridosos e carinhosos. Pessimismo? Não. O que acontece no "circo dos horrores", o Congresso, é a maior prova da desventura do brasileiro enquanto cidadão, e esse é o reflexo ou a maior divulgação de nosso comportamentos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Da mesma forma que o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;brasileiro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;baixinho e jogador de futebol se viu obrigado a desenvolver dribles mirabolantes para ultrapassar os altos jogadores europeus, fomos também educados pela nossa própria história a ser assim, "dribleiros", infratores de nossas próprias leis e, consequentemente, problemáticos com nossa baixa auto-estima, que está direta ou indiretamente ligada com as nossas atitudes, ou talvez seja resultado de um pouco de culpa que sentimos pelos nossos atos. A verdade é que, de modo geral, só a educação para nos salvar, não só o Brasil, mas o mundo que anda invertido em seus valores. Só a educação para nos tornar conscientes de nossas próprias mazelas, e para o Brasil falta muito. Muito além do consciente e inconsciente do brasileiro, a educação deve mudar o inconsciente coletivo, em um processo a longuíssimo prazo. Pena que não começamos ainda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3973351849528223058?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3973351849528223058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3973351849528223058&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3973351849528223058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3973351849528223058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/desabafo.html' title='Desabafo'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7938712460560362606</id><published>2008-03-30T15:49:00.001-03:00</published><updated>2010-05-02T20:28:43.200-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>My Preciousss</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-_gT4MolwI/AAAAAAAAAZI/o2k_8RMeqNw/s1600-h/Senhor+dos+Aneis.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-_gT4MolwI/AAAAAAAAAZI/o2k_8RMeqNw/s200/Senhor+dos+Aneis.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183608328234243842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Faz exato um ano que não assisto a minha trilogia preferida, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/span&gt;. Essa é a primeira vez que falo sobre os filmes aqui no Ponto-de-Vista, e não há nada mais motivador para isso que a falta que sinto daquela estória, da melancólica jornada de Frodo. Meus DVD's estão emprestados, minhas versões estendidas estão arranhadas (sou um dos poucos no Brasil que as têm), e a vontade de revê-los é grande.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tenhos opiniões bem fortes a respeito da trilogia. Sendo ela uma produção muito mal compreendida e julgada por se tratar de um aparente blockbuster típico, vez ou outra travo alguns debates em defesa dos filmes, seja para ressaltar aquilo que o torna uma obra-prima, ou para explica que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Senhor dos Anéis&lt;/span&gt; não é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Harry Potter&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Sério! Tem gente que confunde. Não há coisa pior). O que a maioria percebe não vai além das cenas de ação e dos grandes efeitos especiais que, de fato, são essenciais para a verocimilhança da estória, enquanto o desenvolvimento das personagens, a carga dramática atribuida aos eventos, os subtextos, tudo isso passa despercebido por um público que pouco sabe analisar o que assiste. Até elementos mais  perceptíveis, como trilha sonora, fotografia, direção de arte e as atuações parecem não impactar por simplesmente serem parte de uma produção fantástica. Se por um lado há os que não conseguem ver além do superficial, de outro há os pseudo-intelectuais que cegam a si mesmos com seus pré-conceitos desmedidos e a arrogância de quem acha que uma super-produção nunca pode oferecer algo de bom, principalmente quando esta é fantástica, chegando a negar as genialidades de uma obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer discussão que eu trave a respeito de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/span&gt;, ao fim ou para finalizar, pergunto: "Por que Frodo ofereceu o Um Anel para Galadriel?". Se a resposta for boba e equivocada como: "Porque ele quis se livrar do fardo.", encerro a discussão ali mesmo tendo a plena certeza de que a maior parte dos argumentos dessa pessoa não são plausíveis. Pode paracer arrogância de minha parte, mas afinal, como pode uma pessoa julgar mal uma obra se ela nem a entedeu? Talvez seja uma defesa contra certos pré-conceitos artísticos, algo que muito me incomoda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7938712460560362606?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7938712460560362606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7938712460560362606&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7938712460560362606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7938712460560362606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/my-preciousss.html' title='My Preciousss'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-_gT4MolwI/AAAAAAAAAZI/o2k_8RMeqNw/s72-c/Senhor+dos+Aneis.gif' height='72' width='72'/><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8564398128136133372</id><published>2008-03-28T17:23:00.004-03:00</published><updated>2010-05-02T20:29:06.048-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>10.000 A.C.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1q8IMolpI/AAAAAAAAAYQ/BU-fJu7Cvis/s1600-h/10000bc_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 135px; height: 200px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1q8IMolpI/AAAAAAAAAYQ/BU-fJu7Cvis/s320/10000bc_02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182916327398479506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:10px;" lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; É incrível como os anos passam, as experiências acumulam, as críticas negativas também e Roland Emmerich não consegue amadurecer absolutamente nada como diretor. Em seu mais recente trabalho, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;10.000 A.C.&lt;/span&gt;, Emmerich mostra como seu mau gosto prevalece, estragando qualquer chance de qualquer idéia embrionária e boba sua de dirigir o longa com um mínimo de bom senso artístico. Após &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Dia Depois de Amanhã&lt;/span&gt;, pensei sinceramente que o diretor estivesse "melhorando" em suas "alucinações" enquanto cineasta, buscando não apenas destruir cidades e narrar catastróficas invasões alienígenas, mas desenvolvendo idéias mais elaboradas em gêneros (épico ou catástrofe) mal aproveitados ultimamente. E pelo jeito, vejo que seus acertos não passaram de pequenos erros de um percurso artistico lastimável. Ao que parece, em 10.000 A.C., nada é mais importante que excitar o público através de barulhos e efeitos visuais, enquanto seu filme bate recordes de bilheteria - uma fórmula sempre apelativa de ganhar o público, que não exita em assistir a filmes desse tipo. No entanto, entrar no mérito de tal questão levaria tempo e algumas reflexões, pois, mesmo que o público se disponibilize a ver tais filmes, nem todos procuram saber quem é o diretor desse ou daquele filme, o que dificulta a diferenciação prévia de &lt;span&gt;filmes tão diferentes como&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Godzilla&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A estória de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;10.000 A.C.&lt;/span&gt; se passa em uma época em que a vida nômade do homem está se encerrando. Na busca por alimento para sua tribo e de uma nova forma de viver em um período de escassez, um grande caçador deixa sua tribo e seu filho D'Leh (Steven Strait)&lt;span id="Conteudo1_lblTexto"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. O jovem cresce sofrendo discriminações e exclusão por ter um pai covarde que abandonou a tribo, sendo então&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1rUYMolqI/AAAAAAAAAYY/UZIsOYBBG7w/s1600-h/8322e4a9-dadc-4211-a341-fe54986b8cb1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 211px; height: 89px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1rUYMolqI/AAAAAAAAAYY/UZIsOYBBG7w/s200/8322e4a9-dadc-4211-a341-fe54986b8cb1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182916744010307234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; criado por Tic'Tic (Cliff Curtis), o amigo de seu pai e que conhece os motivos da partida deste. Apaixonado por Evolet (Camilla Belle) e tendo o conhecimento que esta faz parte de uma profecia que diz que o primeiro jovem que derrotar um mamute será o novo líder e casará com a moça, D'Leh começa sua jornada épica ao ganhar a disputa pela liderança. No entanto, a tribo é invadida pelos "demônios sobre quatro patas" (diz-se cavaleiros) e Evolet é sequestrada junto a vários outros integrantes da tribo, restando a D'Leh, enquanto líder, resgatá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro, assinado pelo roteirista Harald Kloser e também por Roland Emmerich, é a maior decepção (ou não, já esperava por algo do tipo) entre todas as outras baixas da produção, ao narrar com pobreza  inacreditável a jornada épica de D'Leh e Tic'Tic. Esquecendo completamente de dese&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1s9YMolsI/AAAAAAAAAYo/WOoPYfwpkXo/s1600-h/bc1hf0dr9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 176px; height: 107px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1s9YMolsI/AAAAAAAAAYo/WOoPYfwpkXo/s200/bc1hf0dr9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182918547896571586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nvolver as personagens, os roteiristas apenas se conformam em atribuir esteriótipos a estes logo no início do filme, seguindo toda a estória através de cenas vazias e maniqueístas em suas reviravoltas, mostrando o quanto a dupla não sabe desenvolver suas próprias idéias. Assim, em determinados momentos do filme, acompanhamos a jornada das personagens na tentativa de resgatar parte da tribo que fora sequestrada, porém, nada mais além do que caminhadas e momentos de risco às personagens nos é apresentado, nenhum conflito, nenhuma sub-trama, nada que acrescente e dê um mínimo de complexidade a trama, tornando o roteiro chato e completamente desestimulante. E se em alguns momentos os plano muito abertos nos mostravam toda a beleza das paisagens por quais os personagens passam, os planos fechados de nada acrescentam, já que, as personagens são apenas peças que se movem quando os roteiristas querem e nada de interessante acontece dentro do grupo quando estes não estão em perigo. O roteiro é tão fraco e pobre que poderia ser quase que inteiramente filmado em planos completamente abertos; seria como acompanhar de cima a jornada de um bando de pinguins. (Ué! Mas já vimos um documentário que possui um roteiro mais rico envolvendo pinguins.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses defeitos não são nada em relação ao maior erro do roteiro: o de justificar toda a trama e seus absurdos através de profecias, que vez ou outra (sempre) se realizam. Que as tribos primitivas humanas possuiam suas crenças, ninguém pode negar, até hoje temos; mas tentar fazer o público acreditar na verdade das profecias, comprovando-as durante o filme, é tolo o suficiente e é a maior prova de mal gosto compartilhada pela dupla, que sem talento, viu nessa idéia a única alternativa de fazer de D'Leh um profeta e da sua viagem em uma jornada épica. Justificativas fraquíssimas que rendem cenas constrangedoras, como as duas convesas de D'Leh com um tigre-dente-de-sabre ou a milagrosa ressucitação de uma determinada personagem no final da estória (faltou apenas a lágrima milagrosa caindo no peito do falecido). Além disso, todo esse caráter fantástico é contraditório à proposta de se narrar uma estória em uma época véridica na história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do roteiro, os efeitos visuais não decepcionam, criando Mamutes incrivelmente convincentes e atendo-se a detalhes importantes, como os traços de velhice em um dos Mamutes ou à complexidade da arquitetura da pirâmide erguida pela civilização mostrada no filme. Nesse sentido, a Direção de Arte é competente ao recriar convincentemente os grandes cenários; da&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1t_4MoluI/AAAAAAAAAY4/Hw_U_xNGsB0/s1600-h/10000bc_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 161px; height: 118px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1t_4MoluI/AAAAAAAAAY4/Hw_U_xNGsB0/s200/10000bc_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182919690357872354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; mesma forma, os figurinos são peças de aparência completamente rústicas e primitivas, enriquecendo culturalmente as tribos e civilizações, mesmo que o roteiro às vezes desconsidere alguns aspectos referentes às limitações culturais desses povos tão primitivos. Envolvente no que se refere à ação, 10.000 A.C. só se beneficia nesse aspecto, que aliás, Emmerich sabe como fazer. Afinal, parte de suas estratégias para atrair o público residem nesses momentos do roteiro. No entanto, a coreografia do importante duelo entre D'Leh e o Mamute no início do filme deixa a desejar pela falta de criatividade. Se o clichê do "pé preso" em algum lugar já é íncomodo para o espectador mais desligado, repetí-lo duas vezes na mesma cena já deixa qualquer público com o "pé atrás".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para não culpar inteiramente a dupla de roteiristas, parte da responsabilidades (ou a maior parte) pelos problemas do filme são, claro, do diretor (ou seja, duas culpas &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1u8oMolvI/AAAAAAAAAZA/4Q8vWFKaa_g/s1600-h/10000bc-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 163px; height: 110px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1u8oMolvI/AAAAAAAAAZA/4Q8vWFKaa_g/s200/10000bc-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182920734034925298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;para Emmerich!) que tem, desde o momento que aceita o roteiro até o momento das filmagens, a capacidade de evitar algumas dessas falhas e enriquecer mais o filme. E, definitivamente, não é o que Emmerich faz nesse caso. Dessa forma, os atores, que dependem diretamente do diretor, e em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;10.000,&lt;/span&gt; sem ter o que fazer, nada mais representam do que o personagem físicamente e a fraca idéia que os roteirstas desenvolveram destes. No entanto, nem uma boa direção e roteiro salvaria a inexpressividade da atriz mezzo brasileira, mezzo americana, Camilla Belle, que com seus olhos azuis e uma grande beleza, pouco parece ser uma parente mais próximo de um Neandertal do que eu ou você somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retomando vez ou outra a atenção do espectador para a vidente da tribo de D'Leh nos momentos em que este sofre qualquer dificuldade, através uma espécie de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;raccord &lt;/span&gt;somos levados a uns dos momentos mais contrangedores e que representam a falta de fundamentação para às idéias que o diretor em alguns momentos pretende passar, pois, a vidente, que não representa absolutamente nada para o espectador durante todo o filme, não deveria ser mostrada pela simples falta de uma importância de sua aparição para a narrativa. A surpresa de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;10.000 A.C.&lt;/span&gt; reside apenas no fato de ser pior do que eu já imaginava. Uma produção, que segundo Roland Emmerich, investiu 15 anos em pesquisas históricas, que no fim comprometeu tudo incluindo na estória profecias bobas pra justificar os fatos, além de desenvolver um roteiro paupérrimas, não poderia render um bom filme - apenas barulho, efeito pelo qual o diretor já é reconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;10.000 B.C. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblPais"&gt;EUA&lt;/span&gt;, &lt;span id="Conteudo1_lblAno"&gt;2008&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblDuracao"&gt; - 109 min&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblGenero"&gt;Aventura / Ação&lt;/span&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;    &lt;h6 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;" &gt;Direção: &lt;span id="Conteudo1_lblDirecao"&gt;Roland Emmerich&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;    &lt;h6 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt;Roteiro: &lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblRoteiro"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt;Roland Emmerich e Harald Kloser &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;    &lt;h6 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt;Elenco: &lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblElenco"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt;Steven&lt;/span&gt;&lt;/st1:placename&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt; &lt;st1:placename st="on"&gt;Strait&lt;/st1:placename&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Georgia;"  lang="EN-US"&gt;, Camilla Belle, Cliff Curtis, Joel Virgel, Affif Ben Badra, Mo Zinal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;br /&gt;&lt;h6 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;  &lt;/h6&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8564398128136133372?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8564398128136133372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8564398128136133372&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8564398128136133372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8564398128136133372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/10000-ac.html' title='10.000 A.C.'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-1q8IMolpI/AAAAAAAAAYQ/BU-fJu7Cvis/s72-c/10000bc_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8507757491563030052</id><published>2008-03-27T19:54:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:29:21.545-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meme'/><title type='text'>Meu Memê</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A melhor parte de ser um blogueiro é quando você descobre todo o mundo que existe através dos blog, a infinidade de informações e opiniões. Se a internet já é algo surpreendentemente imenso, os blogs tornam tudo isso muito maior. E em toda essa loucura de visitar blogs aqui, visitar blogs ali, li muita coisa bacana, muita coisa sensível, muitos textos refinados, outros bem humorados e verdadeiros diários nos quais seus autores relatavam suas vidas. É, de fato, um mundo facinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns dias, Euzer Lopez, um amigo virtual de um desses grandes blogs da rede, o &lt;a style="color: rgb(204, 204, 204);" href="http://euzer.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Metendo o Bedelho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, me "passou" o Memê. Não me perguntem o que significa, apenas vejam abaixo. Responderei algumas questões que só um autor de blog pode responder. Agora é a minha vez!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Então... bem-vindos ao Memê do &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;.Ponto-de-Vista.&lt;/span&gt; :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;1 - Por que resolveu criar o blog?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A princípio, minha idéia era a registrar minhas opiniões a respeito de qualquer assunto que estivesse em pauta ou não, e que fosse do meu interesse. Ocorreu que, com o tempo, meus textos foram tomando rumos próprios, encaminhando-se mais para o lado da crítica e da argumentação, e acabava comentando sobre os assunto que mais me interessavam, consequentemente, cinema e arte. Pode-se perceber uma diferença grande entre os temas do início e os atuais. Hoje estou mais voltado a crítica cinematográfica, algo que gosto e que resultou de uma necessidade de entender essa arte e de buscar um "bom-senso artistico", mas vez ou outra escrevo outros tipos de textos que não sejam críticas, sempre referentes à mídia, arte e cinema, principalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;2 - O que te dá mais prazer em blogar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O meu maior prazer é em exercitar a prática da escrita e da análise, e assim, ver o quanto posso pensar a respeito de determinados assuntos. Sempre releio meus próprios textos, isso às vezes é uma experiência boa e em outras, nem tanto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; 3 – Indique um blog bom e um do qual você não goste e por quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Existem vários blogs bons e falar apenas de um é muito difícil. Nem saberia escolher. Gosto dos blog que tenham uma idéia, que tenham um objetivo, que não sejam um espaço pra tudo. Acho que quanto mais sólida a idéia, melhor o blog. Então, um blog como o &lt;a href="http://biablackroses.blogspot.com/"&gt;"Bia Black Roses"&lt;/a&gt; está com certeza entre os meus preferidos, pois seu obejtivo de refletir e viajar nas próprias emoções é completamente alcançado - muito sensível. Ou então o blog &lt;a href="http://euzer.blogspot.com/"&gt;"Metendo o Bedelho"&lt;/a&gt; que é incrivelmente pessoal, fala de tudo, mas com a mesma idéia englobando todos os diferentes temas discutidos, a de relatar fatos pessoas sempre nos deixando na dúvida entre o fictício e o real. Já blogs mal delimitados em suas idéias (não em seus conteúdos) costumam não me agradar, pela falta de um objetivo fixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;4 – Qual tipo de música e quais suas bandas favoritas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gosto de Música Eletrônica, Rock, Pop, MPB, Reggae, Jazz, Chorinho, Axé e outros tipo diferentes ou novos que me agradarem aos ouvidos. Quanto a banda, não tenho preferidas. Gosto da música que me agradar e dificilmente me ligo a uma banda. Sou louco por algumas músicas de R.E.M., mas não sou fã do grupo, assim como acho Britney Spears uma cantora duvidosa, mas gosto do remix de suas novas músicas. Não sei se os créditos nesse caso vão para o DJ compositor ou para a "cantora", mas não entrerei nessa questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;5 – Qual o assunto que você mais gosta de postar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cinema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;6 -Seaquinevassevocêusariaesqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sim. Iria de esqui para o cinema ou teatro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;7 – Você é: casado, solteiro, separado, enrolado, desquitado, chutado, viúvo ou outros?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Segundo um amigo meu, quando você diz na internet que você é solteiro, você está sendo um desesperado. Olha! Sou solteiro... mas não desesperado (risos). Não sei por que as pessoas tendem a relacionar o espaço virtual à sexualidade (sonso).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;8 - Por que você deu esse nome ao seu blog?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Parece bem óbvio, mas pensei nesse nome justamente por que queria mostrar meus pontos de vista e deixar as pessoas a vontade para mostrarem o seu. Mas as pessoas ainda são tímidas na internet para comentar. Não, melhor! São preguiçosas. Geralmente comenta quem também tem um blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;9 - Qual o último blog que você visitou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sabe! Não sei bem. Deve ter sido o &lt;a href="http://euzer.blogspot.com/"&gt;"Metendo o Bedelho"&lt;/a&gt;, mas hoje visitei também &lt;a href="http://www.cinemaemcena.com.br/pv/journal/blog.asp"&gt;"Diário de Bordo"&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://videoversotv.blogspot.com/"&gt;" Vide-o-Verso"&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;10 - Por que resolveu participar deste Memê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ora! Por que queria mais uma vez dar meus pontos de vista a respeito de ser um blogueiro. Não sei o que as pessoas pensam a respeito das minhas motivação para escrever aqui. Essa foi uma ótima oportunidade para exclarece-las!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como faz parte do ritual, abaixo a lista das 6 pessoas a quem passo o Memê:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - O Blog da Bia: &lt;a href="http://biablackroses.blogspot.com/"&gt;Bia Black Roses&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2 - O Blog da Mary: &lt;a href="http://www.outroblogdamary.com/"&gt;Outro Blog da Mary&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;3 - O Blog da Luana: &lt;a href="http://lunaticidades.blogspot.com/"&gt;Lunaticidades (Pra apoiar o retorno dela)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4 - O Blog de Pedro Canto: &lt;a href="http://videoversotv.blogspot.com/"&gt;Vide-o-Verso&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;5 - O Blog de Ricardo Moreira: &lt;a href="http://blog-simulacro.blogspot.com/"&gt;Simulacro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;6 - O Blog de Marcelo: &lt;a href="http://sacodefilo.blogspot.com/"&gt;Saco de Filó (e sem fundo)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso! Quero agradecer a Euzer Lopes pela indicação de meu blog. Valeu, rapaz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8507757491563030052?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8507757491563030052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8507757491563030052&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8507757491563030052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8507757491563030052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/meu-mem.html' title='Meu Memê'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2438149025735565663</id><published>2008-03-18T14:27:00.005-03:00</published><updated>2010-05-02T20:29:54.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Crash - No Limite e os Clichês</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R9_6jgsp8iI/AAAAAAAAAXw/RkwIL1eYk90/s1600-h/2502.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 123px; height: 183px;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R9_6jgsp8iI/AAAAAAAAAXw/RkwIL1eYk90/s200/2502.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179133584478958114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash - No Limite&lt;/span&gt; é sem dúvida um dos meus filmes prediletos. Para alguns não passa de um filme formulaico e cheios de clichês, julgando-o apenas pela forma e estrutura, sem analisar a importância destas para a idéia do filme. O que não se percebe em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash&lt;/span&gt; é que a sua forma, uma estrutura narrativa composta por várias estórias e personagens que se chocam, possibilita mostrar com maior eficiência e sensibilidade a complexidade da natureza humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash - No Limite&lt;/span&gt; conta a estória de diversos personagens em várias tramas que se cruzam, tendo como fundo a cidade de Los Angeles. O filme retrata nessas várias estórias a posição defensiva que tomamos constantemente em nosso atual contexto de violência e medo, mas principalmente, mostra o que ocorre quando essas pessoas se chocam, e as diferenças tornam-se, além de um ponto fraco, um motivo de desconfiança e um potencializador do medo. No decorrer do filme, vemos estórias como a da mimada esposa de um importante promotor que, após um assalto, teme que o chaveiro que concerta a porta de sua casa tenha planos de roubá-la; e de um chaveiro que após ter uma difícil conversa com um Persa, que pouco fala inglês, acaba sendo mal compreendido; e de um Persa que julga ter sofrido preconceito, porém acusando a pessoa errada. E assim segue um conjunto de estórias em que suas reviravoltas nos revelam as contradições típicas do ser humano em uma realidade violenta e de constante tensão entre indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash&lt;/span&gt; tem seu roteiro baseado nesse tipo estrutura já bastante explorada, e encontra em certos clichês formas de surpreender o público. Devido essas características narrativas, o filme foi um tanto incompreendido e, consequentemente, subestimado por alguns críticos e parte do público. A princípio, sempre estamos tentados a julgar a utilização de clichês, e ocorre que poucos tem a percepção de que a utilização destes não é algo condenável se for feito com cuidado, sensibilidade e evitando o maniqueísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pararmos para pensar, antes de uma determinada cena, trama, fala ou reviravolta tornar-se um clichê, esta foi usada uma primeira vez e, provavelmente, como um elemento coerente ou importante ao roteiro onde foi incluso. Dessa forma, assim como a primeira vez que aquilo que hoje caracterizamos como clichê foi usado, em uma suposta quadragésima vez esse mesmo elemento poderia ter a mesma eficácia se utilizado da mesma forma, ou com a mesma precisão e sinceridade. A fraqueza do clichê reside na pobreza da utilização deste como mera forma de incluir esse elemento -já convencionado como bom ou como um elemento que funciona perante o grande público - a outros roteiros ou produções. Ou seja, se soa como clichê a estória de um jovem digno, respeitoso e que nos impreciona ao matar outra pessoa, esta mesma não soaria assim se, com a sensibilidade da direção e do roteiro, nela for desenvolvida cuidadosamente a complexidade e contrariedade do comportamento da personagem. E mais, essa estória não soaria também como clichê quando considerarmos o contexto ideológico e conceitual em que ela foi desenvolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente o que&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R9_66Qsp8jI/AAAAAAAAAX4/cfOxgSWOOEE/s1600-h/9991.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 158px; height: 105px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R9_66Qsp8jI/AAAAAAAAAX4/cfOxgSWOOEE/s200/9991.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179133975320982066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; acontece em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash&lt;/span&gt;. O novato policial, interpretado por Ryan Phillippe, que durantes boa parte do longa nos mostra um comportamento averso a qualquer preconceito, em outro instante age preconceituosamente, chegando a matar um negro por pura insegurança e pré-julgamento. Nesse caso, o clichê foi perfeitamente encaixado como forma de solidificar e dar mais complexidade à questão do racismo (nesse exemplo, não declarado, o que por si só sinaliza uma contradição curiosa) e da constante defenciva à violência a qual nos encontramos atualmente, fortificada pelos medos, e estes, potencializados pelo preconceito (como uma pessoa sã, sentimos medo e evitamos nos colocar em situações de risco ou ser assaltados, mas esse medo pode ser potencializado quando um negro mal vestido atravessa a rua). Além &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-LhhoMoloI/AAAAAAAAAYI/5ElC1hEU3-I/s1600-h/9989.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 169px; height: 113px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R-LhhoMoloI/AAAAAAAAAYI/5ElC1hEU3-I/s200/9989.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179950489271834242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;disso, a estória desse personagem marca um belo contraponto a estória do personagem de Matt Dilon, que em um primeiro momento, tem atitudes racistas, e em outro, arrisca a própria vida para salvar uma negra que havia submetido a uma cruel humilhação. As contradições ressaltadas pela cena em questão e a catárse promovida por esta só enriquecem o filme, que já nos apresenta diversas formas de se agir preconceituosamente e como esse sentimento pode se manifestar. No entanto, nada disso seria feito sem uma direção delicada e sensível, assim como um roteiro muito bem elaborado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo marcante de clichê em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash - No Limite&lt;/span&gt; é a repetição de determinado evento: uma batida de carro, no início e no fim do longa. Da mesma forma como o intercruzamento das estórias é utilizado como forma de ressaltar o impacto e choque entre as diferenças hoje, já que, estes promovem as oportunidades ideais para estes eventos; as batidas de carros que abrem e fecham o filme são, além de um forma dinâmica de abrir e fechar a estória, uma maneira de representar o choque entre as váriedades (no filme, raciais). Esse tipo de repetição poderia soar pobremente caso fosse usado sem um propósito sólido e coerente, no entanto, para Crash, é mais um exemplo em que a forma complementa o conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se que existe uma preponderância muito forte, por uma maioria, em julgar clichês antes mesmo de se entender o funcionamentos destes e a forma como foram utilizados. Não sou nenhum defensor dos clichês, na maioria das vezes empobrecem e são mal utilizados por cineastas e roteiristas sem um menor talento. Mas com um mínimo de sensibilidade e precisão, este pode se tornar um trunfo, e é isso que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash - No Limite&lt;/span&gt; faz. Aliás, arrisco-me a dizer que em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crash&lt;/span&gt; não há clichês, pois como disse, clichês são as formas (ou fórmulas) degradadas de elementos já tão repetidos na história do cinema, e se revigorados ou resignificados, não seria justo denominá-los ainda dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2438149025735565663?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2438149025735565663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2438149025735565663&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2438149025735565663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2438149025735565663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/crash-no-limite-e-os-clichs.html' title='Crash - No Limite e os Clichês'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R9_6jgsp8iI/AAAAAAAAAXw/RkwIL1eYk90/s72-c/2502.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1920106676214987721</id><published>2008-03-17T02:17:00.008-03:00</published><updated>2010-05-02T20:30:10.573-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Sete Homens e um Destino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R94Vugsp8gI/AAAAAAAAAXg/79_mKhLVUSU/s1600-h/7-homens-e-um-destino-poster04t.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 150px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R94Vugsp8gI/AAAAAAAAAXg/79_mKhLVUSU/s200/7-homens-e-um-destino-poster04t.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178600510318047746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Posso ser condenado por ser um cinéfilo que escreveu as palavras a seguir, mas não posso deixar de falar das minhas reais impressões e grandes frustrações a respeito do clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sete Homens e um Destino&lt;/span&gt;. Lançado a quase cinquenta anos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sete Homens e um Destino&lt;/span&gt; revelou-se um grande sucesso e um exemplar do gênero &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faroeste&lt;/span&gt;. De lá para cá, o filme  solidificou-se e tornou-se um clássico adimirado, imitado e homenagiado. Vou ser bastante direto: não sei o que é visto em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sete Homens e um Destino&lt;/span&gt; que o faça digno de tamanhos e calorosos elogios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O filme narra a invasão e sequestro dos habitantes de um vilarejo mexicano por um bando de pistoleiros liderados pelo temido Calvera (Eli Wallach). Alguns moradores do vilarejo buscam a ajuda de dois pistoleiros desempregados, Chris (Yul Brynner) e Vin (Steve McQueen), e mais cinco companheiros foras-da-lei para defendê-los de Calvera. Todos se dispões, na busca de aventura. A tentativa de solucionar a situação e libertar o povoado logo revela-se uma grande batalha pela salvação dos habitantes da pequena cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigido por John Stugers, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sete Homens e um Destino&lt;/span&gt; é sem dúvida um grandioso filme no que diz respeito aos atributos técnicos. Grandes e impressionantes cenários,&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R94V3Asp8hI/AAAAAAAAAXo/sj2vezlW_UQ/s1600-h/7-homens-e-um-destino02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 210px; height: 124px;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R94V3Asp8hI/AAAAAAAAAXo/sj2vezlW_UQ/s200/7-homens-e-um-destino02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178600656346935826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; trilha sonora marcante, uma fotografia que em certos momentos revela as enormes dificuldades na criação destas imagens, considerando a época em que foram produzidas, e a ousadia e beleza dos quadros e movimentos de câmera.  E como resultado de toda a técnica e tecnologia empregada, as enormes e bem coreografadas batalhas e tiroteios são um espetáculo a parte, que nos fazem pensar como sempre foi grande o talento do cinema americano para as cenas de ação. O que mais impressiona, porém, é a capacidade que o roteiro, baseado no filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Setes Samurais&lt;/span&gt;, tem de abrir possibilidades a seu próprio favor (pela riqueza da própria premissa) e em quase nenhum momento, aproveitá-las. Perdendo tempo com detalhes pouco importantes, o roteiro decepciona ao desenvolver os seus personagens com certo maniqueísmo e unilateralidade, dedicando quase nada ao desenvolvimento destes, além de perder boa parte das oportunidades de tornar cada um dos heróis em figuras realmente interessantes e convincentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A limitação do roteiro é tão grande que, após sermos apresentados a cada uma das personagens, este passa a desenvolver apenas a trama principal, esquecendo completamente a abordagem das reações de cada personagem, assim como a dinâmica envolvendo os sete. No entanto, a maior falha reside na incapacidade que o roteirista Willian Roberts demonstra em tornar Calvera em um vilão mais humano e real, quando simplesmente abandona as razões que levaram este a cometer tais atos, deixando-as apenas como citações nos diálogos. Aliás, boa parte do filme acontece nos diálogos e comentário dos personagens, o que revela mais ainda a incapacidade do roteirista de transformar em fatos as suas idéias para o roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado, o filme possue um elenco sem muito o que fazer, investindo apenas em poses e nos trejeitos comuns aos personagens do gênero. E me adimiro como tão pouco feito por este elenco foi o suficiente para torná-lo quase que por inteiro em grandes estrelas dos filmes de ação nos anos seguinte. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sete Homens e um Destino&lt;/span&gt; é um filme que enche os olhos mas oferece uma aventura que pouco nos dá em termos de emoção (mais viceral) por simplesmente não investir no desenvolvimento das personagens e, consequentemente, em uma capacidade destes de criar empatia no público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1920106676214987721?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1920106676214987721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1920106676214987721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1920106676214987721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1920106676214987721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/sete-homens-e-um-destino.html' title='Sete Homens e um Destino'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R94Vugsp8gI/AAAAAAAAAXg/79_mKhLVUSU/s72-c/7-homens-e-um-destino-poster04t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5131369124238884334</id><published>2008-03-12T13:13:00.004-03:00</published><updated>2010-05-02T20:30:29.276-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><title type='text'>Para Pedro sobre Lost</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;No último podcast da dupla de autores, Damon Lindelof e Calton Cuse, sobre as produções do seriedo Lost, estes responderam a seguinte pergunta feita por um fã sobre a série:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que é e o que não é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" href="http://www.workpedia.com.br/85582/canonico.html" target="blank&amp;quot;"&gt;canônico&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; para a série?&lt;/span&gt; Carlton diz que a série é o que estabelece as regras do que a trama trata mas cita os mobisódios e o vídeo da estação Orquídea (todos liberados através da internet) como parte desse processo também. Todo o restante como os ARGs (Lost Experience e o Find 815), livros e etc são apenas bônus que ajudam a curtir mais o universo da série. Carlton cita o livro Bad Twin como um exemplo disso ao afirmar que a história dele em si não tem nada a ver com a trama da série mas que ele ajuda a revelar que existe uma relação entre os Widmore e a Fundação Hanso. No fim, Cuse diz que para entender a série a única coisa que precisa ser vista de fato é a própria série ao que Lindelof brinca dizendo que as pessoas não precisam nem mesmo ouvir os podcasts oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Dude! We are Lost&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-5131369124238884334?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/5131369124238884334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=5131369124238884334&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5131369124238884334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/5131369124238884334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/03/para-pedro-sobre-lost.html' title='Para Pedro sobre Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7928957387051490599</id><published>2008-03-07T14:11:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T20:31:23.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.ponto-de-vista.'/><title type='text'>Por Que Divulgo o Blog?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma parcela das pessoas que costumam lêem o blog (sei que visitas acontecem, graças ao contador) recebem vez ou outra um e-mail no qual divulgo o que ando postando por aqui, no Ponto-de-Vista. Não sei bem o que as pessoas pensam a respeito disso, se funciona ou se isso não causa um efeito contrário. Digo "efeito contrário" porque meu maior objetivo com esse blog é, na verdade, abrir discussões sobre Cinema, Mídia e Arte em geral, assim como, utilizar um pouco desse abençoado espaço virtual que hoje todos podem ter; no entanto, fora eu e alguns outros, ninguém faz isso. Percebo que as pessoas, no domínio da internet, pouco fomentam discussões, não põem seus pontos de vista e muito menos discordam e contra-argumentam quando possuem a oportunidade. E quando se trata de cinema e arte, chega a ser frustrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na UFMA, universidade ao qual sou graduando em Comunicação Social e que por obrigação deveria utilizar os potenciais e as vantagens do espaço virtual, pouco o faz em si tratando de aberturas de debates dentro desse espaço. E a respeito de cinema, esses debates são quase inexistentes no próprio plano presencial, logo, a internet, onde a possibilidade de argumentarmos  e nos comunicarmos sem constragimento público está sempre escancarada, parece não ter a importência devida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se aproveitar um espaço virtual para abrir discussões já é algo incompreensivelmente difícil; analisar um filme, um produto cultural e artísticos, ou fatos da atualidade é algo praticamente impossível (a experiência me fez perceber dessa forma). O que não se percebe por aqueles que se julgam cinestas, cinéfilos ou amantes do cinema e da arte, é a importância de uma análise crítica e esmiuçada daquilo que prestigiamos ou assistimos. Ver ou sentir o que é bom ou ruím é relativamente fácil, mas buscar uma reflexão que nos faça entender o que nos incomoda e nos agrada, para então argumentarmos com propriedade, trata-se de um trabalho árduo de percepção e pouco fazemos para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, salvo os cineclubes (estes mais assitem que analisam), não vejo espaço de discussão voltado para cinema em canto algum de uma universidade com potenciais de produção no setor. Fora que, um curso que tem por obrigação trabalhar conteúdos como análise de discursos e análise estética - ao mesmo tempo que deve evoluir na produção de audio-visuais - não possuir espaços dedicados a debates sobre cinema e tão pouco se ver presente nos "blogs da vida" de alguns poucos oriundos dessa universidade (mesmo quando estes a divulgam para o público de interesse) é algo que realmente não compreendo e me faz ter menos esperança ainda em um "deslanche" do pobre e inexpressivo cinema maranhense (tanto em produção quanto em público &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ativo&lt;/span&gt; e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; perceptivo&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7928957387051490599?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7928957387051490599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7928957387051490599&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7928957387051490599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7928957387051490599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2007/11/por-que-divulgo-o-blog.html' title='Por Que Divulgo o Blog?'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6104656922284394181</id><published>2008-02-29T20:49:00.010-03:00</published><updated>2010-05-02T20:32:00.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Recuperando Lost</title><content type='html'>Seguindo o mesmo esquema do post anterior, mas agora com leves comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;The Economist - 3º Episódio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8isSZ120pI/AAAAAAAAAXI/kBa4bC9WDhM/s1600-h/bscap0000.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8isSZ120pI/AAAAAAAAAXI/kBa4bC9WDhM/s200/bscap0000.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172573604209414802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Centrado em Sayd, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Economist&lt;/span&gt; tem um dos melhores roteiros da série, um grande e revelador final, indícios sobre a natureza da Ilha (maiúscula, em homenagem a Locke) e uma convesa delicada, simples e bonita entre Kate e Sawier sobre viver na ilha. E o melhor, um episódio que torna Sayd um personagem mais complexo aindado que vinhamos percebendo desde o início da série. Fica uma pergunta: "Quem é o vilão?". E tem gente que ainda crítica essa série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Eggtown - 4º Episódio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8isgp120qI/AAAAAAAAAXQ/E8FYwb-skfk/s1600-h/bscap0001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8isgp120qI/AAAAAAAAAXQ/E8FYwb-skfk/s200/bscap0001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172573849022550690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;         Particulamente, sempre achei Kate e a sua estória muito interessantes, mas lamento por um detalhe: suas tramas são sempre independentes e quase nunca se cruzam com os misterios da ilha. Essa lógica já me fez até ter a impressão em alguns momentos de que a personagem nem estar na mesma estória que Locke. O mesmo ocorreu nesse episódio. Estórias potencialmente intensas as da personagem, mas limitadas por não explorar os elementos que a trama central da série oferece. Dessa forma, Eggtown só impressiona por mostrar o que ocorre com a personagem, suas mudanças significativas no futuro e um final, novamente, incrível. Nunca imaginei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;The Constant - 5º Episódio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8itD5120rI/AAAAAAAAAXY/ZWFW39pw5mM/s1600-h/fdjfjy.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 272px; height: 70px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8itD5120rI/AAAAAAAAAXY/ZWFW39pw5mM/s200/fdjfjy.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172574454612939442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;         Eu, Rafael Carvalhêdo, estou nesse instante completamente... sem palavras. Acabei de assistir a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Constant&lt;/span&gt;, episódio centrado em Desmond, e confesso que não estava preparado.  Há alguns dias, li uma crítica negativa que um amigo fez à série. Afirmo que Lost falha (Óbvio!), mas como negar que essa série é uma das mais complexas já desenvolvidas? Como negar que ela ainda se sustenta como uma grande inovação? (E fujamos daquele papo de internet) Algumas pessoas simplesmente não compreendem a série por compará-la a outras. Por que criticar-la por não trazer revelações, se a proposta desta é justamente nos proporcionar a sensações de estar perdido? Como ignorar a qualidade técnica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Constant&lt;/span&gt; só me torna um fã inabalável da série. O mais impressionante episódio de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost&lt;/span&gt; simplesmente inova uma temática tratada excessivamente, transcedendo as forma de se pensar essa idéia e trabalhando a paradoxal temática de "viagem no tempo" sem criar contradições aparentes e levando esta para um plano mais fisicamente lógico. É difícil acredita em um corpo viajando no tempo, mas e a mente...? Com elegância e genialidade que com constrangimento não consigo detalhar aqui, Lost inova e renova... mais uma vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor de tudo fica mesmo nas revelações. Discretas como a maioria em Lost, ou bombásticas, as revelações em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Constant&lt;/span&gt; nos fazem conectar e encontrar respostas e meia respostas pra vários mistérios da série. O episódio, em seus contexto naturalmente complexo, é ao fundo uma amarração de pontas genial de diversos mistérios que pareciam sem respostas ou meras promessas dos autores. Os novos personagens são SIM interessantes (principalmente Daniel Faraday), a narrativa "viaja" completa e livrimente dentro das possibilidades que existem na temática, e as passagens de flashs são fabulosas e instigantes. Pra finalizar, com um clímax surpreendente para apenas um 5º episódio, somos comovidos por um dos momentos mais fortes da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lost, agora e mais que nunca, faz mais sentido e, paradoxialmente, deixando-me mais perdido. Que bom que SOU FÃ DA SÉRIE!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6104656922284394181?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6104656922284394181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6104656922284394181&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6104656922284394181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6104656922284394181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/lost.html' title='Recuperando Lost'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R8isSZ120pI/AAAAAAAAAXI/kBa4bC9WDhM/s72-c/bscap0000.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1888367771501731135</id><published>2008-02-29T18:17:00.010-03:00</published><updated>2010-05-02T20:32:30.583-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.ponto-de-vista.'/><title type='text'>Em Débito com meus Pontos-de-Vista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passei duas semanas sem internet e só agora retorno ao meu blog. Assisti a alguns filmes nesse meio tempo, mas sem internet em casa, fica difícil comenta-los. O pouco tempo que tive dediquei a baixar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost&lt;/span&gt;, abrir e-mails e fazer coisas relativamente prioritárias. Gostaria de ter postado sobre cada filme que assisto. Na verdade, essa é a minha intenção, no entanto, escrever um texto requer um mínimo de cuidado e tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como forma de não ignorar os filmes que assiti, vou pelo ao menos lista-los na ordem de preferência. Um detalhe importante: Por incrível que pareça, todos os filmes da lista a baixo são no mínimo bons ou bastante interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;1- Depois do Casamento (DNK)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;2- Onde os Fracos Não Têm Vez (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;3- O Caçador de Pipas (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;4- Cloverfield – Monstro (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;5- Os Indomáveis (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;6- Swenney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;7- Lições Negras (ALE)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;8- Menina Má.com (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;9- Eu Sou a Lenda (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;10- O Casamento do Meu Melhor Amigo (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt;"&gt;11- Vestido de Noiva (BRA)&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  Depois do Casamento&lt;/span&gt; é um filme brilhante, e vou me esfoçar o máximo pra escreve sobre ele antes do próximo filme que assistir. Quanto ao Melhor Filme do Ano, segundo a Academia, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Onde os Fracos Não Tem Vez&lt;/span&gt; chega a ser um incômodo de tamanha crueldade e frieza da violência de hoje mostrada no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! E &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt; não era nada do que eu imagina em relação a experimentação estética, tudo foi apenas uma impressão. O filme, no entanto, não me decepcionou nem um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1888367771501731135?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1888367771501731135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1888367771501731135&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1888367771501731135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1888367771501731135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/em-dbito-com-meus-pontos-de-vista.html' title='Em Débito com meus Pontos-de-Vista'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-7204589584292288852</id><published>2008-02-09T15:05:00.007-02:00</published><updated>2010-05-02T20:32:54.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Lost: Confirmed Dead</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Ah, Meu Deus! É o Oceanic 815”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7Mf7A2_jPI/AAAAAAAAAWw/x65SFTc1R74/s1600-h/bscap0002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166508296227491058" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 202px; height: 109px;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7Mf7A2_jPI/AAAAAAAAAWw/x65SFTc1R74/s320/bscap0002.jpg" border="0" width="238" height="136" /&gt;&lt;/a&gt;Uau! A frase acima foi citada na primeira revelação de um grande, ou melhor, espetacular segundo episódio da 4ª temporada de Lost. Após o episódio de transição que organizava as novas tramas, somos apresentados em &lt;em&gt;Confirmed Dead&lt;/em&gt; a quatro novos personagens de uma vez só. E não bastava apenas isso, os autores tinham que começar com cenas altamente reveladoras, desenvolver uma trama tensa e conflituosa entre os sobreviventes e os novos personagens, e ainda terminar com mais outras fortes revelações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem contar que os diálogos, ao contrário do normal, foram pouco econômicos (Locke pergunta "na lata" à Ben o que é o Monstro!) e os flashbacks foram partilhados entre os quatro novos personagens (cinco, com Naomi), percebemos que quase todos os &lt;em&gt;losties&lt;/em&gt; foram explorados em um único&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7MgTg2_jQI/AAAAAAAAAW4/NGo4fiWj0xo/s1600-h/bscap0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166508717134286082" style="float: right; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 180px; height: 101px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7MgTg2_jQI/AAAAAAAAAW4/NGo4fiWj0xo/s320/bscap0001.jpg" border="0" width="271" height="126" /&gt;&lt;/a&gt; episódio, algo raro na altura do campeonato, pois a série cada dia possui mais personagens. Falhando apenas na má impressão dada pela necessidade de se apresentar quatro novos integrantes, &lt;em&gt;Confirmed Dead&lt;/em&gt; faz o quarteto parecer um pouco artificial ao mostrá-los ao telespectador primeiramente através das profissões e habilidades de cada um; o mesmo aconteceria se fossemos apresentados no primeiro episódio da série a todos os personagens, primeiramente, pela profissão destes. Nesse caso seria desastroso, pois estes já caracterizavam certos arquétipos no início da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7MgiQ2_jRI/AAAAAAAAAXA/J_RYlI3rWIE/s1600-h/bscap0004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166508970537356562" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 150px; height: 72px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7MgiQ2_jRI/AAAAAAAAAXA/J_RYlI3rWIE/s200/bscap0004.jpg" border="0" width="162" height="80" /&gt;&lt;/a&gt;No entanto, essa má impressão dada aos personagens em suas primeiras aparições é amenizada pela forma sempre cuidadosa da série ao tratá-los; e com o decorrer do episódio, começamos a suspeitar de objetivos bem fortes que levariam tal equipe a ser formada, por mais estranha que ela seja. Graças a Deus, um ótimo episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que venham os próximos 14 episódios! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-7204589584292288852?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/7204589584292288852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=7204589584292288852&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7204589584292288852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/7204589584292288852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/lost-confirmed-dead.html' title='Lost: Confirmed Dead'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R7Mf7A2_jPI/AAAAAAAAAWw/x65SFTc1R74/s72-c/bscap0002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2843809954075426608</id><published>2008-02-09T04:59:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:33:12.927-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Primeiras e Sensíveis Impressões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir deste post, sempre que eu tiver pretenções de escrever alguma análise a cerca de um filme, antes, vou tecer logo após a sessão deste, comentários a cerca das minhas primeiras e sensíveis impressões. Tendo em vista que uma crítica ou análise de um filme requer um olhar um tanto  racional, com uma linguagem mais técnica e evitando impressões mais pessoais, aproveitarei esse pequeno espaço para entrar também em detalhes sobre as emoções, sensações e idéias primárias que tive a respeito do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Cloverfield - Monstro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há poucas horas assistir a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield - Monstro &lt;/span&gt;e ainda encontro-me impressionado, e só não escrevo "horrorizado" mesmo porque seria muito pra quem apenas assistiu a um filme. Contudo, a angustia que o longa depositou no público da sala em que o assisti foi grande o suficiente pra silencia-la por inteiro  ao final do filme. Confesso que passei um bom tempo preso a essa sensação e foi quase inevitável não compará-la ou usá-la como uma forma de entender o desespero de quem presenciou os terríveis eventos do 11 de setembro. Há um absurdo realismo, pessoas inocentes que levavam suas vidas normalmente e, em questão de segundos, tiveram-nas traumaticamente reviradas. É muito possível uma comparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que comumente não me toca,  em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt;  senti-me  bastante sensibilizado, que foi pelo romance do protagonista ao qual parte da trama se opóia, ainda não assimilei bem o porquê. Enfim, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt; me fez sair da sala de cinema bastante sensibilizado e pensando na injusta morte de inocentes que são gente como a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve, uma análise mais detalhada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2843809954075426608?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2843809954075426608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2843809954075426608&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2843809954075426608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2843809954075426608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/primeiras-e-sensveis-impresses.html' title='Primeiras e Sensíveis Impressões'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-8012877808252001106</id><published>2008-02-08T17:04:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:33:26.664-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Dia de Revolta</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: left;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: left;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Hoje me sinto como o poeta paranaense Paulo Leminski:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6yrKmiR7JI/AAAAAAAAAWo/k0v_RgDC08M/s1600-h/hollywood-sign-l-dp.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Podem ficar com a realidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esse baixo astral &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;em que tudo entra pelo cano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu quero viver de verdade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu fico com o cinema americano"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0); text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;font-size:85%;"  &gt;Paulo Leminski&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: left;"&gt;Acho que diz tudo. Vou correndo para o cinema!&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; font-family: georgia; font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-8012877808252001106?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/8012877808252001106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=8012877808252001106&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8012877808252001106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/8012877808252001106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/dia-de-revolta.html' title='Dia de Revolta'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3289813947210398092</id><published>2008-02-06T19:03:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:33:44.605-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diverso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atores'/><title type='text'>Elas São Mais Engraçadas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6ogimiR7II/AAAAAAAAAWg/Ey_xlGB3HE0/s1600-h/imagem.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6ogimiR7II/AAAAAAAAAWg/Ey_xlGB3HE0/s320/imagem.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163975701565664386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As comediantes, ao meu ver, tem sido mais bem sucedidas ultimamente. Vejamos &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Sarah Silverman&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; em Hollywood, e &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Samantha Schmutz&lt;/span&gt;, aqui no Brasil. A  primeira  tem uma cara sonsa, cínica e de uma falsa ingenuidade hilariante; em seu vídeo "I'm fucking Matt Damon" apresentado no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;talkshow&lt;/span&gt; de Jimmy Kimmel, ela brinca asperamente com a imagem do ator, e ele, como um convidado bem-humorado, entra na piada junto com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Samantha Schmutz faz um tipo cômico mais comum, mas possui um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;time&lt;/span&gt; e composições incríveis pra paródia, sempre levando às suas sátiras um caráter um tanto "desmiolado". E ela é imbatível, nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assitam aos vídeos abaixo. Vale muito a pena!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Aconselho que deixe o vídeo carregar por inteiro antes)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Sarah Silverman is fucking Matt Damon.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4KUowJzpgxs&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4KUowJzpgxs&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Samantha Schmutz intepretando uma paulistana que quer ser Britney Spears.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Se8meRpOR3U&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Se8meRpOR3U&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3289813947210398092?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3289813947210398092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3289813947210398092&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3289813947210398092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3289813947210398092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/elas-so-mais-engraadas.html' title='Elas São Mais Engraçadas'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6ogimiR7II/AAAAAAAAAWg/Ey_xlGB3HE0/s72-c/imagem.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2278645105804651552</id><published>2008-02-05T18:08:00.003-02:00</published><updated>2010-05-02T20:34:16.222-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha crítica'/><title type='text'>Querô</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6i_smiR7BI/AAAAAAAAAVk/4RXVdo3jgSI/s1600-h/quero.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163587745759751186" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 178px; cursor: pointer; height: 263px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6i_smiR7BI/AAAAAAAAAVk/4RXVdo3jgSI/s320/quero.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vez ou outra o cinema brasileiro nos presenteia com filmes que são uma verdadeira análise da dinâmica entre a sociedade e o "cidadão" brasileiros. Escrevo "cidadão" entre aspas pois, nestes casos &lt;span style="font-size:0pt;"&gt;cinematográficos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;os personagens que servem como parte do experimento dessa dinâmica, na maioria das vezes, não possuem os benefícios do direito de cidadão (no sentido mais amplo do termo) e nem cumprem seus deverem enquanto indíviduos integrantes do Estado; e ainda há aqueles que são completamente ignorados por essa sociedade, como se nem mesmo tivessem o direito a cidadania. Tratando com eficácia e realismo a vida de quem nasce em um completo contexto de exclusão social, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô &lt;/span&gt;nos apresenta a mais um exemplo dessa dinâmica entre uma sociedade desequilibrada e personagens esfacelados pela realidade em que vivem. Atores, produtores e diretores fazem um ótimo trabalho de construção dessa realidade ao mesmo tempo em que fazem da sétima arte um motivo de inclusão social. Ao analisar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô&lt;/span&gt; e perceber alguns aspectos do longa, resolvi dedicar o final desse texto para traçar uma importante e inevitável relação, que de certa forma, reflete nossa realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Adaptado do romance &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma R&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;epor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;tagem Maldita&lt;/span&gt; de Plínio Marcos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô&lt;/span&gt;, que&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;tem como título o nome de seu protagonista, tem início mostrando a morte de Piedade&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jAH2iR7DI/AAAAAAAAAV0/DjNY4cH8dXg/s1600-h/querohk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163588213911186482" style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 163px; cursor: pointer; height: 115px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jAH2iR7DI/AAAAAAAAAV0/DjNY4cH8dXg/s200/querohk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; (Maria Luisa Mendonça), uma prostituta de um dos prostíbulos da região portuária de Santos. Após cometer suicídio, a personagem deixa seu filho, o Querô (Maxwell Nascimento), em situação de abandono pela região santista, onde cresce na marginalidade e em meio a uma realidade violenta. Um jovem amargurado e revoltado com seu próprio destino, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô&lt;/span&gt; segue sua jornada tentando não entrar nas rédeas do crime, da polícia e da FEBEM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvendo a estória com dinamicidade, a edição é competente em deixar clara as elípses de tempo propostas pelo roteiro, ao mesmo tempo em que desenvolve um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;time&lt;/span&gt; ótimo que equilibra o rítmo do filme, mesmo quando a estória centra-se em eventos relativamente pequenos, mas de igual importância - como a tentativa do personagem em dar estabilidade em sua vida e seu passageiro interesse por uma religião. Da mesma forma, o roteiro é eficiente ao retratar a&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jA0WiR7FI/AAAAAAAAAWE/mBcr0fJvsx0/s1600-h/quero06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163588978415365202" style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 168px; cursor: pointer; height: 112px;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jA0WiR7FI/AAAAAAAAAWE/mBcr0fJvsx0/s200/quero06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; realidade de Querô, propondo situações comuns a pessoas que vivem essa vida e dando ênfase aos aspectos psicológicos. Portanto, após todas as dificuldades passadas pelo personagem na FEBEM, presenciamos os traumas que ficaram em forma de pesadelos, pânico e fobia; são detalhes que mal pensamos que essas pessoas podem sofrer, como se não possuíssem a mesma sensibilidades humana de quem tem uma vida digna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jovem amargurado e revoltado com seu próprio destino, &lt;span style="font-size:0pt;"&gt;Querô&lt;/span&gt; segue sua jornada buscando integridade e uma vida mais justa, mas tendo como base as regras que mediam a vida de quem sofre o abandono, como a violência e o crime. Dessa forma, quando vemos o protagonista na busca de uma vida estável, nos surpreendemos que este veja em uma arma de fogo a saída para todos os seus problemas e, do mesmo modo, ficamos impressionados com o seu comportamento quando este entra na FEBEM, revelando pela primeira vez ao público que este personagem se trata de um verdadeiro representante deste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jBE2iR7GI/AAAAAAAAAWM/03MBVB9DyeY/s1600-h/querodj.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163589261883206754" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 177px; cursor: pointer; height: 111px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jBE2iR7GI/AAAAAAAAAWM/03MBVB9DyeY/s200/querodj.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Contando com um elenco dedicado, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô &lt;/span&gt;se beneficia com ótimas atuações, tanto por atores experientes, como por novatos que viveram na própria pele a vida de um abandonado. Capacitados por oficinas preparatórias, o elenco é resultado de um ótimo trabalho de preparação, revelando talentos inegáveis como o de Maxwell Nascimento, que carrega o filme do início ao fim com seu olhar revolto e ao mesmo tempo ingênuo. Vale lembrar também da atuação de Ailton Graça, no personagem Brandão, e de Milhem Cortaz, que mais uma vez faz um bom trabalho com o seu personagem Edgar, que mesmo pouco desenvolvido pelo roteiro nas suas motivações, consegue de cara aparentar não ser uma pessoa muito diferente de todas aquelas crianças da FEBEM. E é importante frisar, que sem a excelente direção de Carlos Cortez, nada disso funcionaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere a fotografia, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô&lt;/span&gt; tem como resultado um excelente trabalho em que a fotografia, ressaltando junto com a Direção de Arte, expõe toda a pobreza e a ambientação triste daquela região.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Posso citar, no entanto, apenas uma falha: a rápida paixão do protagonista pela jovem&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jBXmiR7HI/AAAAAAAAAWU/rX_2SOxzTEo/s1600-h/quero08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163589584005753970" style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 177px; cursor: pointer; height: 117px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jBXmiR7HI/AAAAAAAAAWU/rX_2SOxzTEo/s200/quero08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; evangélica Lica (Alessandra Santos), que mais pareceu uma fórmula artificial, e um tanto incoerente para o mundo do personagem, de estimulação deste a sair daquela realidade. Ou seja, o filme que até então buscava razões psicologicamente bem fundamentadas para o comportamento dos personagens, nesse momento incluía uma personagem e uma paixão deslocada na estória só pra que nós acreditássemos por um instante que Querô tentaria mudar a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Sociedade x Indivíduo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tropa de El&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ite&lt;/span&gt;, o personagem do Capitão Nascimento é um policial que ver-se na obrigação de tomar atitudes violentas e criminais para dar um mínimo de equilíbrio a uma circusntância comum no Brasil. O personagem acha-se correto em suas atitudes e pontos de vista. Suas idéias e caráter foram formulados, desviados ou adaptados para aquela situação e já não existe delimitação entre o certo e o errado para quem é vítima e obrigado a viver em uma sociedade problemática. A polícia, na circunstância proposta pelo filme, é obrigada a tomar atitudes corruptas e violentas, trabalhando a idéia de que não existe de fato um culpado, como se fossem vítimas de um Estado caótico. Chegamos então a conclusão de que a dicotomia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;polícia versus bandido&lt;/span&gt; não funciona no Brasil, e que a situação, como sempre, é mais complexa por aqui. Mas o que essa realidade demonstrada em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tropa de Elite&lt;/span&gt; e em outros filmes e documentários brasileiros tem a ver com &lt;span style="font-size:0pt;"&gt;a de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Querô&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jAm2iR7EI/AAAAAAAAAV8/uOilZqrJtVg/s1600-h/llll.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163588746487131202" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 149px; cursor: pointer; height: 131px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6jAm2iR7EI/AAAAAAAAAV8/uOilZqrJtVg/s200/llll.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como disse no início do texto, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Querô&lt;/span&gt; é mais um exemplo de filme brasileiro que retrata a complexa dinâmica entre sociedade desequilibrada e personagens esfacelados pela realidade em que vivem; e, assim como o Capitão Nascimento, um policial corrupto, ou um sequestrador de ônibus com um histórico mizerável, Querô não tem uma opção, mas sim uma obrigação de viver em tais circunstâncias, como se fosse um papel imposto a ele. Dessa forma, mesmo quando o personagem tenta estabilizar sua vida e tornar-se uma pessoa comum, a sua identidade de um menor abandonado, um marginal, o impede de ter qualquer êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querô é um personagem simbólico e representativo, que também vive dentro da falta de limites entre o certo e errado, comportando-se da melhor forma que lhe cabe para sobreviver, em uma sociedade que o abandona e ignora. Se o personagem rouba e mata, nada mais faz do que tentar encontrar soluções para sua realidade imutável e condenável. Desse ponto de vista, o longa apresenta uma visão racional a respeito dessa realidade, e paradoxialmente sensível, em relação ao personagem. Talvez o mais belo desse filme seja o projeto por trás deste, que se estende à oficinas de inclusão social e capacitação de jovens em situação de abandono. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2278645105804651552?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2278645105804651552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2278645105804651552&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2278645105804651552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2278645105804651552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/01/quer.html' title='Querô'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6i_smiR7BI/AAAAAAAAAVk/4RXVdo3jgSI/s72-c/quero.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-1796256914692941357</id><published>2008-02-02T16:17:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:34:38.049-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série de tv'/><title type='text'>Lost: The Beginning of the End</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SrUmiR6vI/AAAAAAAAATY/ACOoUFzvYxg/s1600-h/bscap0007.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SrUmiR6vI/AAAAAAAAATY/ACOoUFzvYxg/s400/bscap0007.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162439443303492338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fraca! Assim definiria a estréia da 4ª temporada de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost&lt;/span&gt;. Sempre fui suspeito ao falar da série, mas tentando analisar realmente através de um olhar crítico, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Beginning of the End&lt;/span&gt; decepciona por ser apenas um episódio de repercussão dos grandes fatos ocorridos no final da 3ª temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SxHWiR68I/AAAAAAAAAVA/LP6IvwexMzw/s1600-h/bscap0009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SxHWiR68I/AAAAAAAAAVA/LP6IvwexMzw/s200/bscap0009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162445812739992514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pouco revelador (algo típico de Lost), a estória quase não evolui e apenas presenciamos o luto dos personagens pela descoberta da morte de um personagem no fim da temporada anterior, assim como a suspeita de que as pessoas a caminho da ilha possam não ser bem intencionada. No intuito de alongar mais a estória, os roteiristas acrescentam ainda duas sequências desnecessárias que tiram o tempo que poderia ser aproveitado no desenrrolar dos fatos. Para piorar, mais dúvidas são abertas e quase nenhuma revelação nos é liberada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com suas falhas de rítmo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Beginning of the End&lt;/span&gt; conta com momentos decisórios que marcam uma ida sem retorno no caminhar da estória de Lost. E ver a reação dos personagens, que a tanto&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SxaWiR69I/AAAAAAAAAVI/ivsYBGUoOQ0/s1600-h/bscap0006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SxaWiR69I/AAAAAAAAAVI/ivsYBGUoOQ0/s200/bscap0006.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162446139157507026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; assistimo-os em situações não tão intensas (a não ser em season-finales) é sempre interessante. Mas o melhor e mais promissor elemento nesta nova fase é sem dúvida o tratamento dado as circunstâncias, como o clima aterrorizante impregnado à sequencia da cabana de Jacob, assim como a ambientação misteriosa dos flashforwards. Com isso, vemos uma das cenas de maior suspense da série enquanto o resto das sequências fazem de Lost, agora, uma série sombria, com um tom &lt;span style="font-style: italic;"&gt;noir&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6StKGiR61I/AAAAAAAAAUI/44hY96i2Reo/s1600-h/bscap0001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6StKGiR61I/AAAAAAAAAUI/44hY96i2Reo/s200/bscap0001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162441461938121554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto na temporada passada os flashbacks já não faziam efeito, os flashforwards dessa vez, tornam mais angustiante o destino dos personagens. E agora que vemos o futuro destes, é cada vez maior o contato com as conspirações que envolvem todos os mistérios. É impossível não sentir um frio na espinha quando Hurley recebe, em situação de seu futuro, a visita fria, misteriosa e ameaçadora de um homem engravatado chamado Matthew Abbadon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu falar das atuações, vou ser repetitivo. Mas vale ressalta Jorge Garcia, que melhorou muito nas cenas de drama, e os momentos em que Ben (Michael Emerson) apenas aparece (sem necessariamente falar). Fantásticos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6Sx4GiR6-I/AAAAAAAAAVQ/f4wY7DmbN48/s1600-h/bscap0002.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 144px; height: 101px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6Sx4GiR6-I/AAAAAAAAAVQ/f4wY7DmbN48/s200/bscap0002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162446650258615266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um episódio sem avanços consideráveis, no típico rítmo de Lost, mas que já dá os sinais de que os roteiristas estão querendo mesmo levar a série ao fim (estão impregando rítmo). Só falhando por ser um ínicio de temporada morno, talvez os pontos que julgamos negativos devido a exigência de um caráter especial ao episódio, não seriam assim encarados&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SuqGiR65I/AAAAAAAAAUo/f-0ONOjTbNA/s1600-h/bscap0005.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 93px; height: 59px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SuqGiR65I/AAAAAAAAAUo/f-0ONOjTbNA/s200/bscap0005.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162443111205563282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; se este não se tratasse de uma abertura de temporada. Em altos e baixos, a série agora é outra, mais sombria e angustiante, e esse primeiro episódio é hábil em prender qualquer um que o assista a ver que nova série é essa e que rumos são esses que ela caminha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinistro! O quadro na parede da terível cabana de Jacob na imagem abaixo me dá arrepios. Clique na imagem para amplia-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SvmGiR67I/AAAAAAAAAU4/p_4j2Mbeo6Q/s1600-h/bscap0004.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 115px; height: 61px;" src="http://bp3.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SvmGiR67I/AAAAAAAAAU4/p_4j2Mbeo6Q/s200/bscap0004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162444141997714354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A GRANDE QUESTÃO:&lt;br /&gt;. Por que Jack, após decidir novamente voltar a ilha, não procurou por Hurley, e ao invés disso, foi atrás de Kate (momento season finale)? Será que aconteceu alguma coisa com Hurley?!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-1796256914692941357?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/1796256914692941357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=1796256914692941357&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1796256914692941357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/1796256914692941357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/lost-beginning-of-end.html' title='Lost: The Beginning of the End'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6SrUmiR6vI/AAAAAAAAATY/ACOoUFzvYxg/s72-c/bscap0007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-6319904884077157660</id><published>2008-02-02T14:25:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:34:55.168-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><title type='text'>Semanalmente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora vou postar sobre Lost semanalmente. A partir do segundo episódio, farei textos pequenos e simples, escritos para que assiste a série e com direito a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;spoilers. &lt;/span&gt;Serão breves comentários sobre cada um dos episódios. Chega de posts grandes, o blog não é sobre a série!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-6319904884077157660?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/6319904884077157660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=6319904884077157660&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6319904884077157660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/6319904884077157660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/semanalmente.html' title='Semanalmente'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-2696640368314840934</id><published>2008-02-01T07:59:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:35:28.137-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lost'/><title type='text'>Momento de Euforia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após quase 8 meses, estou há alguns minutos de assistir a mais um episódio de &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Lost&lt;/span&gt;, o primeiro da 4ª temporada: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;The Beginning of the End&lt;/span&gt;. Estou aqui apenas registrando minha euforia e expectativa para o momento. Mais tarde comentarei. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tá na Hora!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6LyuGiR6uI/AAAAAAAAATQ/R8b6EHxBpFI/s1600-h/TOPO1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6LyuGiR6uI/AAAAAAAAATQ/R8b6EHxBpFI/s320/TOPO1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161954996762307298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-2696640368314840934?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/2696640368314840934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=2696640368314840934&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2696640368314840934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/2696640368314840934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/02/momento-de-euforia.html' title='Momento de Euforia'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R6LyuGiR6uI/AAAAAAAAATQ/R8b6EHxBpFI/s72-c/TOPO1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-3304415291906488082</id><published>2008-01-31T18:18:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:36:08.044-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>A Decadência do Jornalismo de Entretenimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de assistir ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;15º Videocast Cinema em Cena, &lt;/span&gt;em que Pablo Villaça comenta o tipo de abordagem da impresa de entretenimento, e mais especificamente, a forma como os meios de comunicação noticiaram a morte do ator Heath Ledger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tudo que Villaça comentou, infelizmente sou obrigado a concordar: a imprensa de entretenimento de fato divulga notícias vazias e pouco relevantes; e pior, em casos de informações tão chocantes como a morte de Ledger, o mesmo vício e desrespeito ao consumidor/receptor permanece, quando vemos notícias maldosas e sensacionalistas serem divulgadas sem nenhum embasamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista ao Vídeocast:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AGV9Wo_3i8U&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AGV9Wo_3i8U&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blog Diário de Bordo, Cinema em Cena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No post "Heath Ledger" comentei que sempre me impressiono quando um ator ou artista morrer de overdose ou suicídio, e logo em seguida, questiono-me o porquê de ainda ficar sob tal choque. Nos comentários (que foram muitos, mais que o habitual), um dos visitantes do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ponto-de-Vista&lt;/span&gt; cometou que não deveríamos agir com tamanha generalização ao afirmar que isso ocorre "com artistas" (como se fosse apenas com a classe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que a princípio discordei, mas analisando o que há de implícito em meu discurso, vejo que realmente me expressei de tal forma. E analisando mais profundamente o que diz Pablo Villaça em seu Vídeocast, percebo que meu discurso foi quase tão precipitado e infundado quanto os que encontramos nas típicas "revistas de fofocas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que ligar diretamente a morte de Ledger com casos como vício e suicídio se nem mesmo sabia das causas. Posso não ter afirmado diretamente, mas entre na "onda" de tais "informações" e ainda as divulguei através do blog.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37769012-3304415291906488082?l=ponto-d-vista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/feeds/3304415291906488082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37769012&amp;postID=3304415291906488082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3304415291906488082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37769012/posts/default/3304415291906488082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ponto-d-vista.blogspot.com/2008/01/decadncia-do-jornalismo-de.html' title='A Decadência do Jornalismo de Entretenimento'/><author><name>Rafael Carvalhêdo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01538093937454284322</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/_wYuTTNQAEUk/TIKY_0YqvFI/AAAAAAAAA1w/kbjPRTgOG-g/S220/DSC01562ssss.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37769012.post-5384024055435299221</id><published>2008-01-29T13:52:00.001-02:00</published><updated>2010-05-02T20:36:26.904-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Quero Assistir Cloverfield - Monstro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R59_fGiR6sI/AAAAAAAAATA/OPYYM6EqISg/s1600-h/cloverfield-movie_poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 153px; height: 215px;" src="http://bp2.blogger.com/_wYuTTNQAEUk/R59_fGiR6sI/AAAAAAAAATA/OPYYM6EqISg/s320/cloverfield-movie_poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160983870296943298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Algumas pessoas vão até estranhar. "Por que Caio (para outros, Rafael) estaria tão empolgado em assistir a um filme de monstro?!"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Certo que minha fase de fanatismo por filmes de monstro se foi a muito tempo, mas são outras questões que m
